And the dreamers? Ah, the dreamers! They were and they are the true realists, we owe them the best ideas and the foundations of modern Europe(...). The first President of that Commission, Walter Hallstein, a German, said: "The abolition of the nation is the European idea!" - a phrase that dare today's President of the Commission, nor the current German Chancellor would speak out. And yet: this is the truth. Ulrike Guérot & Robert Menasse
sábado, setembro 18, 2010
Há outro argumento também muito batido
sexta-feira, julho 10, 2009
Virar a página em Oeiras
Bom, uma já é candidato a uma Câmara!
quinta-feira, maio 14, 2009
Claro que, para a opinião pública, a exoneração é uma prova de culpa
sobre a tua resposta, tenho a dizer:
- Nada;
- Nada - se bem que o conformismo com o estigma chateia-me;
- Aqui alto! Tentar manietar? Li bem? Quem é que está a manietar? Desde que saiu nos jornais a passagem do inquérito a processo disciplinar que só ouvi a Zita Seabra (além do governo, claro está!) a defender a ideia de que se deveria deixar o processo correr os seus tramites normais. Tudo o resto aproveitou a ideia para exigir que o Primeiro-Ministro o exonerasse. Claro que nada disso interessa. O homem tem uma suspeita em cima e portanto há que corrê-lo daqui para fora! O quê? Precedente? Que é isso? Igualdade de Direitos? Nããã, esqueçam! Direito a defesa? Pfff. Para quê?
- Cargos por nomeação ou cargos eleitos são cargos políticos. Nessa óptica (que é a minha) ou punes todos pela suspeita (em total desacordo) ou só punes quando confirmado a culpa por quem de direito. Exemplo: Isaltino está a responder em tribunal. Continua a ser Presidente da Câmara (não com o meu voto, mas isso é outra história). Acho bem. Até ver é inocente. Fátima Felgueiras condenada em tribunal. Continua a ser Presidente da Câmara mesmo após ter sido condenada por crimes cometidos enquanto Presidente da Câmara. Erradíssimo.
Ainda referente ao teu post anterior, há uma altura em que referes "Poderão dizer-me que estamos a crucificar uma pessoa na praça pública, sem sequer se provar que ele é culpado. Essa visão parte de um princípio errado, que aliás foi ilustrado por Rui Tavares no Directo ao Assunto de ontem na RTP-N. Lopes da Mota está a exercer um cargo de confiança política, em comissão de serviço. Isto não é o seu emprego."
Pois não. Nem o lugar de Presidente de Câmara ou de Ministro.
No entanto, reforço que na minha opinião Lopes da Mota deveria, ele próprio, demitir-se ou suspender funções. Como o fez, por exemplo, António Vitorino. Que, como todos sabemos, teve após isso uma carreira pública fulgurante e pujante!