And the dreamers? Ah, the dreamers! They were and they are the true realists, we owe them the best ideas and the foundations of modern Europe(...). The first President of that Commission, Walter Hallstein, a German, said: "The abolition of the nation is the European idea!" - a phrase that dare today's President of the Commission, nor the current German Chancellor would speak out. And yet: this is the truth. Ulrike Guérot & Robert Menasse
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segunda-feira, setembro 22, 2008
terça-feira, novembro 13, 2007
«Boa comó milho»
Em tempos tinha ouvido falar de uma entrada «estranha» no Opinião Pública da SIC. Parece que tinham assediado uma jornalista da SIC notícias em directo. Aqui está o video.
segunda-feira, outubro 15, 2007
Oportunidade perdida.
Sem desprimor à competência da Fátima Campos Ferreira, nem à validade dos seus programas, nem ainda à pertinência do tema da «Guerra Colonial», enquanto se fizerem estes programas só para militares, nada adiantamos.
Sem desprimor à validade da história oral, mesmo que tenha muitas dúvidas acerca da recuperação da memória do mesmo (ou seja, sobre a veracidade do que eu conto sobre mim próprio) sem o devido acompanhamento metodológico, o aspecto exclusivamente testemunhal não só cansa como engana. Muitos não têm a perspectiva de conjunto necessária para entenderem o que fizeram e o que aconteceu; outros estão completamente absorvidos pelo seu papel na história e como contribuíram para a queda do fascismo em Portugal; outros ainda não regressaram de África e da guerra; e por fim, há os que se desculpam por terem servido o regime, dizendo apenas cumprirem ordens.
Sem desprimor à validade da história oral, mesmo que tenha muitas dúvidas acerca da recuperação da memória do mesmo (ou seja, sobre a veracidade do que eu conto sobre mim próprio) sem o devido acompanhamento metodológico, o aspecto exclusivamente testemunhal não só cansa como engana. Muitos não têm a perspectiva de conjunto necessária para entenderem o que fizeram e o que aconteceu; outros estão completamente absorvidos pelo seu papel na história e como contribuíram para a queda do fascismo em Portugal; outros ainda não regressaram de África e da guerra; e por fim, há os que se desculpam por terem servido o regime, dizendo apenas cumprirem ordens.
Onde é que quero chegar? Que este tipo de programas é valido, mas já devíamos de estar bem à frente deles. Onde estão os académicos? Os políticos activos (e não os de há 30 anos)? E os politólogos? E os que pensam a sociedade na sua complexidade integrada? Os filósofos? Ou os escritores? A guerra, aquela guerra, foi só dos militares? Não creio.
Vejam o exemplo. Está-se há 30 minutos a discutir se foi «Guerra do Ultramar», «Guerra de África» ou «Guerra Colonial». Sem se assumir que cada designação é, em si, um símbolo, um mito de uma corrente ideológica específica nada concluímos. Porque para a direita é, e sempre será, «Guerra do Ultramar» ou «Guerra de África» e para a esquerda «Guerra Colonial» ou «Guerra de Libertação». E na verdade está-se a falar do mesmo evento. E o mais importante seria explorar o que cada um dos termos significa para quem os defendo do que «decidir» qual é o termo certo, politicamente correcto ou ajustado à história actual.
Ou seja, mais uma bela oportunidade perdida, com a agravante de se ter desgastado, um pouco mais, o tema. Fica para a próxima.
Vejam o exemplo. Está-se há 30 minutos a discutir se foi «Guerra do Ultramar», «Guerra de África» ou «Guerra Colonial». Sem se assumir que cada designação é, em si, um símbolo, um mito de uma corrente ideológica específica nada concluímos. Porque para a direita é, e sempre será, «Guerra do Ultramar» ou «Guerra de África» e para a esquerda «Guerra Colonial» ou «Guerra de Libertação». E na verdade está-se a falar do mesmo evento. E o mais importante seria explorar o que cada um dos termos significa para quem os defendo do que «decidir» qual é o termo certo, politicamente correcto ou ajustado à história actual.
Ou seja, mais uma bela oportunidade perdida, com a agravante de se ter desgastado, um pouco mais, o tema. Fica para a próxima.
terça-feira, abril 17, 2007
Boa televisão
O Documentário do António Barreto está bem melhor, não está? É verdade que a música do Rodrigo Leão também ajuda, mas está bem mais dinâmico, ligado e sólido. Julgo que evoluiu de uma forma muito interessante. Hoje, já não o perco.
Ainda se vai fazendo boa televisão em Portugal. E como se vê, não é assim tão dificil.
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