And the dreamers? Ah, the dreamers! They were and they are the true realists, we owe them the best ideas and the foundations of modern Europe(...). The first President of that Commission, Walter Hallstein, a German, said: "The abolition of the nation is the European idea!" - a phrase that dare today's President of the Commission, nor the current German Chancellor would speak out. And yet: this is the truth. Ulrike Guérot & Robert Menasse
segunda-feira, novembro 03, 2008
quarta-feira, outubro 08, 2008
terça-feira, outubro 07, 2008
quarta-feira, agosto 27, 2008
Hillary 2012

My friends, it is time to take back the country we love.
Foram estas as primeiras palavras da senadora nova-iorquina num discurso partido em três partes e meia. Palavras de união, de lealdade partidária e de convicção democrática numa excelente intervenção a provar que a a ex-primeira-dama está em boa forma e veio para ficar. Mesmo.
A primeira parte da intervenção foi dedicada a... Hillary Clinton, que revisitou a sua campanha e os seus principais temas (Healthcare e Womens Rights) com destreza e impunidade. Entendo que alguns tenham tido dificuldade em entender esta secção na Convenção de consagração de Barack Omaba. Regressaremos ao tema.
A segunda secção foi de apoio a Obama, e aí Hillary não poupou palavras nos elogios ao senador do Illinois, muitas vezes utilizando o estilo emotivo e exemplificativo tão característico do candidato democrático. Foi, devo dizer, um apoio sentido e bem explícito, que deveria ter terminado com a desconfiança de alguns em relação às intenções de Hillary (destaco, nesta parte, os elogios a Michelle Obama, muito felicitada pela intervenção de ontem à noite).
A terceira parte, como lhe era exigido, foi de ataque a John McCain. Aí, numa linguagem forte e directa, colou o candidato republicano a George W. Bush como lapa à pedra (sobressaindo a frase «four more years of the last eight years...NO». Não tenho assistido a todas as intervenções, mas foram 5 minutos de bruta pancadaria com o campo do adversário de elevada qualidade, demonstrando que a senadora do Estado de Nova Iorque também sabe jogar para a equipa.
Controversa pode ser a forma como Hillary terminou a sua intervenção (a tal meia parte), pois a última secção do seu discurso, curta, voltou a ser acerca de ... Hilary Clinton. Aqui, numa sucessão de ideias ritmadas com boa cadência, voltou a referir os pontos acerca do healthcare e dos direitos das mulheres, acabando a sua quase meia hora e deixar uma genuina interrogação se não deveria ser ela a discursar na quinta-feira. Certo é que terá ganho muito espaço para 2012, caso Novembro corra mal à familia Obama.
Foi um excelente discurso, com diferentes reacções (quer de apoio quer de critica) com passagens brilhantes a recordar que Hillary apanhou a sua forma tarde demais na campanha eleitoral. Hoje está preparada. Claro que poderia ter apoiado mais Obama; claro que poderia ter baixado a nota do auto-elogio; mas fazê-lo seria não ser Hillary, nem manter bem acesa a tocha de 2012. Hillary Clinton é, hoje, das mais sólidas figuras do Partido Democrata, totalmente liberta do seu marido, e o discurso de ontem provou isso mesmo (transcrição aqui. vejam ainda os outros discursos).
Hoje fala o marido.
terça-feira, agosto 26, 2008
O problema de ter razão antes de tempo
"Polícia americana detém quatro homens suspeitos de planearem assassinar Barack Obama"
Mas quando Hillary Clinton disse "My husband did not wrap up the nomination in 1992 until he won the California primary somewhere in the middle of June, right? We all remember Bobby Kennedy was assassinated in June in California. I don't understand it," she said, dismissing calls to drop out" estava desesperada (para não dizer pior)...
domingo, maio 25, 2008
Mais valia estar calada...
Clara demonstração do Síndrome Pelé, segundo Romário! ("Pelé quando está calado é poeta, mas quando abre a boca só sai merda"")
quarta-feira, maio 14, 2008
quarta-feira, maio 07, 2008
Change
terça-feira, maio 06, 2008
Após os resultados de hoje...
quinta-feira, maio 01, 2008
sexta-feira, abril 25, 2008
O número de votos
Este post é um comentário que deixei aqui, em relação à questão apresentada. Como me senti inspirado, reproduzi-o nesta Loja (é um bocado egocentrico, eu sei...)
A questão de Hillary passa pela eleição de Novembro. Toda a gente é unanime em considerar que Obama perde Florida para McCain e que tem o Michigan em risco, tudo isto devido à desastrosa decisão do Partido Democrata em não contar com os delegados eleitos por estes dois estados. Hillary fez campanha e apareceu nos boletins de voto de ambos pois achava que a nomeação era um passeio (erro táctico por todos referido) e estava a pensar já na eleição de Novembro.
Com toda direcção do Partido Democrata a querer que isto se decida, com a vantagem de Obama, com a análise de 90% (para ser simpático) dos comentadores políticos a dizerem que a vantagem de Obama é mais que suficiente para ser o nomeado, os cerca de 300 superdelegados que estão indecisos (ou não anunciaram o apoio) estão-no just because?Claro que é extremamente curioso que agora sejam esses dois estados que mantêm Hillary na corrida… Se porventura ela for a nomeada, o que poderá dizer a campanha Republicana nesses estados em relação a Hillary?
Já em relação a Obama…
quinta-feira, abril 24, 2008
segunda-feira, abril 21, 2008
sábado, abril 19, 2008
quinta-feira, abril 17, 2008
domingo, março 30, 2008
terça-feira, março 18, 2008
quinta-feira, março 13, 2008
Uma dúvida...
quinta-feira, março 06, 2008
A melhor colocada...
Já se sabe que nestas coisas a matemática dá para tudo, mas quando toca a conquistar superdelegados no DNC, convem lembrar quem tem mais possibilidades de conquistar a Casa Branca em Novembro. E Hillary Clinton tem fortes argumentos! 
