
And the dreamers? Ah, the dreamers! They were and they are the true realists, we owe them the best ideas and the foundations of modern Europe(...). The first President of that Commission, Walter Hallstein, a German, said: "The abolition of the nation is the European idea!" - a phrase that dare today's President of the Commission, nor the current German Chancellor would speak out. And yet: this is the truth. Ulrike Guérot & Robert Menasse
sábado, janeiro 18, 2014
quarta-feira, janeiro 30, 2013
O Costa de ontem
António Costa terá medido bem o impacto da sua novela de ontem nos seus apoiantes, nos lisboetas, e nos portugueses em geral?
sexta-feira, dezembro 07, 2012
Isto faz-me lembrar o Santana Lopes
Palpita-me que ainda não é desta que o Marquês vai parar de dar dissabores na Praça do Município.
terça-feira, setembro 18, 2012
A sorte favorece os audazes?

Aqui que ninguém nos ouve, António Costa tem muita sorte de estar toda a gente concentrada na crise da TSU, e na desagregação do governo.
Esta história da birotunda do Marquês tem todos os ingredientes para correr mal.
segunda-feira, setembro 17, 2012
quarta-feira, novembro 09, 2011
António Costa no caminho certo para a sua reeleição
Até que enfim que António Costa começou a fazer algo pela sua reeleição.
terça-feira, novembro 08, 2011
António Costa: Sempre na cruzada de tornar a sua reeleição mais difícil
"o presidente da Câmara Municipal de Lisboa espera poder receber em breve o Benfica no Paços do Concelho, tal como aconteceu após a conquista do campeonato nacional no final da época 2009/2010.«Espero que tenha sido um ensaio para várias recepções nos Paços do Concelho. Esta era uma boa época para voltar a receber o Benfica», expressou António Costa, entrevistado pelo canal televisivo do clube da Luz."
Quando é que António Costa pede desculpa por estas declarações infelizes?
quinta-feira, agosto 26, 2010
quarta-feira, agosto 12, 2009
Entretanto em Lisboa
Está explicado! Ninguém conhece a lista de candidatos autárquicos da coligação liderada por Pedro Santana Lopes porque não há lista!
A distrital do PSD Lisboa reuniu ontem para aprovar as listas, mas não conseguiu aprovar as listas para a cidade de Lisboa. Diz o presidente da distrital que existem “pormenores” para serem resolvidos. Nada de muito grave. Apenas “questões burocráticas”. Tensões? Não! Bem, mais ou menos. Segundo Carlos Carreiras as "tensões" dentro do partido a propósito da formação das listas é "normal", mas "não foi esse o motivo pelo qual as listas ainda não foram todas hoje apresentadas". Seja lá qual for o motivo, o líder da distrital do PSD de Lisboa garante que “durante a próxima semana todas as questões estarão resolvidas!
Ainda bem que o líder da distrital do PSD Lisboa assegura que “durante a próxima semana” os problemas estarão resolvidos! É que, para os mais desatentos, o prazo para entrega de listas termina na 3.ª feira da próxima semana!
Graça Fonseca, no Unir Lisboa.
quinta-feira, julho 23, 2009
quinta-feira, julho 02, 2009
Encontros com o Presidente
Julgo ser a primeira iniciativa deste género pela parte de um Presidente de Câmara, em Portugal, o que aumenta o nível do seu significado e reforça a ideia da governação «para as pessoas» promovida pelo António Costa em Lisboa.
É ainda um sinal de que as redes sociais já entraram, definitivamente, na arena política, agora com uma maturidade e significância bem mais premente que em anos anteriores. Esse facto tem sido muito visível nas recentes campanhas eleitorais (pelo menos desde a última presidencial), mas ainda não tinha atingido, de forma consistente, as cúpulas institucionais. E o facto de ser o Presidente da CML a promover o encontro, e não o candidato, significa que as redes sociais alcançaram a sua maioridade e que são hoje tratadas com a dignidade que a sua relevância merece. Finalmente.
Eu estarei por lá, a twittar e a blogar.
segunda-feira, fevereiro 16, 2009
Baixa de Lisboa
Deixem-me ainda acrescentar que, vivendo numa cidade como Bruxelas (Capital da Europa), sem carro, sou cada vez mais defensor de políticas agressivas para com o transporte individual. No centro de Bruxelas as pessoas vivem, não passam ou passeiam. E muitas pensam, para quê o carro? Vivo no centro, estou perto de tudo, o dinheiro que o carro me custa por mês (gasolina, portagens, leasing) dá bem para procurar uma outra qualidade de vida. E procuram.
