And the dreamers? Ah, the dreamers! They were and they are the true realists, we owe them the best ideas and the foundations of modern Europe(...). The first President of that Commission, Walter Hallstein, a German, said: "The abolition of the nation is the European idea!" - a phrase that dare today's President of the Commission, nor the current German Chancellor would speak out. And yet: this is the truth. Ulrike Guérot & Robert Menasse
sexta-feira, março 04, 2011
Ligaçōes perigosas
Via Crooked Timber
Quantas universidades privadas portuguesas não terão o mesmo problema com ditadores africanos?
quarta-feira, outubro 13, 2010
Teoria do Comércio Interestelar
The Theory of Interstellar Trade
This article extends interplanetary trade theory to an interstellar setting. It is chiefly concerned with the following question: how should interest charges on goods in transit be computed when the goods travel at close to the speed of light? This is a problem because the time taken in transit will appear less to an observer traveling with the goods than to a stationary observer. A solution is derived from economic theory, and two useless but true theorems are proved.
(via Paul Krugman)
(E foi realmente publicada numa revista académica)
A Ler: Pereira & Lains (2010)
From an agrarian society to a knowledge economy: Portugal, 1950-2010
Abstract
This paper surveys the main features of Portuguese economic growth in the last half century, with a particular emphasis on the period after the return to democracy in 1974. It shows that significant structural change and capital deepening were the chief sources of growth in the Portuguese economy until the mid 1970s. From then onwards, human capital accumulation and productivity growth were the main reasons behind Portugal’s economic fortunes. Growth declined between these two phases, as in the rest of Europe. In Portugal, it slowed further after 1990. After surveying the main causes of the slowdown of the Portuguese economy in the last decade, Portugal’s main human capital indicators are compared to other European and OECD economies. While Portugal has made a remarkable transition from an agrarian society to an industry- and service-based economy, the country still has not been able to successfully move on to a knowledge-based economy. Such a transition, however, is instrumental to spur economic growth on and to improve productivity.
"
(Via Pedro Lains.)
(disponível para download)
segunda-feira, março 31, 2008
Congresso Feminista

Este Congresso pretende constituir-se como um acontecimento de carácter científico e interventivo, englobando as/os principais investigadoras e investigadores do campo dos estudos sobre as mulheres, dos estudos de género e dos estudos feministas em Portugal, bem como das e dos activistas que, no terreno, se envolvem na luta pela transformação de uma sociedade hierarquizada e desigual, muitas vezes, colonizadora e predadora do mundo social e natural, contribuindo para a construção de uma comunidade de activistas e cientistas que defendem um mundo mais igualitário, onde o respeito pelos direitos humanos e pela riqueza cultural sejam metas a atingir na corrida contra a violência.
segunda-feira, fevereiro 25, 2008
Seventh European Social Science History Conference
Esta semana vou andar por aqui
Em específico vou estar nestes dois paineis:
L-1 - POL01: Postwar Europe. Room 5.1
Network: Politics, Citizenship, and Nations
Chair: Ido de HaanDiscussant: Ido de Haan
Diogo Moreira, José Reis Santos & José Tavares Castilho Parliamentary Elites and Political Regime: Theoretical Implications of the Portuguese Case
Sophie Bollen Unworthy to Serve the Nation. The professional purge of the government administration after Word War II in Belgium.
