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quinta-feira, fevereiro 28, 2008

JESUS em HAVANA

Com o recente anuncio da libertação do poder por parte de Fidel e subquente passagem de testemunho, ao irmão, não pude resistir a partilhar uma piada recebida via e-mail...

Espero que compreendam... O sarcasmo!!!



Fidel Castro recuperou da doença e com muita ajuda lá foi discursar para mais de um milhão de cubanos na praça da revolução quando surgiu uma luz vinda do céu que se aproximou de Fidel.

Era Jesus Cristo.

Fidel ajoelhou-se e pediu-lhe perdão por ter duvidado da sua existência devido ao Marxismo.

Jesus segredou algo ao ouvido de Fidel que se dirigiu ao microfone e disse ao público:

- Camaradas de revolução. Jesus Cristo sempre existe e quer dizer-lhes algo.

Então Jesus pegou no microfone e disse:

- Povo de Cuba, este homem com uma barba igual à minha, não vos deu o pão do conhecimento igual ao meu?

E o povo exclamou:

- Siiiiiiiiiiiiiiiiii....

Jesus disse:

- É certo que eu multipliquei o pão para matar a fome aos pobres! Não é verdade que este homem inventou as senhas racionadas para matar a fome dos pobres cubanos?

E o povo lá gritou:

- Siiiiiiiiiiiiiiiii....

Jesus disse:

E não é verdade que este homem construiu hospitais e clínicas para curar os pobres como eu os curei com milagres?

E o povo entusiasmado gritou:

- Siiiiiiiiiiiiiiiiii....

Jesus disse:

E não é verdade que este homem espalhou educação e conhecimento imposto ao povo, como eduquei os meus apóstolos?

E o povo excitado bramava:

- Siiiiiiiiiiiiiiiiii....

Jesus disse:

- E não é verdade que sofreu muitas traições de camaradas de Miami, como eu sofri a traição de Judas?

E o povo cada vez mais frenético, lá gritou:

Siiiiiiiiiiiiiiiiii....

Então Jesus gritou:

Então porra, que estão à espera para crucificarem este gajo?

quarta-feira, julho 04, 2007

Nascido a 4 de Julho

The American DreamFaz hoje 231 anos que nasceu aquele que, nos dias que correm, domina a cena internacional. Quando uns “rapazes” e “raparigas”, fartos de responder perante o snobismo de Inglaterra, decidiram declarar a independência em relação ao país da velha Europa, longe estavam eles de saber (talvez apenas sonhar) que o que estavam a criar iria marcar o mundo daí para a frente. Para o bem ou para o mal.

Daí para cá ganharam duas grandes guerras (ajudaram a ganhar, principalmente a segunda), provocaram uma grande depressão, ganharam uma guerra (fria) ideológica, levaram-nos novamente à euforia do consumo e puseram-nos à beira de um ataque de nervos, só para falar de “situações em grande”. O que é certo é que (mais uma vez) para o bem ou para o mal, são o grande farol do mundo contemporâneo, como antes o foram Roma, Grécia ou Egipto. Estão baseados noutros pressupostos (o dinheiro em vez da cultura) mas o que é certo é que, hoje por hoje, são eles que comandam a cena internacional, são eles de quem se espera a resposta final, são eles que representam o sonho de muita gente no mundo. O tão famosos “American Dream”.

Hoje é 4 de Julho. E, como alguém disse, faz hoje 231 anos que começou a modernidade política.

4 de Julho

4 de Julho de 1776.
Início da Modernidade política.
[foto via Tugir]
(Rui, não escreves nada?... )

segunda-feira, fevereiro 12, 2007

Grammys 2007

Caso não tenham reparado, ontem também foi dia de Grammy's. As grandes vencedoras da noite foram as Dixie Chicks, representantes da musica Country. Embora por cá elas não digam muito, por lá foram altamente activistas políticas contra a política de George W. Bush, o que lhes valeu a censura (quer por acção das rádios per si, quer por pressões/ameaças das populações contra as rádios de música Country) no país da Liberdade.

Voltaram ontem à ribalta, sendo as grandes vencedoras da noite. Numa (mais uma) clara demonstração que os EUA estão a sarar as feridas auto-impostas, depois da "reabilitação" de Al Gore e da vitória Democrata em Novembro último.

quarta-feira, janeiro 24, 2007

O estado da nação (deles)


O que de mais importante se retirou do discurso de George W. Bush, no que ao resto do Mundo diz respeito, foi o fortalecer da ideia de aumentar o número de tropas no Iraque e o reduzir a dependência do petróleo, passando a apoiar a investigação de energias alternativas. Se em relação ao primeiro ponto a opção é discutível (por mim, ele até tem razão, retirar agora é um erro tão grande como foi invadir - e não se resolve um erro com outro) já o segundo é de aplaudir por todos nós. Já não era sem tempo.


P.S. - Claro que se pode discutir até que ponto é que a razão não é eleitoral (preparar o terreno para os candidatos Republicanos em 2008) uma vez que isto retira um dos maiores argumentos dos Democratas, e permite aos Republicanos controlar a questão do ponto de vista político, mas acima de tudo é uma (grande) porta que se abre, e em boa verdade, interessa muito mais neste ponto os resultados do que a paternidade da medida.

Os voos

Carlos Coelho ataca Ana Gomes pela sobrevalorização de Portugal no Relatório final da comissão do Parlamento Europeu sobre os voos da CIA. E eu pergunto: Será que o problema é Ana Gomes? Ou será que o problema é o cercear de informação do governo português (actual e anteriores) em relação a esta questão? Ou será que o problema é uma questão de direitos em estados de direito?

A pergunta que deve ser feita a Carlos Coelho é que interesses estão por trás desta misdirection da atenção neste caso? Será que isso interessa, por exemplo, a um certo Presidente?

segunda-feira, janeiro 22, 2007

O do costume

Que Luís Delgado alinha, enquanto analista e comentador político, pelo lado Republicano (no que toca à política americana) não é novidade para ninguém.

Que Luís Delgado, enquanto analista e comentador político, não se rege pelo código deontológico jornalístico e, portanto, não tem de ser imparcial, também não é (ou não deve ser) novidade para ninguém.

Mas que Luís Delgado despreze, no lado Democrata, o peso de Barack Obama no partido e na sociedade americana, só revela uma de três coisas:
  1. Falta de conhecimento mínimo do Partido Democrata;
  2. Autismo político;
  3. Demonstração do que vai ser a campanha do Partido Republicano (ou do que ele acha que vai ser);

Como o primeiro ponto é de todo impossível para quem segue a política americana e a segunda também não é um defeito que lhe seja reconhecido (podemos não concordar com as suas conclusões nem com os seus ideais, mas autismo não) só pode ser a terceira. Porque para quem refere sondagens entre Republicanos e Democratas tem de conhecer sondagens para cada um dos lados. E Barack Obama está cotado em segundo no lado Democrata.

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