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quinta-feira, novembro 11, 2010

De boas intenções...

Parece que a Amnistia Internacional não sabe que, na política internacional, não são todos iguais. Nem sequer iguais, embora uns mais iguais que outros. Não são todos iguais, ponto!

Por isso, o facto da Aministia Internacional exigir uma investigação e o julgamento do antigo Presidente americano, George W. Bush, por este ter assumido, na sua autobiografia "Decision Points" a autorização de tecnicas de tortura (simulação de afogamento) não passa disso, de boas intenções. É como querer investigar líderes de estados totalitários. Boas intenções - inclusive a de tratar toda a gente por igual - mas que não passam disso.

quarta-feira, setembro 10, 2008

Bush continua o seu papel

Parece que afinal o candidato Democrata não é assim tão inexperiente nestas questões internacionais. O que ele vem defendendo há anos, e uma das coisas lhe ten sido apontado como sinal da sua falta de experiência, é agora utilizado pelo Presidente dos Estados Unidos, sob proposta do Pentagono, como evolução dos conflitos (ou da Guerra ao Terrorismo, se quiserem).
Bush continua também, assim, a fazer o seu papel nesta campanha. Papel esse que reforça a opinião que aqui deixei em Julho passado. Efectivar (algum)as políticas do candidato Democrata, retirando a este algumas bandeiras.
De qualquer forma, e por razões óbvias, concordo com esta opção de George W.

quarta-feira, julho 16, 2008

Bush por McCain

Muito se tem discutido o que poderá fazer George W. Bush pela campanha de John McCain. Com os seus níveis de aceitação tão baixos, o medo de que a presença do (ainda) Presidente retire votos em vez de ser a desejável mais valia é grande. Mas Bush tem acesso a algo que não pode ser descurado: microfone.

Nos últimos tempos, George W. tem alterado algumas das suas políticas tornando-as mais próximas das propostas do candidato democrata (e do programa do partido deste). Foi assim com a aproximação vista há algumas semanas no caso do aquecimento global (só para referir como exemplo) e parece ser o caso agora em relação ao Irão.

Parece, pois, definido o principal papel de George W. Bush nesta campanha. Esbater a diferença de propostas para Barack Obama e Partido Democrata, passando a mensagem de que a mudança, afinal, não é assim tão grande. Palpita-me que o clímax desta estratégia será aquando dos debates entre os candidatos. Não me admirava de ver McCain dizer, em relação a alguns pontos, que isso já está a ser feito pela actual Administração.

quarta-feira, janeiro 24, 2007

O estado da nação (deles)


O que de mais importante se retirou do discurso de George W. Bush, no que ao resto do Mundo diz respeito, foi o fortalecer da ideia de aumentar o número de tropas no Iraque e o reduzir a dependência do petróleo, passando a apoiar a investigação de energias alternativas. Se em relação ao primeiro ponto a opção é discutível (por mim, ele até tem razão, retirar agora é um erro tão grande como foi invadir - e não se resolve um erro com outro) já o segundo é de aplaudir por todos nós. Já não era sem tempo.


P.S. - Claro que se pode discutir até que ponto é que a razão não é eleitoral (preparar o terreno para os candidatos Republicanos em 2008) uma vez que isto retira um dos maiores argumentos dos Democratas, e permite aos Republicanos controlar a questão do ponto de vista político, mas acima de tudo é uma (grande) porta que se abre, e em boa verdade, interessa muito mais neste ponto os resultados do que a paternidade da medida.

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