Maria Kyriakidou, Sotiris Themistokleous The ‘invisible’ resistance and the long road to democratization in post-war Greece
Liesbeth van de Grift From Fascism to Communism – The ‘purificaton’ of the security apparatus in Romania (1944-1948)
L-2 - POL23: European citizenship and civil society II. Room 5.1
Network: Politics, Citizenship, and Nations
Chair: Jose Reis SantosDiscussant: Jose Reis Santos
Maryse Ramambason Democratization in Russia The 1993 Constitutional Conference : The stakes of the installation of a new space of deliberations
Daniel Melo The third sector and the city: public policies, citizenship, and sustainability in Portugal
Veit Bader Conplex legitimacy in ‘compound polities’: the case of the EU
Anne van Wageningen Citizens as members of a state; an institutional approach concerning multiple citizenship
Thomas Pfister From activated to active citizenship. The need for participatory citizenship practices in new modes of governance
quinta-feira, fevereiro 21, 2008
Pensar livremente sobre as “secret-agendas” ou conquistar “o animal que espeta os cornos no destino” (2 de 2)

Pensar livremente sobre as “secret-agendas” ou conquistar “o animal que espeta os cornos no destino” (2 de 2)
Mas muitas outras são as “secret-agendas”. Poucos são os lugares para as tornar visíveis aos olhos das pessoas, exceptuando críticas jornalísticas cada vez menos lidas, livros que apenas se desfolham, por falta de tempo, peças de teatro a que cada vez menos se assiste, debates levados a cabo por entidades várias, nomeadamente por departamentos de mulheres de partidos e de sindicatos, movimentos de cidadãos e de cidadãs, trabalhos no terreno de organizações não governamentais, etc. Muito trabalho para pouco proveito? Talvez, mas grão a grão…
E qual o papel dos partidos políticos na revelação das “secret-agendas”? É possível desempenharem este papel? Será desejável? Cabe-lhes reflectir sobre o que levou, por exemplo, a população francesa à observação quase-unânime de 5 minutos de silêncio, em nome das vítimas (civis) das Torres Gémeas, alguns dias após o 11 de Setembro de 2001, exceptuando, por um lado, os militantes da CGT francesa e, por outro lado, os simpatizantes da festa “bleu/blanc/rouge” de Le Pen? Que sinapses funcionaram, na maioria das pessoas, relacionando “atentado terrorista” “vítimas civis” “empatia”? E que sinapses funcionaram nas minorias que, tal como em Stockhausen[1], ligaram entre si os neurónios “atentado terrorista” “obra de arte” “maravilha”?
Do mesmo modo, porque é que a sinapse “Iraque” “manifestação anti Guerra” funciona muito mais frequentemente e muito mais rapidamente do que a sinapse “Darfur” “manifestação anti-Guerra”? Esta parece ter nascido com Ségolène Royale candidata a Presidente, sem ter conseguido (ainda?) ganhar a força da sinapse “Iraque” [..] não obstante os factos históricos terem praticamente a mesma idade. É preciso pensarmos livremente todas as “secret-agendas”. De fora para dentro. De dentro para dentro e de dentro para fora. Se possível furando espartilhos adoptados aquando das “trente glorieuses années”, antes da década de 70, quando o petróleo começou a subir, as utopias a afundarem e Portugal a acordar de um longo atraso a preto e branco, isolacionista e ultramarino. Deste Portugal que morreu há 3 décadas, muitos de nós ainda não fizemos lutos colectivos. Pouco falamos sobre os soldados da Guerra Colonial e sobre a Guerra nas Colónias. Falaram alguns escritores, como António Lobo Antunes, mas não chegou para, colectivamente, tomarmos conhecimento do muito que por lá se passou e do que por cá se passou e passa: os soldados estão no meio de nós! Para fazer história e avançar é preciso memória. Não estou a afirmar que a Guerra Colonial se constituiu como uma “secret-agenda” mas tão somente que “agenda política” foi-o enquanto houve Guerra, foi-o aquando do regresso das tropas. Depois esvaziou-se, implodiu. Pouco se fala das guerras entre utopias que se estenderam por um ano e meio, a seguir ao 25 de Abril, nas cidades e nos quartéis e também nos campos, levadas pelos soldados das urbes. Uma utopia saiu vencedora, a democrática, as outras têm ficado, no decurso destas 3 décadas, pelo caminho da história: uma das últimas deu hoje um grande suspiro moribundo. Com dignidade de Velho, o Comandante despromove-se a soldado e perfila-se na última fila a partir de onde se vê tudo, mesmo que se chegue em último lugar. O espaço democrático tornou-se num aliado do capitalismo: todos temos direitos equivalentes no que ao consumo diz respeito; as diferenças entre a maioria e as minorias são tão abissais que aquelas consomem indirectamente as práticas destas lendo revistas mundanas ou cor-de-rosa. É preciso reinventar a utopia Socialista para a pôr no espaço democrático.
