And the dreamers? Ah, the dreamers! They were and they are the true realists, we owe them the best ideas and the foundations of modern Europe(...). The first President of that Commission, Walter Hallstein, a German, said: "The abolition of the nation is the European idea!" - a phrase that dare today's President of the Commission, nor the current German Chancellor would speak out. And yet: this is the truth. Ulrike Guérot & Robert Menasse
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terça-feira, novembro 27, 2007
Sessão 10 - Portugal: A transição, a Europa e o Futuro
Podem ouvir aqui as apresentações de António Costa Pinto e da Inácia Rezola.
Finito,
Acabou o I Curso de História Contemporanea do El Corte Inglès
Pois… tudo de bom tem de acabar, lá diz o ditado popular.
Pois julgo que acabámos «em grande». Mais uma magnífica sessão, com dois convidados de luxo, e um repasto digno de memória, ou não estivéssemos a ser recebidos por El Corte Inglês.
As intervenções foram, uma vez mais, de altíssima qualidade. Mesmo sem um prometido Data Show à Inácia Rezola (em virtude de termos mudado de sala), a especialista na transição portuguesa, e em especial no 25 de Abril, colocou-nos perante uma visão panorâmica dos principais acontecimentos deste processo decisivo para a nossa contemporaneidade.
Já António Costa Pinto, com a sua vasta experiência, levou-nos aos primórdios da integração europeia, não aos anos 80, mas ao pós-guerra; estabelecendo ligação, assim, com a sessão da Fernanda Rollo, sobre Portugal nos anos 50.
Para terminar, resta-me agradecer ao El Corte Inglés, quer pelo desafio da iniciativa quer pelas condições disponibilizadas (um grande abraço ao Roberto, à Susana Fernandes, à Cristina Savioti e especialmente à Susana Santos). Agradecer a todos os oradores, homens e mulheres, jovens investigadores e consagrados catedráticos, da FCSH da UNL, de Letras, de Lisboa, de Coimbra, do Porto, do ICS, do ISCTE, da ESCS. Sem eles, não teria sido possível ter colocado a bitola num tal elevado nível de conteúdo.
Por fim, queria ainda agradecer a toda a «turma», verdadeiros entusiastas da história que, num horário complicado, preencheram a sala de âmbito cultural num ritual espontâneo que surpreendeu muitos dos que convidámos a apresentar comunicação.
Numa altura em que se procura passar a ideia de que a cultura está fora dos círculos do quotidiano, que existe uma dissonância entre a sociedade civil e a sociedade académica, este I Curso do El Corte Inglês vem provar que não só esta ideia carece de fundamento, mas que o que faltam são mais iniciativas que possibilitem este tipo de encontros.
Termino, relembrando que a ideia original do curso era procurar construí um espaço de exposição, de informação e de reflexão; que permitisse não só uma visão perspectivada e panorâmica do nosso século XX, mas ainda permitir a inscrição destes novos quotidianos culturais.
Eu gostei. Muito.
Comentem aqui.
Pois… tudo de bom tem de acabar, lá diz o ditado popular.
Pois julgo que acabámos «em grande». Mais uma magnífica sessão, com dois convidados de luxo, e um repasto digno de memória, ou não estivéssemos a ser recebidos por El Corte Inglês.
As intervenções foram, uma vez mais, de altíssima qualidade. Mesmo sem um prometido Data Show à Inácia Rezola (em virtude de termos mudado de sala), a especialista na transição portuguesa, e em especial no 25 de Abril, colocou-nos perante uma visão panorâmica dos principais acontecimentos deste processo decisivo para a nossa contemporaneidade.
Já António Costa Pinto, com a sua vasta experiência, levou-nos aos primórdios da integração europeia, não aos anos 80, mas ao pós-guerra; estabelecendo ligação, assim, com a sessão da Fernanda Rollo, sobre Portugal nos anos 50.
Para terminar, resta-me agradecer ao El Corte Inglés, quer pelo desafio da iniciativa quer pelas condições disponibilizadas (um grande abraço ao Roberto, à Susana Fernandes, à Cristina Savioti e especialmente à Susana Santos). Agradecer a todos os oradores, homens e mulheres, jovens investigadores e consagrados catedráticos, da FCSH da UNL, de Letras, de Lisboa, de Coimbra, do Porto, do ICS, do ISCTE, da ESCS. Sem eles, não teria sido possível ter colocado a bitola num tal elevado nível de conteúdo.
Por fim, queria ainda agradecer a toda a «turma», verdadeiros entusiastas da história que, num horário complicado, preencheram a sala de âmbito cultural num ritual espontâneo que surpreendeu muitos dos que convidámos a apresentar comunicação.
Numa altura em que se procura passar a ideia de que a cultura está fora dos círculos do quotidiano, que existe uma dissonância entre a sociedade civil e a sociedade académica, este I Curso do El Corte Inglês vem provar que não só esta ideia carece de fundamento, mas que o que faltam são mais iniciativas que possibilitem este tipo de encontros.
Termino, relembrando que a ideia original do curso era procurar construí um espaço de exposição, de informação e de reflexão; que permitisse não só uma visão perspectivada e panorâmica do nosso século XX, mas ainda permitir a inscrição destes novos quotidianos culturais.
Eu gostei. Muito.
Comentem aqui.
terça-feira, novembro 20, 2007
O dia de hoje.

