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quarta-feira, setembro 24, 2008

O Duplo Critério

Os Obamaníacos não reconhecem um erro de Obama.
Outros há que não reconhecem as fragilidades do seu candidato dilecto. Que dizer de alguém que quer ocupar a Casa Branca e não sabe onde fica a Espanha, nem tampouco que esta é sua parceira na Nato?
Para um expert em Política e Relações Internacionais deixa um bocado a desejar. Aliás, deixa a desejar para o comum do cidadão...

P.S. - Também te fica 'bem' o tentares colar Obama às políticas de Bush e fazeres do John 'não percebo nada de economia e não sei onde fica Espanha' McCain o verdadeiro Maverick...

quarta-feira, dezembro 12, 2007

Protectorado

Bem sei que o meu estimado amigo José Medeiros Ferreira é um entendido e especialista em assuntos internacionais, contemporâneos e históricos. Sei também que tem desenvolvido um interessante trabalho sobre o período da I República, a participação de Portugal na I Guerra e afins. Talvez seja daí a ideia de um novo regime de protectorado internacional para o Kosovo?
Parece ser essa a ideia aqui expressa; mas questiona bem: onde estão as forças?
Eu pergunto, regressando aos anos 20, não haverá por lá cristãos a necessitar de ajuda premente? É que se houvesse, podíamos mandar os franceses. Como não há petróleo não dá para os britânicos. Restam os alemães, que como perderam sempre as guerras nunca foram chamados a protectorar nada; e os parceiros do costume: EUA e Rússia. E eu aposto que eles iam nessa...

sexta-feira, novembro 30, 2007

International pole

Dear friends,
This week in Annapolis, US President George W Bush announced a fresh Middle East peace process. Israel and the Palestinian Authority will "make all efforts" to reach a final agreement by the end of 2008. More meetings are planned in Paris, Moscow and the region. But are these talks a major advance toward peace, or a dangerous smokescreen?
Today, we're launching a global interactive poll -- to see if we, citizens around the world, can do any better. Together we will decide the direction of a powerful global campaign on the Israeli-Palestinian conflict over the coming months, pressing leaders on all sides to make the changes necessary for peace. Just click below to participate in the poll (it should take around 3 minutes), or to view other people's responses:
This poll will decide Avaaz's course on the Israeli-Palestinian conflict -- an urgent global crisis where hope may soon run out. Many diplomats are warning of "devastating consequences" if this peace process is not genuine. But each of us has the chance to make our voice heard, and to act.
There are already over one and a half million people in the Avaaz network. Coming together in this interactive poll, many thousands of us around the world can share our views and look for consensus on the way forward. Some discussions can be difficult. But it's important to have them, and to listen to each other, because then our campaigning together will become all the stronger.
The Israeli-Palestinian conflict is an old problem -- but we are a new global force for democracy. If we can no longer rely on the politicians, generals and diplomats, maybe people power can help tackle the dynamics that have undermined peace before. We can hold our leaders accountable for doing better. And if we agree a way forward, our campaigning could achieve a lot more.
It all starts with this interactive poll -- so click below to share what you think, and find out what others have said: http://avaaz-annapolis.questionpro.com
With hope and determination,
Paul, Galit, Ricken, Graziela, Pascal and the rest of the Avaaz team

segunda-feira, novembro 12, 2007

Rey

Muita polémica tem havido acerca da intervenção do Rey, de Zapatero e de Chavez no «cumbre» IberoAmericano.

Honestamente acho que só Zapatero esteve em grande nível. O Rey surpreendeu pela quebra de verniz, pelo olhar esgalhado e pela impertinência.

Chavez não surpreendeu. Ele é assim mesmo, populista, mal-educado, e desbocado.

Mas vejam e sejam vocês os juízes (este é o vídeo sem cortes, portanto sem notícias e opiniões):