Como resposta à pergunta, penso que os departamentos de Mulheres, nomeadamente o Departamento de Mulheres do Partido Socialista, podem e devem reflectir sobre os conteúdos das “agendas políticas” que nem sempre contêm aquilo que achamos importante e relevante para o avanço da democracia que só pode sê-lo quando se quebrarem as barreiras dos segredos e quando se construir a força da paridade. Não contêm porque as “agendas políticas” estão construídas sobre um não-dito, um segredo, não voluntário, não consciente, que consiste na reprodução social da sinapse que liga o neurónio do poder ao neurónio do masculino. Cabe às mulheres, no espaço do Socialismo, revelar esse não-dito. É este “o animal que espeta os cornos no destino” como diria Natália Correia. E ninguém nos vai dar esse animal. Temos que o conquistar. Só assim o Socialismo será Democrático e a Democracia Socialista.
[1] Falecido há pouco tempo (2007). Terá, nesse momento, prevalecido uma visão esteticista a uma perspectiva ética?
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Vera Santana
Socióloga e socialista
Lisboa, 20 de Fevereiro de 2008
Pensar livremente sobre as “secret-agendas” ou conquistar “o animal que espeta os cornos no destino” (1 de 2)

As feministas e as académicas estudiosas do género falam em “secret-agendas” para designar um conjunto de posições e disposições sociais (Bourdieu) dificultadoras do acesso das mulheres a lugares de topo, em vários (ou quase todos?) os campos. Assim, no campo da música erudita ou clássica, são poucas as maestrinas, as coordenadoras de naipes de instrumentos tradicionalmente masculinos, as compositoras, etc. Alma Mahler queixava-se de, por Gustav, ter deixado as suas composições musicais na gaveta. Mas também revela, na biografia que escreve sobre o ex-marido, que este, lidas as composições, as elogiava. Se ambas as afirmações são verdadeiras, e assim o cremos, não terão deixado de induzir à Alma - como comunicação paradoxal que são (Bateson) - perplexidade e imobilismo no campo da música. Imobilismo que Alma quebrou das maneiras que quis, soube e pôde, amando, viajando e escrevendo.
Os efeitos das “secret-agendas” fazem-se sentir nos lugares de poder, de decisão, nomeadamente nos cargos políticos e, do mesmo modo, nos cargos das estruturas sindicais portuguesas[1], como se pode ver pelas taxas de feminização das organizações sindicais, por nível de estrutura sindical e por tendência sindical, sintetizadas no quadro cuja leitura nos dá a percepção dos lugares de poder onde os efeitos institucionais são mais intensos.
Taxas globais de feminização das organizações sindicais, por nível de estrutura sindical, incluindo os cargos de topo – e por tendência sindical
Sindicatos pluridistritais
CGTP - 41 % / 59%
UGT - 58% / 42%
Sindicatos não pluridistritais
CGTP - 34% / 66%
UGT - 36% / 54%
Federações
CGTP - 24% / 76%
UGT - 40% / 60%
Uniões
CGTP - 23,5% / 75,5%
UGT - sem dados
Cúpulas (Centrais Sindicais)
CGTP - 22,6% / 77,4%
UGT - 22% / 88%
Topo (Presidentes / Secretários-Gerais)
Ora o conceito de “secret-agendas” contém um parâmetro de “segredo”. Segredo de quê, face a quê, perante quem? O segredo reside no desconhecimento que os actores e as actrizes sociais têm das causas e dos efeitos das acções sociais individuais e colectivas. Não se trata de “teorias da conspiração” mas sim de algo não-revelado porque fortemente inscrito nas instituições materiais e simbólicas. Sabemos que as instituições servem para facilitar o agir colectivo com a finalidade de manter a coesão social. Por hábito, não passamos a vida a interrogar as instituições; no quotidiano, não temos tempo nem para questionar as rotinas, quanto mais as instituições. A rotina -duche-vestir o bebé-tirar o jantar do congelador-vestir- entrar no carro – deixar o bebé no infantário- picar o ponto- não permite interrogações sobre a sequência que construímos para, precisamente, podermos ir pensando noutras coisas quotidianas menos rotineiras (pagar a prestação da casa, levar o carro à oficina, telefonar para o Lar da Avó, etc.). Pensar sobre as instituições, é algo que fica por fazer. Durante o dia, recebem-se umas piadas políticas via email que consolam porque cristalizam o mal-estar impotente. Sempre fomos um país criador de anedotas cuja finalidade é, apenas, a de destapar a tampa para deixar sair um pouco de vapor sem que a pressão estoure a panela ou a vida. Ao fim do dia repetem-se as rotinas, fecha-se a porta, olha-se para a televisão, trocam-se ternuras.
