And the dreamers? Ah, the dreamers! They were and they are the true realists, we owe them the best ideas and the foundations of modern Europe(...). The first President of that Commission, Walter Hallstein, a German, said: "The abolition of the nation is the European idea!" - a phrase that dare today's President of the Commission, nor the current German Chancellor would speak out. And yet: this is the truth. Ulrike Guérot & Robert Menasse
quinta-feira, outubro 18, 2007
A guerra

E ainda acusam o Estado Novo de ser careta...
Lisboa Cool e Informada


Festa B.leza@MusicBox
Sim, foi escandaloso. A cidade de Lisboa permitiu que o B.Leza fechasse. Valeu a Internet e a petição para que o culto não esmorecesse e, acima de tudo, as lembranças daquele como um espaço mítico. Talvez o clube mais singular alguma vez nascido por estas bandas, arriscamos dizer. Uma espécie de lugar fora do tempo e do espaço, algures numa dimensão própria movida a cultura Africana que deu uma nova vida ao um palácio do Séc.XVII onde viveu o Marquês de Pombal. Para recordar o culto o MusicBox abre as suas portas à banda B.leza com Calú Moreira, Celina Pereira, Maria Alice e Dany Silva. Já sabem com o que podem contar: dançar atarrachados ao som de Mornas, Coladeras, Mazurkas ou Batuku, e pelas mãos do DJ Nelito a sempre apaixonante Kizomba juntar-se-á à festa. Precisamos de um novo B.Leza! /Artur Soares da Silva
onde
MusicBox, Rua Nova do Carvalho Cais Sodré
quando
18 de Outubro a partir das 23h
quanto
N/D

Festa Bordell
Sexo com boa banda sonora, orgia instrumental, criações electrónicas e acústicas. Espaço para todos os devaneios, salas em corredores forrados de livros e masturbações musicais várias para deleite dos presentes. Não se acanhem os menos fetichistas, gente despida só os convidados que se contagiem pelo ambiente e arrisquem voos mais alternativos. Sílvio Rosado e Beat Laden convidam Romi Anauel (Terrakota), Valdjiu (Blasted), Ricardo Pinto (Algazarra) e Visual Jockey Galã e acolhem-nos numa noite aberta a divagações intensas. Sem desculpas, o bordel está oficialmente aberto com espaço para todas as fantasias. Vistam as roupinhas mais reduzidas e rumem à Braço de Prata…o Verão aqui está só a começar./;)RKL
onde
Fábrica Braço de Prata, R. Fábrica Material de Guerra Poço do Bispo
quando
dia 18 de Outubro a partir das 24h
quanto
7€ c/ direito a uma bebida
Festa p'los IntermitentesHoje vamos dançar por uma boa causa. Sabiam que os nossos artistas e profissionais do audiovisual não podem ter filhos? Nem ficar doentes? Não é que tenham algum síndrome estranho, é que são essas as condições laborais no nosso país. Mas os intermitentes não se deixam dormir. Hoje quem for a salas de espectáculo vai ouvir ler um texto elucidativo e já não vai poder dizer que não sabe o que se passa. Para os mais interessados (que devíamos ser todos) há debate às 18h no Teatro Nacional D. Maria II. Depois, acaba-se a batalha em beleza, a dançar e sacudir da alma os resquícios da luta, a confraternizar e celebrar juntos, que a união ainda faz a força! E lá vão os intermitentes mais os conscientes e activistas deste país rir, dançar e brindar numa algazarra free-style sem limites./;)RKL
onde
ZDB Rua da Barroca, Bairro Alto
quando
19 de Outubro a partir das 24h (debate às 18h)
quanto
5€