Ortografia unificada

Ortografia unificada
A partir de Janeiro de 2008, os países da Comunidade dos Países de Língua Portuguesa - Angola, Brasil, Cabo Verde, Guiné-Bissau, Moçambique, Portugal, São Tomé e Príncipe e Timor Leste - terão a ortografia unificada.
O português é a terceira língua ocidental mais falada, após o inglês e o espanhol.
A ocorrência de ter duas ortografias atrapalha a divulgação do idioma e a sua prática em eventos internacionais.
Sua unificação, no entanto, facilitará a definição de critérios para exames e certificados para estrangeiros.
Com as modificações propostas no acordo, calcula-se que 1,6% do vocabulário de Portugal seja modificado.
No Brasil, a mudança será bem menor: 0,45% das palavras terão a escrita alterada.
Mas apesar das mudanças ortográficas, serão conservadas as pronúncias típicas de cada país.
O que vai mudar na ortografia em 2008:
- As paroxítonas terminadas em "o" duplo, por exemplo, não terão mais acento circunflexo. Ao invés de "abençôo", "enjôo" ou "vôo", os brasileiros (e os outros) terão que escrever "abençoo", "enjoo" e "voo";
- mudam-se as normas para o uso do hífen no meio das palavras; O hífen vai desaparecer do meio de palavras, com excepção daquelas em que o prefixo termina em `r´, casos de "hiper-", inter-" e "super-". Assim passaremos a ter "extraescolar", "aeroespascial" e "autoestrada".
- Não se usará mais o acento circunflexo nas terceiras pessoas do plural do presente do indicativo ou do substantivo dos verbo "crer", "dar", "ler","ver" e seus decorrentes, ficando correta a grafia "creem", "deem", "leem" e "veem";
- Criação de alguns casos de dupla grafia para fazer diferenciação, como o uso do acento agudo na primeira pessoa do plural do pretérito perfeito dos verbos da primeira conjugação, tais como "louvámos" em oposição a "louvamos" e "amámos" em oposição a "amamos";
- O trema (brasileiro) desaparece completamente. Estará correto escrever "linguiça", "sequência", "frequência" e "quinquênio" ao invés de lingüiça, seqüência, freqüência e qüinqüênio;
- O alfabeto deixa de ter 23 letras para ter 26, com a incorporação de "k", "w" e "y";
- O acento deixará de ser usado para diferenciar "pára" (verbo) de "para" (preposição);
- No Brasil, haverá eliminação do acento agudo nos ditongos abertos "ei" e "oi" de palavras paroxítonas, como "assembléia", "idéia", "heróica" e "jibóia". O certo será assembleia, ideia, heroica e jiboia;
- Em Portugal, desaparecem da língua escrita o "c" e o "p" nas palavras onde ele não é pronunciado, como em "acção", "acto", "adopção" e "baptismo". O certo será ação, ato, adoção e batismo;
- Também em Portugal elimina-se o "h" inicial de algumas palavras, como em "húmido", que passará a ser grafado como no Brasil: "úmido";
- Portugal mantém o acento agudo no e e no o tônicos que antecedem m ou n, enquanto o Brasil continua a usar circunflexo nessas palavras: académico/acadêmico, génio/gênio, fenómeno/fenômeno, bónus/bônus;
Raimul

terça-feira, abril 03, 2007

ADM - WMD

Afinal, o señor Aznar também não sabia...
O señor não deve de ver o seu e-mail com a regularidade desejada, pois demorou alguns anitos a mais a saber [e a reconhecer] o que toda a gente já sabe [e reconhece].

NÃO HAVIA NENHUMAS ARMAS DE DESTRUIÇÃO MACIÇA NO IRAQUE.

Quem sabe um destes dias reconheça que a ETA nada teve a ver com o 11 de Março.
Quem sabe um destes dias reconheça que perdeu as eleições de 2004.



Video via Arrastão [desculpa Daniel, eu sei que ás vezes abuso...mas tem de ser.]

sexta-feira, março 16, 2007

ITD


Aqui já referimos por diversas vezes o projecto do Instituto Transatlântico Democrático. Até agora era ele consubstanciava-se em muitas conversas, alguns almoços e longas trocas de e-mails. Ontem tornou-se realidade.

A apresentação no Grémio Literário (bom sitio para o CLDI fazer alguma iniciativa futura) correu muito bem - apesar de eu ter saído mais cedo para ir para a Luz - confirmei a excelente impressão que tinha da ideia, à qual já me tinha associado, e é agora com prazer que reitero a minha intenção de colaboração, ainda somente a titulo pessoal, a este projecto. A equipa de investigadores já compilada deixa-me a certeza de, pelo menos, haver muita «mão de obra» humana para fazer do ITD um projecto de sucesso. Esperemos novidades.

Na apresentação foram estabelecidos protocolos com o IPRIS, o SOL, a Lusófona e a TVNet.

Aqui pode ver a reportagem Lançamento do ITD.

quarta-feira, março 14, 2007

Divulgação

Ana Gomes, Freitas do Amaral, Mário Soares e Nuno Ramos de Almeida vão discutir, com a moderação de Joana Amaral Dias, os quatro anos da guerra do Iraque e e a possibilidade de uma nova guerra no Irão, no dia 20 de Março, às 21 horas, na Associação 25 de Abril (Rua da Misericórdia nº 95, em Lisboa). A organização é da cooperativa Contraponto numa iniciativa que pretende envolver algumas das pessoas que se opuseram à guerra do Iraque, organizaram a manifestações globais de 15 de Fevereiro ou/e participaram no comício da Aula Magna contra a guerra.

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