A sociedade continua coesa porque “tudo está no seu lugar”, a tampa vai deixando sair os vapores. Aos fins-de-semana discute-se entre amigos e amigas e família. Vê-se futebol na TV ou no estádio. Discute-se futebol, discutem-se também as imperfeições gritantes do processo democrático (as injustiças sociais e as corrupções gigantes) discute-se o nosso processo, o português, o que nos está mais perto e é mais familiar. Discutem-se as pequenas quezílias, nomeadamente a partilha das tarefas domésticas. Discutem-se, portanto, as instituições – política, família, etc. – o seu funcionamento, os seus agentes de poder, as suas mudanças. A discussão vai desvendando razões e causas das macro e das micro imperfeições. Sem dúvidas que as micro-imperfeições têm vindo a ser ultrapassadas porque dependem em certa medida da acção directa dos actores e das actrizes sociais: muitos pais-homens mudam fraldas, fazem o jantar, deitam as crianças.
A pouco e pouco, e também por via dos media, alguns segredos das agendas dos poderes intra-familiares vão sendo revelados e regulados, nomeadamente por quadros jurídicos. A nível macro-institucional, alguns grupos vão implementando tímidas medidas de paridade, oferecendo às mulheres quotas situadas entre 25% e 35%, não apenas porque os homens sejam “naturalmente” apegados ao poder mas sobretudo porque têm uma enorme sinapse que liga o neurónio do poder ao neurónio da masculinidade. E nós, mulheres, temos sinapses equivalentes, quando nos deliciamos a comprar roupinhas cor-de-rosa para uma bebé recém-nascida ou um lindíssimo vestido rodado e com um maravilhoso laço para a festa de aniversário da menina que já não é bebé e um pouco gracioso fatinho de marujo para o bebé menino e um livro de divulgação científica para o rapazinho que cresceu.
Socióloga e socialista
Lisboa, 20 de Fevereiro de 2008
sexta-feira, fevereiro 15, 2008
quinta-feira, fevereiro 14, 2008
quinta-feira, novembro 15, 2007
segunda-feira, novembro 12, 2007
quarta-feira, novembro 07, 2007
domingo, outubro 28, 2007
terça-feira, outubro 23, 2007
Divulgação académica

No próximo dia 7 de Novembro terá lugar na FNAC Chiado um debate sobre a revolução russa, no momento em que se passam 90 anos da revolução. Na mesa estarei eu, que farei uma apresentação breve do número especial da História dedicado ao tema; o Carlos Taibo, professor da Universidade Autónoma de Madrid e profundo conhecedor da Rússia pós queda do muro, que falará sobre o significado histórico do fim da URSS e o Antóno Louçã, jornalista e investigador, que vai falar sobre a actualidade da revolução russa.
Segue em anexo o cartaz do evento
Raquel Varela
Por razões que se prendem com a própria FNAC o debate sobre a revolução russa, com Carlos Taibo e António Louçã, foi alterado para as 19:30 do mesmo dia, dia 7 de Novembro. O local mantém-se, FNAC Chiado.
