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sábado, abril 27, 2013

Política à Italiana II

A forma como o novo governo italiano foi formado até parece um possível "sonho húmido" da oposição interna do PS. 

António José Seguro ganha as eleições, e depois é outro dirigente socialista que governa o país.

segunda-feira, novembro 19, 2012

Conceitos revolucionários.

 
Sei que são conceitos complicados de perceber para quem acha que uma política de sucesso é empobrecer Portugal e os portugueses. Conceitos revolucionários. Mas é esse o nosso ADN. Revolucionar a situação em busca do progresso e da igualdade de oportunidades
 
Mas, realmente, nós não gostamos de pobres. E por não gostarmos de pobres combatemos a pobreza.
 
Um conceito revolucionário, nos tempos de hoje!

sexta-feira, março 23, 2012

Desabafo (2)

Já não consigo ouvir as lamúrias de "fim do mundo" de certas alas do PS.

Tenho pena, mas já não consigo.

Dá-me raiva.

Desabafo

Já não consigo ouvir o soundbyte da "oposição responsável".

Tenho pena, mas já não consigo.

Dá-me raiva.

quinta-feira, novembro 10, 2011

Observação ao Secretário-Geral do PS

Passar a vida a usar a expressão "o PS tudo fará", em relação à apresentação de propostas que visam minorar o Orçamento da Miséria, raia o insulto da inteligência dos ouvintes, ou espectadores, quando se sabe que o PS se irá abster neste Orçamento. (Ou será que já quer votar a favor???).

Continuemos no caminho da "abstenção violenta mas construtiva", que já vemos o que nos acontece.

terça-feira, novembro 08, 2011

Pergunta à liderança nacional do Partido Socialista

Se o PS já anunciou a sua abstenção "violenta mas construtiva"* ao Orçamento de Estado, qual é o incentivo do Governo em assumir uma posíção de diálogo?

*(se alguém souber o que significa esta expressão mirabolante, por favor que o diga publicamente.)

sábado, novembro 05, 2011

Eu queria continuar a apoiar António José Seguro!

Sabemos quando estamos a caminhar para a idade da experiência quando começamos as frases por qualquer coisa como "Eu sou do tempo em que..."

Pois... Eu sou do tempo em que no PS havia discussão política. Também passei pelo tempo em que o PS seguia o seu líder sem qualquer tipo de discussão, tempos esses normalmente associados a períodos no poder.

Agora abriu-se um novo ciclo. Neste novo ciclo existe um período para discussão política, existe um período para decisões dos órgãos competentes e, soube-se agora, existe um periodo para continuar a discussão e a divisão após a decisão dos órgãos competentes.
Escrevo isto no seguimento da capa do jornal Expresso, hoje, em que António José Seguro informa que queria votar a favor do Orçamento de Estado 2012. Sou, porventura, daqueles que balançava entre a abstenção e o voto contra. Achei, inclusive, que a abstenção na votação na generalidade abriria espaço para a apresentação de propostas para minorar o fortíssimo ataque à classe média com especial incidência nos funcionários públicos e pensionistas. Também fui da opinião, como disse anteriormente, que há coisas mais graves e mais penalizadoras para a sociedade portuguesa no orçamento de estado do que este corte. Nunca, em tempo algum, ponderei a hipótese de votar favoravelmente após a tristemente histórica declaração ao país de Pedro Passos Coelho.

O que eu nunca esperei é que o meu Secretário Geral, o Secretário Geral que eu apoiei e que já vinha a apoiar à algum (bom) tempo - que me fez inclusive não aceitar ir ao último congresso que elegeu José Sócrates - viesse, depois de um período de discussão interna longo (que permitiu até aos comentadores de direita tentarem desviar atenções falando da liderança do PS sem ligarem a uma das maiores promessas de António José Seguro que foi discutir internamente os pontos principais da política portuguesa) ser ele próprio, o Secretário Geral, a lançar mais controvérsia.
 
 
António José Seguro queria votar a favor do Orçamento de Estado 2012. Eu também queria continuar a apoiar António José Seguro na liderança do meu partido. Infelizmente, nenhum de nós poderá fazer o que queria!

Estou sem palavras...

CapaExpresso5Nov2011.jpg

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