(tema a regressar)
Entretanto, recebi um par de emails com a explicação apresentada pelo Presidente da CML (excelente apresentação, diga-se), que convosco partilho.
sexta-feira, fevereiro 13, 2009
Trânsito na Baixa
Vou pôr foice em seara alheia, que é como quem diz vou comentar a questão de fechar a baixa ao trânsito, partindo da troca de palavras entre o José Gomes André e a Fernanda Câncio. Estou à vontade pois não moro na Baixa, nem sequer em Lisboa. Mas acho uma excelente ideia fechar o trânsito naquela zona da cidade. Claro que o argumento utilizado pela Fernanda não foi o mais feliz (“poder apanhar um táxi e sair à porta das lojas”) mas desvalorizar a questão por causa de um argumento infeliz é campanha, não troca de ideias.Pessoalmente, defendo o fecho do trânsito na Baixa não por causa das lojas, até porque os lojistas já podiam ter dado um sinal de querem alterar as coisas, mudando/estendendo o horário que estão abertos ao público (qualquer coisa que permitisse combater os centros comerciais, até porque aquela zona da cidade tem tudo para ser um centro comercial a céu aberto, com as vantagens e desvantagens que isso trás) mas para transformar essa zona da cidade numa zona de vida cultural e de lazer de excelência. Como? Organizando teatros de rua, permitindo aos artistas da(s) escola(s) de circo que ali actuem (só dois exemplos), juntando a isso a oferta já existente na área, promovida pelo Coliseu, o Politeama e o Teatro Nacional. Isto, claro, combinado com um policiamento capaz e com os restaurantes e lojas abertos até mais tarde.
Digam lá se não valia a pena fechar o trânsito…
P.S. – e quanto aos utilizadores das vias adjacentes, acontecia-lhes o mesmo que aconteceu quando deixou de ser permitido aos veículos pesados no Terreiro do Paço, junto ao rio: encontraram outros caminhos!
quarta-feira, outubro 15, 2008
Petição pelo Bairro Alto
To:
Ao Sr. Presidente da Câmara Municipal de Lisboa,
Somos frequentadores, moradores e comerciantes do Bairro Alto, e estamos visivelmente satisfeitos com as decisões tomadas por V.Exa. relativas à limpeza das ruas deste bairro típico da cidade e à promoção da segurança nessas mesmas ruas.
Contudo, de forma alguma podemos concordar com a limitação do horário de funcionamento dos bares até às 2 horas da manhã.
O Bairro Alto, principalmente desde a chegada do Metropolitano à estação da Baixa-Chiado, tem-se tornado o espaço nocturno por excelência de Lisboa. Não só devido a esse facto, mas porque muitos e muitos cidadãos preferem aquelas ruas, aquele espaço, toda uma envolvência que o torna o espaço ideal da cidade para estar à vontade com os amigos, um espaço de alegria e diversão como nenhum outro, decididamente insubstituível.
É, para além disso, a zona de diversão nocturna mais procurada pelos estrangeiros que visitam Lisboa, onde podem jantar numa zona tão típica e também divertir-se.
Um encerramento dos bares às 2 horas vai proceder a um corte abrupto na tão animada vida nocturna do Bairro Alto. Os frequentadores dos bares, na sua grande maioria, não estão interessados em dirigir-se a qualquer discoteca, dentro ou fora do Bairro. A muitos não lhes agrada qualquer outra zona da cidade para sair à noite.
Aliás, a grande maioria das outras zonas de diversão nocturna, ou mesmo todas, estão ocupadas por espaços de filosofia totalmente diferente.
Não é também por acaso que moradores e comerciantes não concordam com tal medida. Os moradores sabem que muito do seu ganha-pão provém da actividade hoteleira ali exercida. E que a consequência prática da imposição desse horário de encerramento será inevitavelmente a perda brutal de receitas, transferidas para outras zonas da cidade ou mesmo para os hipermercados, pois se calhar muita gente passará a optar por festas em casa...
Por outro lado, essa medida é totalmente contraditória com o recente estabelecimento, através do Governo e da Carris, do serviço shuttle a ligar o Bairro Alto a Belém entre as 22.00 e as 5.00, bem como com o reforço da Rede da Madrugada nas noites de fim-de-semana e vésperas de feriado para intervalos de 30 minutos, medidas essas que representam um substancial incentivo ao uso do transporte público e à não utilização de automóvel para saídas nocturnas, e que como tal são sem dúvida merecedoras dos maiores elogios.