Um abraço
Raquel Varela
quinta-feira, outubro 18, 2007
Os despojos da aliança – A Grã-Bretanha e a questão colonial portuguesa – 1945-1975

Uma nova investigação sobre o salazarismo, a Inglaterra e a descolonização portuguesa para conhecer no próximo dia 19 de Outubro, sexta-feira, pelas 18h, na Casa Fernando Pessoa. O livro de Pedro Aires Oliveira (docente no Departamento de História da Faculdade de Ciências Sociais e Humanas da Universidade Nova de Lisboa e chefe de redação da revista Relações Internacionais) «Os despojos da aliança – A Grã-Bretanha e a questão colonial portuguesa – 1945-1975» será apresentado por José Medeiros Ferreira e por Francisco José Viegas. A edição é da Tinta-da-China.
Só gente de qualidade, como se vê. É de estar.
terça-feira, outubro 16, 2007
Curso de História Contemporanea

No El Corte Inglês.
Parece que tem a chancela cá da casa.
Fica a apresentação e o programa.
Todas as sessões são às 19 horas e terão a duração de 2 horas. As inscrições são no El Corte Inglês.
Entender Portugal hoje. Subsídios para uma história do século XX português.
«Portugal, medo de existir». Este é o titulo do best seller de José Gil, onde o filosofo português reflecte, longamente, sobre a sua história recente, a sua relação com o autoritarismo, com a democracia, com a pós-modernidade. Aí procura responder à questão: o que somos, hoje, como País? O que inscrevemos como personagem colectiva e qual a relação com nós próprios?
Na contagem decrescente para o centenário da implantação da República, e num momento re-interesse no nosso passado recente, multiplicam-se os contributos de reflexão historiográfica.
Mas, será que nos entendemos? Essa é a nossa questão primordial. A razão do curso. Entendemos o que é Portugal hoje, o que foi, e em que medida o que fomos é o que somos. Perderemos… o medo de existir?
Pretendemos, neste I Curso de História Contemporânea, proporcionar uma viagem ao século XX português e, aí, procurar as pistas para melhor entendermos Portugal.
Propomos uma jornada de 10 momentos, apresentados sequencialmente, num percurso cronológico através de quatro regimes - Monarquia Constitucional, República, Estado Novo e Democracia - , com passagens tranquilas, de transição, com relatos de culturas de massas e uma interessante perspectiva feminina.
Este caminho será orientado por um conjunto de convidados de prestígio, numa dinâmica onde a interligação entre académicos consagrados e jovens investigadores é intencional, num ambiente que se quer inter-geracional, enérgico, vivo e propício ao debate informado e construtivo.
No final desta experiência esperamos ter contribuído para uma renovada reflexão e interpretação da história contemporânea portuguesa.
É esta a nossa proposta:
Sessão 1. Portugal, século XX. Uma leitura de conjunto.
Luís Salgado Matos
José Reis Santos
22 Outubro
Sessão 2. Portugal 1900.
Ricardo Revez
António Ventura
24 Outubro
Sessão 3. A I República e a Modernidade
Fernando Catroga
Joao Bonifácio Serra
29 Outubro,
Sessão 4. Republica Velha versus República Nova
Alice Samarra
Antonio Araújo
31 Outubro;
Sessão 5. Cultura popular e cultura de massas no Portugal do século XX
Daniel Melo
Antonio Pedro Vasconcelos
5 Novembro,
Sessão 6 O Fascismo existiu em Portugal? Entender as origens do Estado Novo.
José Reis Santos
Goffredo Adinolffi
7 Novembro,
Sessão 7. O pós-guerra e a definição do Portugal moderno
Maria Fernanda Rollo
Pedro Faria
12 Novembro,
Sessão 8. A questão colonial e o a questão social no Marcelismo
Cláudia Castelo
Fátima Patriarca
14 Novembro,
Sessão 9. Para uma História das mulheres no século XX português
Maria Antónia Palla
Anne Cova
19 Novembro
Sessão 10. Portugal: A transição, a Europa e o Futuro
Maria Inácia Rezola
António Costa Pinto
21 Novembro
O curso, com vagas limitadas, é gratuito e requer inscrição prévia. No final do curso será entregue um diploma de participação a quem tenha assistido a nove das dez aulas.
