sexta-feira, março 03, 2006

Equilibrio da Alma

Quem sou eu?
O que busco,
Encontrei algo?
O que será…

Nesta senda citadina organizada,
Deambulei no vazio,
Numa passada desencontrada,
Alumiado por uma luz a pavio.

Via escuro…
Alma sem equilíbrio.
Pensamentos conturbados,
Funestos e siderados.

A pausa necessária…
O ver novamente…
A resignação crescente,
A percepção premente.

Finalmente respiro,
Sem tensões,
È assim que prefiro,
Sem procurar razões.

Deixo-me envolver na paixão,
Embalado na sedução,
No meu amor reparo…
Porque ele sempre cá esteve…

Alex

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