Não podemos deixar de ter em conta que o Bairro Alto é a zona de diversão nocturna mais bem situada da cidade em termos de transportes públicos, não só pela estação de metro Baixa-Chiado e pelos autocarros, designadamente o 202, como também por se encontrar muito próximo dos Restauradores, Rossio e Cais do Sodré. E não será certamente por acaso que a Carris escolheu o Cais do Sodré para terminal da grande maioria das carreiras da Rede da Madrugada.
Por fim, queremos alertar para os problemas de segurança que podem vir a verificar-se por consequência do novo horário. Não só uma saída em massa de pessoas à mesma hora de uma mesma zona pode causar problemas a vários níveis, designadamente por a possibilidade de ocorrência de rixas aumentar substancialmente (o que não acontece com o horário actual, atentas as características da zona, que leva a que as pessoas vão saindo aos poucos), como a diminuição do número de pessoas presentes pode levar a que certas áreas se tornem apenas frequentadas por indivíduos cuja presença em quase exclusivo se torne intimidadora para a generalidade dos cidadãos, facto que prejudicará em última análise e acima de tudo os comerciantes.
Por isso, Sr. Presidente, apelamos a que o horário de abertura dos bares no Bairro Alto se mantenha até às 4 horas, sendo que tal horário, como é certamente do seu conhecimento, apenas se efectiva aos fins-de-semana, pois durante a semana os bares fecham não depois das 2 horas.
Viva o Bairro Alto !
Com a mais elevada consideração,
Sincerely,
The Undersigned
(Quem concordar pode assinar aqui.)
quarta-feira, setembro 24, 2008
Maria Keil e o Metropolitano – Um esclarecimento necessário

A blogosfera por vezes tem destas coisas. Boas intenções são deturpadas e as suas consequências imparáveis. Parece que este texto d'As causas de Júlia (que conhecemos aqui) causou tanta confusão na blogosfera que muitos (nós inclusive) pensámos que se estava hoje a destruir a obra da Maria Keil no Metropolitano de Lisboa. Afinal nada disso é verdade, a destruição ocorreu há mais de 10 anos, e quer este Governo, quer a Câmara Municipal de Lisboa, quer a Administração do Metro de Lisboa ou mesmo o Ministério das Obras Públicas nada tem a ver com o caso.
Publicamos a resposta colocada n'As causas de Júlia na íntegra porque nos sentimos - indirectamente - responsáveis pela dimensão da situação criada, pois aqui mostrámos a nossa indignação ao que pensámos ser um atentado à memória e aqui solicitámos que subscrevessem a petição entretanto colocada online.
Deixamos o texto:
Um texto despretensioso deste blog acabou por dar origem a um autêntico furacão internético, e está a provocar algumas dores de cabeça à autora e aos visados. Peço, por isso, a vossa atenção para o esclarecimento que se segue.
Tudo começou com um apontamento breve inscrito neste blog a propósito dos 94 anos de Maria Keil no dia 9 de Agosto. De passagem, lembrei a história dos painéis que a Maria fez para o Metropolitano de Lisboa entre finais dos anos 50 e inicio dos 70 e que, aquando das obras de ampliação do metro, nos anos subsequentes foram parcialmente destruídos – tendo a estação dos Restauradores sido a mais afectada, acabando a obra de Maria Keil naquela estação por ficar completamente destruída; mas a celeuma na altura foi tanta e a Maria insurgiu-se de tal forma, que fez com que a administração do Metropolitano repensasse os processos da renovação que estava a ser efectuada, voltando atrás e acabando mesmo por encomendar à artista uma das novas estações, precisamente aquela que está há anos para ser inaugurada, a estação de São Sebastião, e que Maria Keil tem pronta, prevendo-se que o seja em 2009 aquando dos 50 anos do Metropolitano.
A verdade é que o assunto foi sanado e ultrapassado, até pela própria autora, e a referência que lhe fiz neste blog, nomeadamente com a transcrição de parte substancial da entrevista dada por Maria Keil a António Melo, em 1999, pretendia apenas lembrar esse episódio lamentável, sem quaisquer outras motivações nem acusações a ninguém.
Acontece que a chamada blogosfera é um meio de comunicação particularmente propício a leituras apressadas e frequentemente incorrectas da realidade. E a internet, pela capacidade de difusão rápida que permite, torna-se muitas vezes veículo, mesmo que involuntário, de meias verdades que a seguir se transformam em pequenas mentiras, as quais por sua vez degeneram não raras vezes em verdadeiras calúnias.