O dia de hoje.
Imaginava-se uma sessão bem animada, uma vez que estaríamos a falar de mulheres para mulheres (uma vez que estas são maioritárias no curso). Pois bem, superou as expectativas. Batemos todos os recordes.Eu arriscaria dizer que tivemos não 2 mas 3 apresentações, tal a qualidade e intensidade do debate. Tenho pena que estejamos na parte final desta experiência. Parece que as pessoas começam a soltar-se definitivamente.
Sobre as exposições no concreto, Anne Cova transportou-nos, em primeiro lugar, para um espaço de teoria de interesse superior, deambulando pelos caminhos da autonomia dos estudos no femininos. Excelente a ideia da invisibilidade da mulher no estudo da História. Depois entrou no tema a debate, percorrendo aventuras e desventuras de uma organização feminina que acaba por existir quer na I Republica quer no Estado Novo.
Depois, Maria Antónia Palla, numa intervenção de emoção, memória, análise e prospectiva. Percorreu, entre lágrimas e sorrisos, o papel da mulher na segunda metade do século XX, colando e descolando o feminino da cronologia política, conforme ela ia acontecendo. Eleições, direitos, profissões, valores, educação. Maria Antónia acabou por desenhar um quadro bem completo do percurso da mulher portuguesa até aos nossos dias, não estranhando que o debate se tenha debruçado sobre o presente, o futuro e as consequências da nos nossos quotidianos .No fim, uma frase: que saibamos ser todos iguais nas nossas diferenças.
Foi uma excelente sessão. Obrigado.
quinta-feira, novembro 15, 2007
A questão colonial e a questão social no Marcelismo
Sessão 8. A questão colonial e a questão social no Marcelismo
Outro excelente dia.
O dia começou com outra intervenção com PowerPoint, produzida pela Claudia Castelo, que deambulou pelas colónias portuguesas, pelo nosso ultramar, pelas provincias ultramarinas, num percurso de 50 anos (entre a República e o Estado Novo) que deixou saudade.
Fátima Patriarca, expondo parto do seu trabalho inédito sobre a questão social no Marcelismo, centrou-se numa análise, quente, sobre o sindicalismo português na virada de 60.
Duas excelentes apresentações e um animadíssimo debate, comprovando que a dinâmica do curso consolidou-se.
Ouçam aqui.
Outro excelente dia.
O dia começou com outra intervenção com PowerPoint, produzida pela Claudia Castelo, que deambulou pelas colónias portuguesas, pelo nosso ultramar, pelas provincias ultramarinas, num percurso de 50 anos (entre a República e o Estado Novo) que deixou saudade.
Fátima Patriarca, expondo parto do seu trabalho inédito sobre a questão social no Marcelismo, centrou-se numa análise, quente, sobre o sindicalismo português na virada de 60.
Duas excelentes apresentações e um animadíssimo debate, comprovando que a dinâmica do curso consolidou-se.
Ouçam aqui.
A Guerra
Shyz,
Podes ouvir a apresentação da Claudia aqui. Ela esteve hoje no curso e, curiosamente, o tema do documentário do Joaquim Furtado foi tema do dia...
terça-feira, novembro 13, 2007
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Mais uma excelente sessão.
Maria Fernanda Rollo e Pedro Faria, sobre O pós-guerra e a definição do Portugal moderno.
Foi a sétima sessão do I Curso de História Contemporanea do El Corte Inglês.
A ver (e ouvir) aqui.
quinta-feira, novembro 08, 2007
O fascismo em portugal existiu?
Hoje o dia no El Corte Inglés não foi mauzinho...
Foi sobre o Fascismo português. Existiu? Foi o Estado Novo um regime fascista?
Falei eu e o Gofredo Adinolffi, do ISCTE.
Podem ver e ouvir aqui.
terça-feira, novembro 06, 2007
Sessão 5

Mais um excelente dia no El Corte Inglês.
Daniel Melo e António-Pedro Vasconcelos a falarem sobre cultura popular no século XX português. Claro que muito foi Estado Novo.
A ouvir aqui.

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