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quarta-feira, junho 01, 2011

Liberdade de Expressão ou Falta de Educação?

É notícia, hoje, "um protesto em plena sala de almoço contra o encerramento de uma escola privada em Penafirme devido aos cortes de financiamento do Estado". Sem querer entrar em discussões sobre esta questão do privado que só tem lucro à conta do subsídio do estado, estes senhores também deviam de aprender a ter educação.
Não estou a falar da educação que se aprende nas escolas, mas da educação que se aprende na família. Uma das coisas que se aprende é que a nossa liberdade termina onde começa a dos outros.
Estes senhores têm todo o direito de se quererem manifestar. Têm todo o direito de preferirem a escola só para alguns, aqueles que conseguem pagar uma mensalidade elevada pelo ensino (que é somada ao subsídio pago por todos nós).
O que não têm o direito é de virem provocar para a "casa dos outros" e pensarem que esses outros ficam impávidos e serenos a ouvir estes energúmenos.

Claro que se olharmos para o folheto, percebemos qual a real intensão desta, digamos, gente. Manifestações sem qualquer intuito partidário (e é curioso ver a CDU ligada aos outros parceiros da troika).

sábado, maio 28, 2011

Unidade de Propósito

Passos Coelho, e o PSD, dividem sempre os seus ataques entre o PS e o CDS, obrigando sempre este último a responder, provocando assim uma espiral crescente de conflito, dentro da própria direita.

Como é óbvio, isto apenas reforça a presença mediática de Portas e do CDS, ao mesmo tempo que se transmite um temor do PSD face a um pequeno partido que, acredito, seja um dos principais motivos para a desmobilização do eleitorado social-democrata, o que explica como o PSD não descola do PS.

Por seu lado, o PS só tem um alvo: o PSD.

Para os socialistas, CDS, CDU e BE é como se não existissem.

Uma distinção pequena, mas que faz toda a diferença.

sexta-feira, outubro 29, 2010

Sinais de Mudança

Pedro Passos Coelho a tecer os planos do Lado Negro da Força A RTPn está a dar à mais de 30 minutos um comício em formato de tempo de antena, disfarçado de notícia, de Pedro Passos Coelho, numa conferência do Diário Económico.

Fica-se à espera que os "suspeitos do costume" (31's, blasfemos e afins) venham agora falar da Liberdade de Expressão, da qualidade da RTP, da necessidade da sua privatização, do Serviço Público.

E, já agora, o Francisco Balsemão. Que isto de ficar sem este comício em formato de tempo de antena disfarçado de notícia... Tem de arranjar uma entrevistazinha com o Pedrito.

sábado, julho 25, 2009

Desafio para a Junta da Pontinha

Neste ultimo sábado encontrei uma amiga que é formada em educadora de Infância ou algo envolvendo este saber.

Referiu ter enviado o CV para alguns jardins de Infância e as respostas dadas já em entrevistas foram no mínimo preocupantes. Desde o facto de oferecerem uma remuneração mensal muito aquém do esperado para alguém que se quer profissional e conhecedor da área, a “moldarem” desde logo que os pais aqui do sitio, entenda-se, com posses, eram especiais… Enfim, MAU… J Tudo isto aqui nas Colinas do Cruzeiro, Urbanização que ao que parece tem uns pais muito permissivos com as regras que os supostos Educadores de Infância e profissionais da área deveriam impor aos seus queridos filhos… O miúdos podem tudo… Se é que me entendem!

O que senti aqui, vi, revi noutros sítios por esta Lisboa fora, e porque não dizer, Portugal.

Bom, isto apenas para vos fazer perceber, que aqui onde habito, onde supostamente mora gente com alguma “formação Cívica”, se anda a criar monstrinhos…

Os miúdos de amanhã. Arrogantes, birrentos, egoístas… Imaginem o resto. E ainda faltam aqueles que por não terem nada, se tornam em proporções idênticas nos mesmos moldes egoístas, birrentos e arrogantes…

Toda a conversa com esta minha amiga me levou a fazer alguma reflexão sobre que tipo de gente e comunidade que nos rodeia a todos… Sobre todos os círculos que nos irão envolver, quais os tipos de interacção que nós, Políticos, e todos aqueles com responsabilidade na sociedade civil, precisaram de ter e criar para “educarmos” estes filhos dos “outros” mas filhos de Portugal. Será que esta gente conhece o sentido família, valores, limites? O preconceito de certeza que sim…

Como estou aqui a tentar desenvolver e definir temas para a campanha na Junta da Pontinha, situação análoga e transversal a quem aceitou mais um desafio a bem das comunidades locais e para o futuro da sociedade futura, gostaria que pudéssemos desenvolver algum saber, ou pelo menos indo debate-lo através “daqui”.

