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sábado, julho 20, 2013

Negociações IV

As negociações acabaram em fracasso. Começou o "passa-culpas".

Resultados: o governo ganhou um grande balão de oxigénio, e o PS foi metido na confusão.

Terá sido isto o objectivo de Cavaco?



quarta-feira, julho 17, 2013

domingo, julho 14, 2013

Salvação Nacional

Sempre que oiço falar em "salvação nacional", pergunto-me sempre qual é o país, ou países, que nos declararam guerra e nos vão invadir.



quarta-feira, junho 26, 2013

Mas quantos é que são precisos?

O meu amigo e camarada Diogo Moreira pergunta aqui "Qual é o Plano B?".
 
Percebo as razões da sua pergunta. Tem andado distraido com várias coisas e não apanhou muito do que se passou nestes últimos dois anos.
 
Fazendo uma resenha, tudo começou com a rejeição do Plano A, também conhecido como PEC IV.
 
Astérix a falar aos seus companheiros de resistência
Ao ser rejeitado o Plano A, teve-se de fazer o Plano B, que foi conhecido a 3 de Maio de 2011 e cujo nome foi "Memorando da Troika". Tal foi devidamente saudado por uma pátria que desejava a entrada de poderes estrangeiros neste canto cheio de gente que "não se governa nem se deixa governar" tendo como únicos resistentes Astérix e os seus companheiros.
 
Apresentando o programa de governo (ou não)
Como o Plano B parecia leve demais, o novo "governador romano" decidiu, por toutatis, ir além do memorando (chamemos-lhe Plano B1) ao apresentar o seu programa de governo.
 
Acho que podemos, numa média de aumento de letra por renegociação, considerar que o actual memorando em vigor (chamemos-lhes E1, correspondente à seis negociações para incremento de letra e mais uma - a sétima - que lhe dá a versão 1 da letra E).
 
Como vês, há muito que passámos o Plano B.
 
O que está a ser proposto, desde há muito, quer pelo Partido Socialista e seu Secretário Geral António José Seguro, quer pelo Partido Socialista Europeu (PSE/PES) e seus grupos (como, por exemplo, o S&D) são caminhos alternativos.
 
Completamente diferentes? Não. Mas suficientemente diferentes e, principalmente, que partem de um princípio diferente.
 
Partem dos seguintes pressupostos:
  1. Que o problema é Internacional (no caso, e principalmente, Europeu);
  2. Que é necessário a solidariedade europeia para o resolver;
  3. Que é necessário crescimento para o resolver;
Quanto aos nossos "primos europeus": agora que os problemas lhes começam a bater à porta (insistentemente) também terão todo o interesse em resolver o problema de outra maneira.
 
Mas para isso é necessário procurar informação sobre esta vertente.

terça-feira, junho 25, 2013

Qual é o plano B?

Quase todas as soluções aventadas pelos partidos políticos da oposição, para resolver a tragédia económica e social em que o país está metido, parecem ter em comum a ideia de que a resolução dos nossos problemas passa pela alteração das condicionantes europeias da nossa situação. Desde a ideia do BCE imprimir dinheiro, passando pela mutualização da dívida à escala europeia, eurobonds, etc.

E no entanto, pouca ou nada se diz sobre as razões que levariam os nossos congéneres europeus a proceder a tal ateração radical. E pior, existe um silêncio quase ensurdecedor sobre soluções nacionais, que possam efectivamente resolver os nossos problemas, caso os nossos “primos europeus” decidam manter-nos no rota do abismo da austeridade.

Eu, como cidadão, gostava de saber qual é o plano B, para o caso de na Europa acontecerem apenas as mudanças necessárias para que nada mude realmente. Algo que a UE é pródiga em fazer.

Qual é o plano B?

sábado, maio 04, 2013

Triste previsão


A continuarmos com esta política louca de austeridade, nós vamos inevitavelmente sair do Euro.

E a maioria irá aplaudir essa decisão.


sábado, abril 06, 2013

Crise Política?

Não é tanto o chumbo das medidas do Orçamento de Estado de 2013, por parte do Tribunal Constitucional, que pode despoletar uma crise política, mas sobretudo a forma como o governo irá reagir a este acórdão. 

Como vimos no caso da Taxa Social Única, a estupidez deste governo, e de Passos em particular, nunca deve ser subestimada. 

quinta-feira, abril 04, 2013

Mais de dois meses

Nuno Crato vai dar uma entrevista hoje, às 23h, à SIC Notícias. 

Estou em pulgas para saber o que vai dizer sobre o processo de licenciatura do Relvas, em especial o facto de ter o relatório há mais de dois meses numa gaveta...

segunda-feira, março 25, 2013

Chipre

Todas estas situações na União Europeia que culminam (por agora) nesta situação do Chipre são demonstrativas da necessidade de aprofundamento do projecto europeu, nomeadamente na vertente política.
 
Torna-se evidente que é necessário:
  • Orçamento Europeu;
  • Poder político europeu legitimamente eleito;
Sem o primeiro o €uro continuará extremamente confuso.
Sem o segundo andaremos sempre ao sabor das eleições de cada país (nomeadamente dos economicamente mais fortes)

sábado, março 16, 2013

O fim?

Tenho um feeling, que quando se fizer a história do fracasso do euro, o momento crucial não será a Grécia, a Irlanda, Portugal, Espanha ou Itália, mas sim o pequeno Chipre...



A Tragédia deste Desgoverno Agrava-se

Nem a Troika confia em Passos, Gaspar, Relvas, Portas e Cavaco.

Porca miséria.




sexta-feira, março 15, 2013

Esperança

O maior crime deste desvoverno não é o dinheiro que nos está a sugar, ou a miséria que está a propagar por todos os cantos do nosso país, mas sim estar a destruir a esperança de todos nós. Sistematicamente e insidiosamente.

Um povo sem esperança, é um povo sem futuro.



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