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And the dreamers? Ah, the dreamers! They were and they are the true realists, we owe them the best ideas and the foundations of modern Europe(...). The first President of that Commission, Walter Hallstein, a German, said: "The abolition of the nation is the European idea!" - a phrase that dare today's President of the Commission, nor the current German Chancellor would speak out. And yet: this is the truth. Ulrike Guérot & Robert Menasse
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quarta-feira, agosto 25, 2010
segunda-feira, outubro 06, 2008
I´m back home!

I´m back home! É natural, dado estarmos no início do ano lectivo, voltar a casa.
Sobre casas, e depois de percorrer com os olhos o que neste blog, e noutros lugares, foi dito ou reproduzido, tenho a dizer que a minha camarada Ana Sara Brito fez muito bem em ter saído, há um bom par de anos, da casa arrendada à CML. O escritor e jornalista Baptista-Bastos, homem que eu tenho apreciado pela vida fora, deveria segui-lhe os passos.
Não creio que um membro da elite política tenha mais responsabilidades do que um membro da elite intelectual, muito pelo contrário. O Baptista Bastos ocupa um lugar de gate-keeper na comunicação social nacional, o que faz com que seja lido, apreciado e admirado por milhares de portugueses, o mesmo não se podendo dizer a respeito de Ana Sara Brito, cujos poderes políticos se circunscrevem à capital e cuja voz não ocupa, profissional e sistematicamente, as páginas dos jornais portugueses. As crónicas acutilantes de Baptista Bastos foram, nos últimos anos, redigidas a partir de um lugar, a saber de um apartamento quentinho alugado por tuta e meia à CML e atingiram e influenciaram muito boa gente deste nosso Portugal. A ocupação desse lugar retira, ao autor das mil e uma crónicas de mal-dizer, uma boa parte da autoridade moral que todos julgavamos ser seu apanágio. Que valor sobra dessa obra jornalística de intervenção política de Baptista Bastos depois de subtraída a casinha? Não sei nem quero fazer contas deste teor. O autor, das crónicas e do aluguer (o arrendatário) que as faça e sobre elas redija e publique uma crónica mordaz. Ficava-lhe bem.
E que dizer da comunicação social? Os jornais e os jornalistas demoram décadas a descobrir carecas? Que estranho! Sabendo ISTO, dá vontade, a alguns, de fazer burlices das grandes!
Por ser rentrée, fico-me por aqui. Não me debruço sobre a atribuição destas casas camarárias nem sobre os critérios subjacentes. Acredito que as edilidades de Lisboa tenham sido justas, ao terem em conta situações pessoais difíceis que, com o decorrer do tempo e em função do labor de cada um dos respectivos arrendatários, se terão concertado.
Sobre casas, e depois de percorrer com os olhos o que neste blog, e noutros lugares, foi dito ou reproduzido, tenho a dizer que a minha camarada Ana Sara Brito fez muito bem em ter saído, há um bom par de anos, da casa arrendada à CML. O escritor e jornalista Baptista-Bastos, homem que eu tenho apreciado pela vida fora, deveria segui-lhe os passos.
Não creio que um membro da elite política tenha mais responsabilidades do que um membro da elite intelectual, muito pelo contrário. O Baptista Bastos ocupa um lugar de gate-keeper na comunicação social nacional, o que faz com que seja lido, apreciado e admirado por milhares de portugueses, o mesmo não se podendo dizer a respeito de Ana Sara Brito, cujos poderes políticos se circunscrevem à capital e cuja voz não ocupa, profissional e sistematicamente, as páginas dos jornais portugueses. As crónicas acutilantes de Baptista Bastos foram, nos últimos anos, redigidas a partir de um lugar, a saber de um apartamento quentinho alugado por tuta e meia à CML e atingiram e influenciaram muito boa gente deste nosso Portugal. A ocupação desse lugar retira, ao autor das mil e uma crónicas de mal-dizer, uma boa parte da autoridade moral que todos julgavamos ser seu apanágio. Que valor sobra dessa obra jornalística de intervenção política de Baptista Bastos depois de subtraída a casinha? Não sei nem quero fazer contas deste teor. O autor, das crónicas e do aluguer (o arrendatário) que as faça e sobre elas redija e publique uma crónica mordaz. Ficava-lhe bem.
E que dizer da comunicação social? Os jornais e os jornalistas demoram décadas a descobrir carecas? Que estranho! Sabendo ISTO, dá vontade, a alguns, de fazer burlices das grandes!
Por ser rentrée, fico-me por aqui. Não me debruço sobre a atribuição destas casas camarárias nem sobre os critérios subjacentes. Acredito que as edilidades de Lisboa tenham sido justas, ao terem em conta situações pessoais difíceis que, com o decorrer do tempo e em função do labor de cada um dos respectivos arrendatários, se terão concertado.
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