Eu acho o desafio tentador. Digam de vossa justiça.

quinta-feira, fevereiro 26, 2009

The Blame Game

Parece que a crise que grassa na Península Ibérica tem dois culpados. Parece que é inacreditável como tais personagens não previram o que está a acontecer. E quem ler mais um bocadinho sabe que só existe mais um responsável, para além destes, para que esta situação ainda não tenha terminado.

Tudo isto me fez lembrar uma campanha que fiz há uns anos atrás. Englobado no projecto PES Activists, fui até à Irlanda fazer
campanha (que também teve os seus momentos de descontracção) pelo Labour Party irlandês. O resultado é conhecido. Manteve-se no poder o partido que lá estava e o Labour Party irlandês falhou o seu objectivo de chegar novamente ao governo via coligação.

Um dos factores para esta vitória foi exactamente o crescimento económico. Acontece que, ao contrário do que se calhar seria de esperar, se há país que tem sofrido na União Europeia com a crise, é exactamente a Irlanda. Tendo andado uma semana de porta em porta a fazer campanha pelos candidatos do Labour Party, e sendo nós da mesma família política, dá vontade de dizer I told you so. A crise não é culpa exclusiva da direita, nem da esquerda, nem do centro. É de todos. Dos governos e das oposições. Da falta de regulamentação dos mercados e da ambição desmesurada.

Mas não é esse o objectivo deste texto.

Toda esta prosa é simplesmente para dizer que este ano, com as suas três eleições no espaço nacional, não é o melhor ano para se discutir medidas. A partir de domingo à tarde, após o final do XVI Congresso Nacional do PS, começa oficiosamente a pré-campanha eleitoral. E é nestas alturas que se começa a jogar esse famoso jogo – The Blame Game.


It's time to Play the Game!

terça-feira, agosto 26, 2008

Campaigning

José --

I am so lucky to be married to the woman who delivered that speech last night.Michelle was electrifying, inspiring, and absolutely magnificent. I get a lot of credit for the speech I gave at the 2004 convention -- but I think she may have me beat.You have to see it to believe it.
And make sure to forward this email to your friends and family -- they'll want to see it, too.

You really don't want to miss this.

And I'm not just saying that because she's my wife -- I truly believe it was the best speech of the campaign so far.

Barack

Campaigning

José --
My mom, the girls, and I left home in Chicago and got to Denver yesterday. What a beautiful city! The convention started this morning, and everyone here is getting ready for the big week. All the work you've done is at the heart of what's happening here, and our team filmed a short video to give you a look behind the scenes at the convention center. Take a minute to check out the video and share it with your friends: (here)
This week, folks from across the country will get to know Barack and our family a little better. Tonight I'm giving a speech at the convention, and I'm planning to share a few stories about the Barack I know -- the husband, the father, and the man who shares my dreams for our girls, for this country, and for our future. Before my speech, we're also going to show a video introducing our family to families across the country. Make sure to turn on your TV at 10:30 p.m. EDT (8:30 p.m. MDT) to see it, or you can watch here.
This is such an important moment, and I hope you'll join me by tuning into the convention tonight and all week long.
Thanks,
Michelle

quarta-feira, julho 11, 2007

Debate

Sem tempo para escrever com mais reflexão, uma pergunta rápida: que raio de programa pós debate foi aquele na RTP-N, no Porto (???), com 1 comentador (???).
É por essas e por outras que a RTP-N nunca passará de um apendice infectado no corpo da RTP, enquanto que a SIC e a SicNot coabitam e articulam do melhor que se faz em política televisiva...

domingo, julho 08, 2007

4 - 12 - 15


Caro Paulo,

Em primeiro lugar, parabéns pelo quarto aniversário do Bloguítica. É, hoje, mais que uma referência da blogosfera. Parabéns.

Depois, respondendo à tua pequena «provocação» respondo com simplicidade, apresentando-te dois números: 12 e 15.

12 são o número de candidatos à presidência da CML. Bons e maus, mais bem preparados ou autênticos pára-quedistas, a verdade é que 12 concorrentes dividirão entre si o bolo eleitoral de 15 de Julho, dificultando, naturalmente, alguma grande concentração de votos.

O outro número é o 15. O dia das eleições. 15 de Julho, como deves de imaginar, é o dia onde muitos lisboetas saem para férias, chegam de férias, ou estão furiosos por não estarem de férias. É, sem dúvida, a pior data eleitoral dos últimos anos, e eu tenho muitas dúvidas que a votação chegue aos 50%. Ora perante este cenário António Costa é dos candidatos mais afectados (não é o único, no entanto), uma vez que o seu eleitorado, mais ao centro, é exactamente aquele que está a entrar ou a sair da cidade para, literalmente, ir a banhos. Isto sem contar com os veraneantes de ocasião, que aproveitam o fim-de-semana para sairem da capital.