Homenagem Adriano Correia de Oliveira
Adriano. Tanta saudade, tanta. Lembro-nos de ti, das tuas canções. Lembro-nos da tua voz. Se perguntarem na rua toda a gente te conhece. Conheces o Adriano? Conheço. Se virem o teu rosto em algum lado reconhecem-te logo. Sabes quem é? Sei, é o Adriano. Tornaste-te um ícone pop, com as tuas patilhas altas. E a tua música Adriano, ainda se canta? Talvez a canção tão simples e a trova do tempo que passa. O resto muitos o sabem, mas muitos mais precisam de o saber. Juntemo-nos então para te cantarmos. Tanta saudade, Adriano, tanta. /Carlos Ramos
onde
Voz do Operário, Rua Voz do Operário, 13
quando
20 Outubro às 21h30
Curso Gestão e Produção das Artes do Espectáculo
A fingir que querias criar um projecto teu…Tinhas uma ideia que não passava disso, imagens que pairavam na tua cabeça sem nunca caírem no papel (ou no teclado). Era daquelas coisas que um dia tinhas de fazer.Pensavas nisso um bocadinho mais a sério… Era preciso pôr em prática o projecto, saber como produzir, comunicar e financiar as tuas criações. Era só música… não! Era dança ou teatro ou performance ou mesmo um espectáculo multi… multi… multicolor. Um esboço ainda sem fronteiras onde só a experiência pode delinear contornos. Aliás, até querias mais.. querias ter tudo na mão para poder continuar a divagar. E então, fazer alguma coisa ou não?! Vai à Rua Luz Soriano. É no Bairro. /ivc
onde
Forum Dança, Rua Luz Soriano, 67 – 1º dtº.Tel. 21 342 8985
quando
Inscrições até 5 Novembro
quanto
Inscrição: 75€ Mensalidade: 210€ x 10 meses
Bar Senhores do Tempo
Imagina que estás à procura dum bar para comer umas tapas tranquilamente em Alcântara, a seguir a um concerto ou coisa do género, a uma hora difícil, tipo dez da noite. Não sei se te safas das cervejarias ofuscantes ou dos restaurantes “à séria”. Não é que sejam maus, mas naquele momento não é o que apetece. Bem, quando isso te acontecer, estaciona na Rua Vieira da Silva (a dos japoneses, atrás do Paradise Garage) e procura esta porta. Num ambiente acolhedor podes comer umas tapas ou tostas e beber um bom vinho descontraidamente. No fim, podes ainda fumar xixa, um cachimbo marroquino. Dica coooooool! / Blindim
onde
Senhores do Tempo, Rua Vieira da Silva, 56Tel. 936250360
quando
2ª a Sáb. das 21h às 02h
quanto
Preços muito aceitáveis
Entrada Livre 
Festa Hoje Não Há After
Já não é novidade para ninguém. Hoje não há after. Por isso o melhor é comerem qualquer coisa, sentarem-se a ver o rio e tentar não cortar na casaca daqueles que não têm um tapa olheiras, blush e pente sempre à mão e, que sem vergonha nenhuma, apresentam na cara as marcas de um noite bem mal dormida, um copo ou outro a mais, um maxilar que não pára ou umas pupilas bem dilatadas. Bem encarados estarão à vossa espera os Djs Jêpê (sábado) e Freshkitos (domingo). Levantem-se cedo ou deitem-se depois mas venham, porque afinal hoje há. /Célia F.
onde
Armazém F
quando
20 e 21 de Outubro das 06h Às 11h
quanto
N/D
quarta-feira, outubro 17, 2007
Gatos Pardos
Mariza
Está cada vez melhor esta nossa alfacinha.
terça-feira, outubro 16, 2007
Adriano Correia de Oliveira (1942-1982)
[É do EBranquinho, do PS Lumiar]
Homem andarilho
De fina figura
Tornou-se um "empecilho"
Para a ditadura
Adriano Correia de Oliveira é hoje recordado, num espectáculo a realizar, logo á noite, na Sociedade Voz do Operário, em Lisboa, no qual participarão cantores como José Fanha, Carlos Paulo e Maria do Céu Guerra que vão ler poemas que Adriano Correia de Oliveira cantou.
Simultaneamente será, ainda, inaugurada uma exposição sobre o músico e decorrerá um colóquio para debater a vida e obra de Adriano com a participação de Luís Cília, José Barata Moura, Lopes de Almeida, Paulo Sucena e José Vale Moutinho.
No dia 20, também na Voz do Operário, decorrerá o espectáculo de designação genérica "25 anos - 25 canções", no qual participarão, entre outros, Amélia Muge, Fausto, Fernando Tordo, Brigada Victor Jara, o padre Francisco Fanhais, Manuel Freire, Janita Salomé, Luís Represas, Pedro Abrunhosa, Paulo Carvalho e um grupo de guitarra e cantares de Coimbra.
As merecidas e devidas homenagens ao homem de muitas coragens.
A MORTE DE JULIETA GANDRA NÃO FOI NOTÍCIA (III)