Foi mais ou menos isto que se passou com esta história. A partir deste apontamento, o assunto voltou a ser abordado, de forma mais contundente, no blog do Samuel, que na altura saudei, o qual foi por sua vez citado em numerosos outros espaços, com mais um ou outro pormenor, uma ou outra acusação.
A partir daqui gerou-se uma autêntica bola de neve que culminou com a criação, no blog de uma indignada “petição online” (que reproduz, no essencial, o texto do blog de Samuel) onde se exorta “o Conselho de Gerência do Metropolitano de Lisboa a, rapidamente, diligenciar obter os desenhos dos painéis destruídos e mandar executar, à empresa que produziu (a Viúva Lamego) novos painéis”.
Pelo meio ficam prosas para todos os gostos, umas a pedirem que o Ministro da Cultura se retrate, outras a pedirem explicações à administração do Metro, todas a dizerem mal do actual Governo e/ou da Câmara Municipal. Até Manuel António Pina embarcou na onda e escreveu uma crónica, com a qualidade irrepreensível que o caracteriza, clamando contra os “responsáveis”.
Tudo isto porque alguém tresleu as minhas palavras e catapultou para a ribalta, eventualmente com boa intenção, uma guerra que não existe – mas que, naturalmente, está a incomodar profundamente a Maria Keil. Porque é óbvio que nem o actual governo nem a administração em exercício do Metropolitano têm qualquer coisa a ver com o assunto (as obras em causa têm mais de dez anos!) e em parte alguma do texto que, involuntariamente, originou esta “tempestade” se diz que “no Metropolitano de Lisboa há juristas muito bons, que descobriram não ser obrigatório pedir nada, nem indemnizar a autora, exactamente porque ela não cobrou um tostão que fosse pela sua obra”. Essa foi, precisamente, uma leitura (extemporânea) do Samuel, e que acabou por funcionar como o fósforo que ateou a fogueira – acabando o fogo por se estender à imensa floresta dos blogs!
Há com certeza muitos motivos para discordar das políticas do governo e criticar o primeiro-ministro José Sócrates. Mas este não é, em definitivo, um deles. E só por desatenção, má fé ou desonestidade intelectual poderemos continuar a alimentar esta guerra sem sentido. Daí o meu apelo a que, de uma vez por todas, se ponha cobro a este lamentável episódio. De que, pela parte que me toca, desde já me penitencio. Mas que pode ter, pelo menos, a vantagem de nos levar a reflectir sobre o peso das palavras mal interpretadas e sobre as consequências de uma leitura apressada ou negligente daquilo que nos aparece no espaço virtual.
Desde já, as minhas desculpas públicas a Maria Keil.
Chamo a atenção para uma entrevista recente da autora, sobre o assunto.
sexta-feira, setembro 12, 2008
Sobre o acordo com Helena Roseta
segunda-feira, agosto 18, 2008
Lisboa Antiga


terça-feira, julho 15, 2008
Lisboa e Graffitis
ver aqui a entrevista com um dos promotores dos encontros do Bairro Alto sobre os «graffitis»:
e aqui a reportagem do Sociedade Civil, da Fernanda Freitas, na 2.
como no pasa nada?
Vejo com agrado que a aposição PSD na CML vai seguindo com atenção o que se promove por parte do PS em Lisboa (Concelhia + CML). Não percebi se tivestes no Altis ou se lestes nos jornais o que por lá se passou.
Para tua informação foi uma sessão muito participada, livre e crítica, onde muito de discutiu e debateu, com muitas e boas intervenções (como a do Rui Godinho, da Lúcia Sigalho e a de muitos militantes de base).
A da Margarida Vila Nova foi uma das mais emotivas e pessoais da noite e, devo acrescentar, das mais mal interpretadas. Ela, ao dizer «não passa nada» fez um dos mais rasgados elogios a este executivo camarário (eu acho).
Talvez alguns já se tenham esquecido o que foi o desgoverno e o descrédito do consulado Carmona, mas eu não. Não quero com isto dizer que tudo está perfeito, não. Não quero com isto dizer que o trabalho está concluído, claro que não, ainda há muito que fazer. Quero apenas referir que a CML retirou-se do ciclo noticioso (e vicioso) em que se encontrava na administração de direita e que a apresentava, aos olhos dos munícipes e do país, de forma vergonhosa.
Hoje nada disto se passa. A Câmara funciona. Hoje a CML volta a ser pessoa de bem. Isto, porque nada se passa. Trabalha-se.