Estas são duas explicações muito básicas, espécie de 101 da política autárquica.

Resumo. Muitos candidatos - voto mais distribuído. Eleições marcadas para o meio do período de férias - poucos eleitores - candidato centrista muito afectado.

Posso, se quiseres, adiantar algumas explicações adicionais, que requerem já uma abordagem um pouco mais elaborada (que pode ter a ver com conceitos como voto flutuante, distribuição por método de Hondt, eleitorado fixo, abstenção, etc).

Se queres a minha opinião, acho incrível é como ainda pode ser possível atingir a maioria absoluta, como ainda se fala nisso. Em como aindas falas nisso. Em qualquer cenário competitivo tal situação seria impensável. Ao falares nisso só vens dar razão a quem, como eu pensa só haver um candidato à presidência da CML, sendo todos os outros apenas candidatos a vereador. Ao resumires os temas da campanha à questão da maioria absoluta só vens lembrar que só António Costa pode aspirar ao (bom) governo da câmara, e que, nesse sentido, todo e qualquer voto noutro candidato só enfraquecerá o próximo executivo, que se quer capaz de resolver a inacreditável situação em que se encontra Lisboa.


Sabia-te descrente. Mas não te sabia assim tão descrente... (e, admito, fiquei surpreendido com a tua falta de paciencia para com António Costa, tratando-o como se ele fosse um bandido vulgar, um político sujo e um cidadão-militante partidário de suspeita)

Ah, e isto não é sabonete, é um programa. Um programa para a cidade de Lisboa que, ao contrario do normal, é exequível. Se quiseres, também tens em versão reduzida

Para terminar, permite-me devolver a questão: como podes achar assim tão impossível que António Costa possa ter uma maioria que o permita governar, por 2 anos, a CML? Não consideras que Lisboa necessita de estabilidade política que lhe permita sair do buraco onde está? Ou defendes a ingovernabilidade, a anarquia como estado político? (é uma estranha posição para quem estuda a política, admito). Talvez defendas a política avulso, negociando a metro, com quem melhor convier para cada momento?

Não deve ser a política assumida e sufragada?

Sem coligações pré-eleitorais assumidas, quem quiser dotar a próxima CML de um governo estável e dar a Lisboa uma possibilidade de sair da trágica situação onde se encontra só tem um voto possível: António Costa. Tudo o resto ameaça prolongar esta crise.

[Texto também publicado no Costa do Castelo]

sexta-feira, julho 06, 2007

Comicio do Parque Mayer - Prelúdio

Como acabei agora a montagem da peça que se segue, tomei a liberdade de roubar ao Carlos Castro, via Tugir e Abrir Lisboa, o seguinte texto introdutório.

Muitas pessoas usufruiram de um bom comício, numa noite bastante agradável, num local emblemático da cidade e bastante revelador da degradação a que Lisboa chegou com a gestão camarárias dos últimos seis anos. O Parque Mayer é o exemplo do que não pode continuar a ser tolerado em Lisboa: degradação e desleixo.
António Costa explicou bem por que a Câmara Municipal precisa de contar com uma maioria estável. Além de ter referido duas condições que só a candidatura do PS apresenta aos lisboetas: um programa claro e uma equipa qualificada para o cumprir, só com estabilidade no órgão executivo, isto é, uma maioria, será possível arrumar a casa nestes dois anos de mandato. A Câmara tem de ser parte da solução, não um problema e obstáculo para a cidade como tem sido.
Por outro lado, nenhuma candidatura, como vários candidatos já fizeram saber esta semana, mostra interesse em ser parte integrante de uma solução municipal.
Só uma maioria claramente inequívoca pode arrancar Lisboa do atraso a que tem estado votada nos últimos seis anos.


Não Apaguem a Memória!

Eleições intercalares para a Câmara Municipal de Lisboa

Em 5 de Outubro de 2005, um conjunto de cidadãos reuniu-se junto à antiga Sede da PIDE/DGS, reafirmando o protesto público contra a conversão daquele edifício em condomínio fechado, sem que nele figurasse qualquer menção adequada à memória da resistência de tantas portuguesas e portugueses à Ditadura do Estado Novo que vigorou durante quase 50 anos.
Desta iniciativa cívica resultou a criação do Movimento “Não Apaguem a Memória! movimento plural e aberto que, ao longo de quase dois anos, realizou diversas acções nos locais simbólicos da resistência à Ditadura e desenvolveu uma série de contactos com os Órgãos de Soberania, Assembleia da República e Governo, a nível central e local, bem como com Ordens Profissionais (Arquitectos e Advogados).