Conspiradora de Esperança Escolhida em 1964 pela Amnistia Internacional como "Prisioneira de Consciência do Ano", Julieta Gandra, médica, saíria da Cadeia do Forte de Caxias nos primeiros dias de Julho do ano seguinte, após 6 anos de prisão. A sua detenção ocorrera no Verão de 1959, em Luanda, Angola, onde vivia e exercia Medicina hospitalar.
Segundo a Amnistia Internacional, "não seria possível encontrar exemplo mais claro de um ser humano que, dedicando-se a um trabalho pacífico e nunca tendo praticado ou defendido o uso de violência, fora sujeito à brutalidade arbitrária do Estado pelas suas opiniões e convicções" - a definição mesma de "prisioneiro de consciência".
Diana Andringa
Curso de História Contemporanea

No El Corte Inglês.
Parece que tem a chancela cá da casa.
Fica a apresentação e o programa.
Todas as sessões são às 19 horas e terão a duração de 2 horas. As inscrições são no El Corte Inglês.
Entender Portugal hoje. Subsídios para uma história do século XX português.
«Portugal, medo de existir». Este é o titulo do best seller de José Gil, onde o filosofo português reflecte, longamente, sobre a sua história recente, a sua relação com o autoritarismo, com a democracia, com a pós-modernidade. Aí procura responder à questão: o que somos, hoje, como País? O que inscrevemos como personagem colectiva e qual a relação com nós próprios?
Na contagem decrescente para o centenário da implantação da República, e num momento re-interesse no nosso passado recente, multiplicam-se os contributos de reflexão historiográfica.
Mas, será que nos entendemos? Essa é a nossa questão primordial. A razão do curso. Entendemos o que é Portugal hoje, o que foi, e em que medida o que fomos é o que somos. Perderemos… o medo de existir?
Pretendemos, neste I Curso de História Contemporânea, proporcionar uma viagem ao século XX português e, aí, procurar as pistas para melhor entendermos Portugal.
Propomos uma jornada de 10 momentos, apresentados sequencialmente, num percurso cronológico através de quatro regimes - Monarquia Constitucional, República, Estado Novo e Democracia - , com passagens tranquilas, de transição, com relatos de culturas de massas e uma interessante perspectiva feminina.
Este caminho será orientado por um conjunto de convidados de prestígio, numa dinâmica onde a interligação entre académicos consagrados e jovens investigadores é intencional, num ambiente que se quer inter-geracional, enérgico, vivo e propício ao debate informado e construtivo.
No final desta experiência esperamos ter contribuído para uma renovada reflexão e interpretação da história contemporânea portuguesa.
É esta a nossa proposta:
Sessão 1. Portugal, século XX. Uma leitura de conjunto.
Luís Salgado Matos
José Reis Santos
22 Outubro
Sessão 2. Portugal 1900.
Ricardo Revez
António Ventura
24 Outubro
Sessão 3. A I República e a Modernidade
Fernando Catroga
Joao Bonifácio Serra
29 Outubro,
Sessão 4. Republica Velha versus República Nova
Alice Samarra
Antonio Araújo
31 Outubro;
Sessão 5. Cultura popular e cultura de massas no Portugal do século XX
Daniel Melo
Antonio Pedro Vasconcelos
5 Novembro,
Sessão 6 O Fascismo existiu em Portugal? Entender as origens do Estado Novo.
José Reis Santos
Goffredo Adinolffi
7 Novembro,
Sessão 7. O pós-guerra e a definição do Portugal moderno
Maria Fernanda Rollo
Pedro Faria
12 Novembro,
Sessão 8. A questão colonial e o a questão social no Marcelismo
Cláudia Castelo
Fátima Patriarca
14 Novembro,
Sessão 9. Para uma História das mulheres no século XX português
Maria Antónia Palla
Anne Cova
19 Novembro
Sessão 10. Portugal: A transição, a Europa e o Futuro
Maria Inácia Rezola
António Costa Pinto
21 Novembro
O curso, com vagas limitadas, é gratuito e requer inscrição prévia. No final do curso será entregue um diploma de participação a quem tenha assistido a nove das dez aulas.
O Curso tem dez sessões e será leccionado na Sala de Âmbito Cultural no Piso 6 do El Corte Inglês em Lisboa, de 22 de Outubro a 21 de Novembro de 2007, pelas 19 horas.
Cada sessão é composta por duas partes de 1 hora, com intervalo.
O curso é dirigido por José Reis Santos.
Parece que ontem andámos por aqui (e ninguém nos disse nada...)
doclisboa 2007

