Descaradamente roubado daqui.
And the dreamers? Ah, the dreamers! They were and they are the true realists, we owe them the best ideas and the foundations of modern Europe(...). The first President of that Commission, Walter Hallstein, a German, said: "The abolition of the nation is the European idea!" - a phrase that dare today's President of the Commission, nor the current German Chancellor would speak out. And yet: this is the truth. Ulrike Guérot & Robert Menasse
quarta-feira, março 30, 2011
terça-feira, novembro 30, 2010
A Bélgica também já está na berlinda
Cada vez mais o fim do Euro aproxima-se, se nada for feito.
Tem de haver um perdão de dívida aos países periféricos. A Irlanda não vai aguentar taxas de juro de 5,8% para empréstimos de "amigos".
Com amigos destes, não é preciso inimigos.
Se o endividamento sobe a um ritmo superior ao crescimento do PIB, o país nunca será viável em termos financeiros. Isto é uma conclusão óbvia.
Os bailouts estão assim condenados a falhar.
A Grécia e a Irlanda receberam o beijo da morte. Seremos nós os próximos?
segunda-feira, novembro 29, 2010
sábado, novembro 27, 2010
terça-feira, novembro 23, 2010
segunda-feira, novembro 22, 2010
quinta-feira, novembro 18, 2010
Começou a corrida aos bancos na Irlanda?
This is what happens when you in constant denial of a problem. It gets on top of you. The FT reports this morning that corporate customers have been pulling out their deposits from Irish banks, amid signs of fading confidence in the banking system. Irish Life & Permanent said corporate customers had withdrawn €600m, more than 11% of total deposits, during August and September. The FT report says there is evidence that another deposit crunch is happening right now, as confidence faded that the Irish banking sector is able to fund itself if, and when the ECB scales backs its emergency funding. But even the ECB funding had not been sufficient as Irish central bank had to provide €20bn in exceptional liquidity assistance outside the ECB programme. And, wait for it, Brian Lenihan, the Irish finance ministers, tells the world that the Irish banks had no funding difficulties.
(via Eurointelligence)
(sublinhados nossos)
sábado, setembro 18, 2010
A Irlanda fez tudo o que a direita apregoua. Expliquem lá porque não funcionou.
E é verdade, a Irlanda fez tudo o que estes senhores apregoam. Fez cortes, baixou salários, the works.
Assim, como explicam os doutos senhores “donos” dessa solução milagrosa que, ontem, quer a Irlanda quer o FMI tenham vindo a público desmentir a intervenção daquela organizaçãr naquele país? Expliquem lá como é que “A combination of costly bank bailouts, anemic growth and the worst budget deficit in the European Union has stoked fears of a full-blown debt crisis in Ireland”? A solução não era óbvia? Não eramos nós, os mauzões dos socialistas, que não queriamos ver o que o Mundo (excepto os EUA) já tinha visto?
Pois é. Afinal parece que estavam errados. Parece que, afinal, não há uma solução milagrosa. Vamos lá “arregaçar as mangas” e trabalhar um pouco mais.
domingo, junho 15, 2008
Irish People
Vincent Van Gogh, Potato Eaters, oil on canvas, 1885. Van Gogh Museum, Amsterdam
"Comedores de batatas", de Van Gogh, Museu Van Gogh em Amsterdão, primeira obra importante do pintor, exprime a dureza da vida dos camponeses; um "interior holandês" (1) rural, frugal, familiar, coloquial. Na Holanda, a alimentação tradicional é, como na Irlanda, à base de batata (continua a ser: croquettes e empadão). Desconhecia a vertente, triste e escura - entre o neo-realismo e o expressionismo? - do pintor dos países baixos que um dia quis ser pastor protestante no seu país do Norte e acabou, devido a um des-gosto-amoroso, por partir para França, colorir campos de trigo dourados com corvos negros e girassóis verdes e amarelos, amar, auto-mutilar-se, enlouquecer e suicidar-se sob o Sol do Sul. No quadro, os exagerados nódulos dos dedos dos camponeses mostram os efeitos do peso do arado que revolve a terra, as descomunais mãos, duras e grossas abrem-se para semear e fecham-se para recolher... e, entre os dois gestos, repousam inertes e sem função (2) sobre os joelhos.
III. Futebol?
Porque não ligo ao futebol, nem as vitórias da equipa portuguesa nem os belos (dizem) golos dos nossos jogadores me servem de penso rápido. Desabafo com os meus redondos botões "Batatas! Bolas!".
1. Ironizo, invocando, por antinomia, os "interiores flamengos" do século de ouro (séc.XVII) pintados por Vermeer, elegantes, doces, tranquilos, de poucas palavras faladas, letrados e musicados; mãos que não trabalham a terra podem tocar espineta. Mãos que têm outras mãos para tocar nos produtos agrícolas (cf. o quadro " A Leiteira") têm tempo e saber para desfolhar epístolas, olhando longamente através da janela (cf. o quadro "Mulher vestida de azul lendo uma carta").
Vermeer, 1663-1664, Rijskmuseum, Amsterdam
2. Excepto a função de reposição de forças para o trabalho.
segunda-feira, maio 21, 2007
quinta-feira, maio 17, 2007
Hello People!
Um Abraco!
P.S. - Desculpem a falta de acentos, mas estes estrangeiros nao sabem o que e isso!
sábado, abril 28, 2007
So You Want To Be Taoiseach