Motivado pela exigência da salvaguarda, investigação e divulgação desta memória colectiva, este conjunto de iniciativas culminou com a entrega ao Presidente da Assembleia da República de uma Petição, actualmente em discussão na Assembleia da República, subscrita por mais de seis mil cidadãos, para que seja cumprido – em colaboração com o conjunto dos poderes públicos e a sociedade civil – o “Dever de Memória” do Estado português.

Porque sem memória não há Futuro.
Lisboa, à imagem do País, teve ao longo dos 48 anos de ditadura um longo percurso de momentos e locais que conduziram ao 25 de Abril.
No momento em que estão na ordem do dia as eleições intercalares para a Câmara Municipal de Lisboa, o Movimento Cívico Não Apaguem a Memoria! entende questionar as candidaturas às eleições intercalares de Lisboa sobre qual a posição que a Câmara Municipal de Lisboa deve assumir face a:
1. Criação de um Museu da Resistência e da Liberdade situado no centro histórico de Lisboa sendo para o efeito utilizadas as instalações da antiga cadeia do Aljube.
2. Criação, organização e manutenção de um Núcleo museológico localizado no edifício-sede da ex-PIDE/DGS, em Lisboa, que venha dignificar a memória do sofrimento causado a tantos portugueses que por lá passaram (aliás no seguimento dos compromissos assumidos pela anterior vereação)
3. Construção de um Memorial em homenagem aos presos políticos da Ditadura fascista do Estado Novo.
4. Toponímia urbana que permita assinalar os locais da memória da resistência à Ditadura e da celebração da Liberdade, enquanto património histórico da cidade.
5. Celebração de Protocolos e apoios a iniciativas de divulgação das questões da Resistência e da Liberdade na rede escolar e circuito cultural da cidade de Lisboa (programas temáticos em datas apropriadas).
6. Estimulo à investigação histórica neste domínio, disponibilizando recursos e meios, em colaboração com o Museu da Resistência.
7. Criação do Roteiro da Resistência e da Memória da Cidade de Lisboa.

O Movimento Cívico Não Apaguem a Memória!

quinta-feira, julho 05, 2007

2 life


O Second Life já chegou à campanha.


Segundo me dizem, mais de 7 milhões de pessoas já estão inscritas nesta segunda vida (eu incluido). Nós também lá estamos.
Enfim, que dizer?
Esta candidatura «é muito à frente...»

Leia o resto aqui, no Costa do Castelo.

Lisboa, Cidade Cri@tiva.


Caras e caros amigos
No próximo dia 7 de Julho às 14.30h vamos ter um café-debate sobre Lisboa Cidade Criativa, no Maxime! Junto em anexo o convite. Esta iniciativa conta com a dinamização do António Câmara, do João Caraça, do Henrique Cayatte, do Gustava Cardoso e de muitas outras pessoas ligadas à Sociedade do Conhecimento e da Informação, das Indústrias Criativas e do Conhecimento e pretende ser um espaço aberto à discussão de ideias e propostas para transformarmos Lisboa numa cidade mais criativa e atractiva para as indústrias criativas, do conhecimento, do design e da cultura. Participem conosco nesta discussão! Se puderem, confirmem a vossa presença e de mais quem quiser vir!
Beijos e abraços
Graça Fonseca

quarta-feira, julho 04, 2007

Ler



Mark Kirby, Helena Roseta e o PS, in Costa do Castelo.
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Quando tudo apontaria para que o PS revelasse uma natural dificuldade em lidar com a candidatura de Helena Roseta, eis que a realidade demonstra que é Helena Roseta que tem uma enorme dificuldade em posicionar-se face ao PS.
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Ana Matos Pires, Notas Soltas (I), in Costa do Castelo
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Os desgraçados dos adolescentes (tantas vezes chatos, inconvenientes e irritantes, é verdade) são uns seres da terra de ninguém. Não são pequenos nem grandes. Para mais, não votam…
Mas eu gosto dos tipos, divertem-me. E “amar é amar com e não apesar de”, como dizia a Yourcenar.

Uma nova cidade.

É com muito gosto que vejo que o debate da reorganização administrativa da cidade de Lisboa começa a submergir, ainda que sorrateiramente, na campanha eleitoral.Este é, a meu ver, um debate decisivo para o «terceiro tempo» da cronologia Costa.
Continue a ler aqui, no Costa do Castelo.

quinta-feira, maio 17, 2007

Hello People!



Ola pessoal. Este que vos quer bem da-vos um abraco aqui de Drogheda, perto de Dublin. Isto esta a ser giro, embora muito trabalhoso.

Um Abraco!

P.S. - Desculpem a falta de acentos, mas estes estrangeiros nao sabem o que e isso!

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