segunda-feira, outubro 15, 2007
Oportunidade perdida.
Sem desprimor à validade da história oral, mesmo que tenha muitas dúvidas acerca da recuperação da memória do mesmo (ou seja, sobre a veracidade do que eu conto sobre mim próprio) sem o devido acompanhamento metodológico, o aspecto exclusivamente testemunhal não só cansa como engana. Muitos não têm a perspectiva de conjunto necessária para entenderem o que fizeram e o que aconteceu; outros estão completamente absorvidos pelo seu papel na história e como contribuíram para a queda do fascismo em Portugal; outros ainda não regressaram de África e da guerra; e por fim, há os que se desculpam por terem servido o regime, dizendo apenas cumprirem ordens.
Vejam o exemplo. Está-se há 30 minutos a discutir se foi «Guerra do Ultramar», «Guerra de África» ou «Guerra Colonial». Sem se assumir que cada designação é, em si, um símbolo, um mito de uma corrente ideológica específica nada concluímos. Porque para a direita é, e sempre será, «Guerra do Ultramar» ou «Guerra de África» e para a esquerda «Guerra Colonial» ou «Guerra de Libertação». E na verdade está-se a falar do mesmo evento. E o mais importante seria explorar o que cada um dos termos significa para quem os defendo do que «decidir» qual é o termo certo, politicamente correcto ou ajustado à história actual.
Ou seja, mais uma bela oportunidade perdida, com a agravante de se ter desgastado, um pouco mais, o tema. Fica para a próxima.
PSD
(Desculpem a má imagem, mas o homem é tão discreto que não se encontra nada na .Net.)
Fim da sondagem para VP dos EUA
Dennis Kucinich(D) ->
Outro (R ou D) ->
Chamem a polícia...
Pois parece que os tipos da Plataforma «Não Obrigado» nem se sentem dignos de apresentar as contas sobre o último referendo do Aborto.
É preciso ter vergonha. Depois dos milhares que gastaram numa campanha infame e maldizente onde encheu as ruas do país com outdoors e as caixas de correio com propaganda, numa campanha milionária a apelar ao voto «não». É esta Plataforma, a mesma dirigida por esse guru dos finanças que é Bagão Felix, que incorre numa ilegalidade que lhe pode valer uma contra-ordenação da Comissão Nacional de Eleições entre os 5 mil e os 10 mil euros.
Bem me lembro dos sacrifícios que nós, no Movimento Jovens pelo Sim, fizemos para que tudo batesse certinho e, graças ao labor interminável da Sara Rocha e do Pedro Alves, tudo ficou legal. E nós bem andámos a contar tostões.
Agora esses, os que tem por hábito aparecerem como detentores da Verdade, sempre associados à alta finança e à elite económica, nem se dignam a terminar um processo que perderem. E bem.
Bom, a julgar pela coima, 5-10 mil euros, será uma chatice se o Bagão tiver de deixar metade do ordenado na CNE...
[Poster via Zero de Conduta]
Simplicidades laranjas

nunca se tinha visto um líder ir a congresso de consagração e sair com menos capital político do que tinha quando entrou.
E este:










