Mostrar mensagens com a etiqueta Austeridade. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta Austeridade. Mostrar todas as mensagens

segunda-feira, outubro 15, 2012

Alguém me explique

Como é possível que o Orçamento de Estado saia do Conselho de Ministros, se o CDS é frontalmente contra?

O Paulo Portas não tem coragem para romper a coligação, por isso o CDS é um verbo de encher?

Ou o Portas está a tentar fazer de todos nós parvos?

São Bento

NewImage

Hoje, a Casa da Democracia vai-se tornar no palácio dos ladrões. 

Hoje, começa a maior roubalheira da história portuguesa. 

Amaldiçoados sejam todos aqueles que votarem a favor deste orçamento criminoso!

segunda-feira, setembro 17, 2012

As coisas que o Raposo descobre

Até ao passado dia 14 de Setembro de 2012 Henrique Raposo - e outros como ele - explica-nos várias vezes que as gorduras do estado eram enormes e que a máquina despesista Socialista tinham levado o seu aumento até ser insuportável.

A partir de dia 15 de Setembro de 2012 Henrique Raposo explica-nos que a dívida são salários.
 
Não consigo imaginar porque mudou o argumento...

Éramos um bocadinho mais que 10.000


sexta-feira, setembro 14, 2012

Fugiu-te a boca para a verdade

Na entrevista de Passos Coelho à RTP ontem

Vitor Gonçalves: "Acha que há limites para os sacrifícios que um governo pode pedir aos portugueses?"

Passos Coelho: "Claro que sim."

Vitor Gonçalves: "Já não ultrapassamos esses limites?"

Passos Coelho: "Claro que sim."

(via Shyznogud)

quinta-feira, março 08, 2012

Passos mentiu ao Parlamento: O caso Lusoponte

"Secretário de Estado confirma que Estado pagou a dobrar, e que o dinheiro não será devolvido"

-------------------------------------------------------------------------------------------

"Lusoponte reconhece que recebeu a dobrar mas não pretende devolver"

-------------------------------------------------------------------------------------------

"PM garante que não há duplo pagamento à Lusoponte"

-------------------------------------------------------------------------------------------

"Governo não vai prescindir do valor pago à Lusoponte"

-------------------------------------------------------------------------------------------

A história parece ser simples: o Governo deu 5 milhões de euros por engano à Lusoponte, e agora não tem a coragem política para os exigir de volta.
Forte com os fracos, e fraco com os fortes parece ser o lema deste governo.
Será que o Companheiro Ferreira do Amaral já enviou um cartão de agradecimento a Passos pela "oferta" de 5 milhões de euros?
E para quando a demissão do Secretário de Estado Sérgio Monteiro?


sexta-feira, fevereiro 24, 2012

Até o New York Times já percebeu. Apenas o nosso governo ainda não.

"Portugal’s policy makers are understandably confused by the reaction of the markets to their heroic efforts to cut the budget deficit in the face of a rapidly contracting economy. The risk premium on Portuguese government bond has risen to double digit levels while it has fallen for everybody else, except Greece.

But the problem of Portugal is not fiscal policy. It is the excess consumption of the private sector, which for more than 10 years now has become used to spending much more than its income. This can be seen in the large current account deficits the country has run (over 10 percent of G.D.P. for more than 10 years). Their cumulative effect is now a net foreign debt worth more than 100 percent of G.D.P."

(...)

"At first sight one is tempted to say: so what? Why should the markets worry if Portuguese households continue to consume on credit? As long as the government gets its accounts under control, the risk premium on government debt should decline. However, markets factor in a simple lesson learned from this crisis: excess private debt becomes, in the end, public debt. The losses that Portuguese banks are likely to experience when their customers cannot repay their debt as the economy spirals downward will in all likelihood become public debt – just as in Ireland and Spain. What matters in the end is the total debt (public plus private) of the country."

quarta-feira, fevereiro 22, 2012

Pergunta inconveniente e inevitável

Quando a Grécia sair do Euro, quais são as hipóteses de conseguirmos aguentar-nos na moeda única?

A grande ilusão grega

"More to the point, the plan assumes that Greece’s politicians will stick to what they’ve agreed, and start selling off huge chunks of their country’s patrimony while at the same time imposing enormous budget cuts. Needless to say, there is no indication that Greece’s politicians are willing or able to do this, nor that Greece’s population will put up with such a thing. It could easily all fall apart within months; the chances of it gliding to success and a 120% debt-to-GDP ratio in 2020 have got to be de minimis.

Europe’s politicians know this, of course. But at the very least they’re buying time: this deal might well delay catastrophic capital flight from Greece, and give the Europeans more time to work out how to shore up Portugal if and when that happens. Will they make good use of the time that they’re buying? I hope so. Because once the Greek domino falls, it’s going to take a huge amount of money, statesmanship, and luck to prevent further dominoes from toppling."

Felix Salmon, Reuters

quinta-feira, dezembro 01, 2011

Os feriados

Durante anos venderam-nos a ideia que tinhamos feriados a mais. Nunca o PS, ou a esquerda, conseguiu desmentir esta ideia.
Agora sabemos que a proposta deste (des)governo é acabar com o 5 de Outubro e o 1 de Dezembro. São curiosas as opções deste (des)governo, sabendo-se das "forças" que influenciam este governo.
Mas também é curioso que nunca o 10 de Junho, o feriado mais querido do Estado Novo, esteve em consideração para desaparecer.
São opções que se registam!

A persistência do erro

Quando a Grécia pediu ajuda externa foi-lhe imposto um pacote de austeridade para poder cumprir com as metas do défice e da dívida pública.

Após estes anos já se percebeu que a ajuda à Grécia se tornou numa enorme Tragédia Grega.

Com Portugal passou-se o mesmo. Um pacote de austeridade a acompanhar o empréstimo. Percebe-se essa opção do lado de quem empresta. Não é objectivo deles que nós tenhamos uma melhor vida. O que eles pretendem garantir é que, findo o prazo, tenhamos dinheiro para pagar. Como obtemos esse dinheiro não lhes interessa.

Após a aplicação das primeiras medidas de austeridade, a recessão do próximo ano já foi revista, aumentando-a, como aliás havia ocorrido com a Grécia.

Na última conferência de imprensa foi feita a comparação entre o caso português e o caso grego. A resposta dos técnicos da troika foi, no mínimo, desconcertante: connosco iria dar certo pois somos um povo mais ponderado que o grego. Além de sermos considerados de mansos, a opinião dos técnicos da troika poderia ser, também, algo como "temos fé que dê certo!"

Não será de estranhar que as medidas que estão presentes no OE2012  não sirvam para nada. Torna-se necessário pensar em novas medidas para resolver o problema.
E que novas medidas são essas?

Tentar dinamizar a economia?

Promover o consumo?

Não. As medidas serão mais austeridade. Tirando Camilo Lourenço e José Gomes Ferreira, todos já percebemos que este caminho é o caminho do abismo. E o governo quer que nós o percorramos sorrindo!


Se calhar o futuro que nos resta é mesmo aquele indicado pelo Secretário de Estado da Juventude e Desporto. Porque somos governados por pessoas que nem sequer reconhecem um erro, muito menos que estão a persistir nele!

quarta-feira, julho 06, 2011

Sobre as crîticas ao corte de rating da Moody's

O paradoxo das críticas ao corte de rating da Moody's, é que as conclusōes a que chegam são acertadas numa perspectiva económica.

A dívida portuguesa é insustentável, e não haverá austeridade que a torne sustentável.

Assim sendo, mantendo os paradigmas actuais da UE, Portugal irá falir.

Siga a banda.



Pesquisar neste blogue