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sábado, agosto 23, 2008

sexta-feira, agosto 22, 2008

Vergonha



Esta capa é uma verdadeira vergonha. Num dia em que se conquistou a quarta medalha de ouro olímpica para o país, o destaque do Record é... uma entrevista ao Reyes.

Vergonhoso!!!

quinta-feira, agosto 21, 2008

17.67 metros






Parabéns Nelson.

(a regressar)

E ninguém pára o Nelson!!!




Direito ao Contraditório

Ao que parece não percebeste. O problema de Marco Fortes não é o seu “trato fino, humilde e inteligente do Marco, muito longe do tonto que tentaram criar”. Para saber isso bastava ter visto a primeira conferência de imprensa de Marco Fortes para ter percebido (“eles são todos muito grandes, mas não são Fortes!”). O problema de Marco Fortes (e não está sozinho nisso, mas foi o que teve o melhor soundbyte) é uma questão de mentalidade. A mentalidade de que o que obteve não foi uma vitória, foi A vitória. Foi o de não demonstrar ambição de querer ir mais longe.

Repara no contrário da coisa: Emanuel Silva falha a final de K1 1000 metros (canoagem) por 35 centésimos, depois de ter obtido a final da mesma prova há quatro anos atrás, em Atenas. Qual foi a reacção do mesmo?
"Pensar que 35 milésimos de segundo me puseram fora da final olímpica dá-me estímulo para trabalhar ainda mais para superar essa diferença"

Já aqui falaste no blog no fantástico Michael Phelps. Phelps, num dos mundiais atrás, perdeu uma prova em que era favorito para, se não me engano, um holandês, por meia dúzia de centésimos. Em vez de se esconder atrás das outras vitórias todas (e era tão fácil fazê-lo), arranjou uma foto do rapaz que lhe roubou a vitória e pô-la no espelho da casa de banho para vê-lo todos os dias. Vê o resultado.

Ou então, por exemplo, na prova de 100 metros mariposa passou aos 50 metros em 7. Com 6 medalhas já conquistadas e a prova de estafetas que faltava cumprir ser praticamente para cumprir calendário, tal era a superioridade americana, podia ter desistido da conquista, que faria na mesma 7 vitórias e entraria para a história dos Jogos. Mas não desistiu e ganhou a prova por um centésimo.

Perguntaram numa conferência de imprensa, uma vez, a Trapattoni, depois de um resultado menos conseguido do Benfica, o que é que separava aquela equipa do Glorioso das vitórias para a conquista do título. O velho “trapalhadas” respondeu que técnica e tacticamente a equipa estava bem. O que faltava era La Mentalitá.

Foi isso que faltou ao Marco Fortes. La Mentalitá.


P.S. - Vânia Silva disse, a seguir a ter obtido um resultado decepcionante no lançamento do martelo, que "Estava bem, fiz o aquecimento bem. A única explicação é que, infelizmente, não sou muito dada a este tipo de competições"

P.P.S. - Também podemos discutir o papel do Comité Olímpico no apoio dado aos atletas e na forma como está a lidar com todos estes casos...

Recambiado


Marco Fortes esteve hoje no programa da RTP «noites olímpicas», onde referiu que tinha sido elegantemente convidado a abandonar Pequim, quando estava previsto ficar até ao final das olimpíadas. Foi, ao que se sabe, o único atleta nessas condições.
Para quem - como o COP ou os responsáveis da Missão Pequim - estava preocupado com a impressão que os atletas causavam nos Media (e, com uma facilidade paternal, os ensinavam a falar com os jornalistas) esta medida é um tiro no Porta-aviões, afundando toda a esquadra de responsáveis e dirigentes portugueses. Alguém me explica qual é a lógica da sua exclusão? Do seu enxuto?
Quem ouviu e viu as declarações do Marco entende perfeitamente que as disse num tom humorado. Quem o ouviu hoje confirmou o trato fino, humilde e inteligente do Marco, muito longe do tonto que tentaram criar.
É verdade que não é o 5º Gato Fedorento (e deles não deve escapar…), mas também é verdade que a medalha do lançador do peso já estava ganha, na sua participação; e relembro que, por exemplo, a nadadora italiana Frederica Pellegrini também se queixou do horário das finais, marcadas para as manhãs cedo de forma a conciliar-se com o horário norte-americano.
Ainda por cima, não entendo como não se entende que se deve valorizar o trabalho, a força de vontade e o espírito de conquista do Marco Fortes, que tudo tinha para ser (mais) um marginal e nunca um atleta olímpico.
Quem é que pode recambiar os dirigentes portugueses para a casa de partida? Que o faça. Rápido. Deixem lá os atletas.

Catch me if you can...

Lightning Bolt



quarta-feira, agosto 20, 2008

Olímpicos (revisto)

Ler este, este, este, este e este posts do Pedro Sales.
Após as olimpíadas será uma boa oportunidade de debater o Conceito de Desporto Nacional.

Algumas questões prévias:
Qual o modelo desportivo que temos (se é que temos algum modelo)? Qual o modelo que queremos querer? É inevitável sermos um país monodesportivo?
Qual o papel do Estado no Desporto? Que meios e que critérios devem ser empregues na selecção de atletas e de modalidades a apoiar? Que responsabilidades devem ser exigidas a atletas e dirigentes desportivos?
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Questões avulsas para um debate que, desconfio, nunca se fará.

segunda-feira, agosto 18, 2008

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