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quarta-feira, junho 26, 2013

Mas quantos é que são precisos?

O meu amigo e camarada Diogo Moreira pergunta aqui "Qual é o Plano B?".
 
Percebo as razões da sua pergunta. Tem andado distraido com várias coisas e não apanhou muito do que se passou nestes últimos dois anos.
 
Fazendo uma resenha, tudo começou com a rejeição do Plano A, também conhecido como PEC IV.
 
Astérix a falar aos seus companheiros de resistência
Ao ser rejeitado o Plano A, teve-se de fazer o Plano B, que foi conhecido a 3 de Maio de 2011 e cujo nome foi "Memorando da Troika". Tal foi devidamente saudado por uma pátria que desejava a entrada de poderes estrangeiros neste canto cheio de gente que "não se governa nem se deixa governar" tendo como únicos resistentes Astérix e os seus companheiros.
 
Apresentando o programa de governo (ou não)
Como o Plano B parecia leve demais, o novo "governador romano" decidiu, por toutatis, ir além do memorando (chamemos-lhe Plano B1) ao apresentar o seu programa de governo.
 
Acho que podemos, numa média de aumento de letra por renegociação, considerar que o actual memorando em vigor (chamemos-lhes E1, correspondente à seis negociações para incremento de letra e mais uma - a sétima - que lhe dá a versão 1 da letra E).
 
Como vês, há muito que passámos o Plano B.
 
O que está a ser proposto, desde há muito, quer pelo Partido Socialista e seu Secretário Geral António José Seguro, quer pelo Partido Socialista Europeu (PSE/PES) e seus grupos (como, por exemplo, o S&D) são caminhos alternativos.
 
Completamente diferentes? Não. Mas suficientemente diferentes e, principalmente, que partem de um princípio diferente.
 
Partem dos seguintes pressupostos:
  1. Que o problema é Internacional (no caso, e principalmente, Europeu);
  2. Que é necessário a solidariedade europeia para o resolver;
  3. Que é necessário crescimento para o resolver;
Quanto aos nossos "primos europeus": agora que os problemas lhes começam a bater à porta (insistentemente) também terão todo o interesse em resolver o problema de outra maneira.
 
Mas para isso é necessário procurar informação sobre esta vertente.

terça-feira, junho 25, 2013

Qual é o plano B?

Quase todas as soluções aventadas pelos partidos políticos da oposição, para resolver a tragédia económica e social em que o país está metido, parecem ter em comum a ideia de que a resolução dos nossos problemas passa pela alteração das condicionantes europeias da nossa situação. Desde a ideia do BCE imprimir dinheiro, passando pela mutualização da dívida à escala europeia, eurobonds, etc.

E no entanto, pouca ou nada se diz sobre as razões que levariam os nossos congéneres europeus a proceder a tal ateração radical. E pior, existe um silêncio quase ensurdecedor sobre soluções nacionais, que possam efectivamente resolver os nossos problemas, caso os nossos “primos europeus” decidam manter-nos no rota do abismo da austeridade.

Eu, como cidadão, gostava de saber qual é o plano B, para o caso de na Europa acontecerem apenas as mudanças necessárias para que nada mude realmente. Algo que a UE é pródiga em fazer.

Qual é o plano B?

sábado, maio 04, 2013

Triste previsão


A continuarmos com esta política louca de austeridade, nós vamos inevitavelmente sair do Euro.

E a maioria irá aplaudir essa decisão.


sábado, março 16, 2013

O fim?

Tenho um feeling, que quando se fizer a história do fracasso do euro, o momento crucial não será a Grécia, a Irlanda, Portugal, Espanha ou Itália, mas sim o pequeno Chipre...



quarta-feira, novembro 16, 2011

A Goldman Sachs domina o Mundo (ou pelo menos a Europa)

Goldman Sachs.jpg

Ex-funcionários da Goldman Sachs:

Mário Draghi - Governador do Banco Central Europeu

Mário Monti - Primeiro-ministro de Itália

Lucas Papademos - Primeiro-ministro da Grécia

António Borges - Director do FMI para a Europa

E aposto que muitos mais os irão seguir nesta vaga tecnocrática...

segunda-feira, novembro 14, 2011

Notícias gélidas da CDU de Merkel

Acaba de ser aprovada no Congresso Nacional da CDU, o partido de Angela Merkel, uma resolução que considera que deve ser permitida a saída de Estados-Membros da Zona Euro, sem que isso implique a saída da própria UE.

Obviamente sendo uma resolução partidária, não vincula o governo alemão, mas é uma boa indicação de onde está a cabeça dos membros da CDU neste assunto.

Para bom entendedor...

terça-feira, novembro 08, 2011

E ainda dizem que os mercados são racionais

As taxas de juro das obrigações italianas a 10 anos, ultrapassaram hoje as das Filipinas e da Indonésia.

Neste momento, ou o BCE começa, rapidamente, a imprimir moeda como se não existisse amanhã, ou o Euro, e a UE, estão tramados.

Esqueçam o FEEF e Eurobonds. Já ninguém acredita neles.

Neste altura, na minha opinião, existe uma elevada probabilidade de saída da Grécia do Euro, que poderia desencadear um processo em cadeia, que levaria a uma saída forçada de mais 4 ou 5 países da moeda única.

Para nos irmos preparando...

quinta-feira, outubro 27, 2011

Ironia Europeia

Para tentar combater a desalavacagem da economia europeia, vamos usar um Fundo Europeu de Estabilização Financeira alavancado.

Cheira-me que caminhamos para um 2007/2008 de maiores proporções...

terça-feira, setembro 20, 2011

Como uma desgraça nunca vem só...

O governo esloveno acaba de cair, por ter perdido uma moção de confiança no Parlamento.

Como o calendário eleitoral eslovaco só permitirá eleições em Dezembro, ou adiamos até aí a ractificação da expansão do fundo europeu de estabilidade financeira, ou a Eslovénia não participa (algo que eles devem ter pena...).

Veremos como cairá isso na Alemanha...

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