O Curso tem dez sessões e será leccionado na Sala de Âmbito Cultural no Piso 6 do El Corte Inglês em Lisboa, de 22 de Outubro a 21 de Novembro de 2007, pelas 19 horas.
Cada sessão é composta por duas partes de 1 hora, com intervalo.
O curso é dirigido por José Reis Santos.
segunda-feira, outubro 08, 2007
Divulgação académica
O CIES - Centro de Investigação e Estudos de Sociologia do ISCTE, em colaboração com o Departamento de Sociologia do ISCTE, Têm a honra de convidar V. Exa. a estar presente na conferência proferida pelo Bruno de Witte, Instituto Universitário Europeu de Florença
Sexta-feira 19 de Outubro, pelas 18h00
“The rules of change in the European Union: the lost balance between rigidity and flexibility”
Relator: António Goucha Soares (ISEG, Universidade Técnica de Lisboa)
Coordenadores: Luís de Sousa & Catherine Moury
Apoios: FCT, British Council e Fundação Calouste Gulbenkian
Auditório Afonso de Barros (Ala Autónoma) – ISCTE
Avenida das Forças Armadas, 1649-026 Lisboa
R.S.S.F. (até ao dia 18 de Outubro) 217 903 077 / 217 941 404 • e-mail: ana.ferreira@iscte.pt
terça-feira, outubro 02, 2007
Divulgação académica

Saudações cordiais,
João Arsénio Nunes
José Neves
Organização: Centro de Estudos de História Contemporânea Portuguesa do ISCTE
Coordenação: João Arsénio Nunes e José Neves
Apoios: ISCTE Edições 70 Le Monde Diplomatique - Edição Portuguesa Fundação para a Ciência e a Tecnologia
Sessões às 17h30 ISCTE Auditório B203 (Edifício II)
11 OUT: Comunismo e Ciência. Com Frederico Ágoas, Gisela da Conceição e Maria Carlos Radich.
18 OUT: Teatro e cinema. Com passagem do filme de Slatan Dudow/B. Brecht, Kuhle Wampe ou A quem pertence o mundo, 71’, 1933. Com Maria Helena Serôdio e Vera San Payo de Lemos.
25 OUT: Entre Movimento Negro e Marxismo: Genealogia dos Movimentos de Libertação da África Lusófona. Com António Tomás. [Excepcionalmente esta sessão é no Auditório Silva Leal do ISCTE].
30 OUT: Marx e o Projecto Comunista. Com José Barata Moura.
8 NOV: Da URSS à Rússia (I). Com Carlos Taibo.
15 NOV: Da URSS à Rússia (II). Com Luís Carapinha.
22 NOV: A Rússia Soviética entre o Ocidente e o Oriente: Geopolítica para uma Ambivalência Identitária. Com Mário Machaqueiro.
29 NOV: Comunismo e Democracia. Debate sobre o livro de Luciano Canfora, A democracia, história de uma ideologia (Lisboa, Edições 70, 2007). Com Luciano Canfora, Filipe do Carmo e João Arsénio Nunes.
6 DEZ: Lenine e Cinema: Eisenstein e Vertov. Com passagem do filme de Dziga Vertov, Três Canções sobre Lenine, 62’, 1934. Com Fernando Guerreiro.
13 DEZ: História do Futebol na URSS. Com James Riordan.
sábado, setembro 22, 2007
Redescoberta.
As (sete) postas em causa são do Pedro Arroja, e versam essencialmente sobre a vida académica, comparando a (triste) realidade lusa com experiências adquiridas por terras canadianas ou finlandesas. De muita qualidade, as considerações do Pedro Arroja, a necessitarem da Loja alguma reflexão para um futuro próximo. Um tema muito actual e pertinente, sem dúvida.
Vejam e digam se não tenho razão...






