A ler também este post de António Granado.
And the dreamers? Ah, the dreamers! They were and they are the true realists, we owe them the best ideas and the foundations of modern Europe(...). The first President of that Commission, Walter Hallstein, a German, said: "The abolition of the nation is the European idea!" - a phrase that dare today's President of the Commission, nor the current German Chancellor would speak out. And yet: this is the truth. Ulrike Guérot & Robert Menasse
quarta-feira, outubro 03, 2012
sexta-feira, novembro 12, 2010
Duas maneiras de dar um título à mesma notícia
De um lado temos a notícia pequena: "Portugal cresce 0,4% no terceiro trimestre".
Do outro a notícia grande: "Economia portuguesa cresce 1,5% no terceiro trimestre".
Depois a notícia começa da mesma maneira:"O PIB português cresceu 1,5 por cento no terceiro trimestre de 2010, quando comparado com igual período do ano anterior. Face ao trimestre anterior, o aumento foi de 0,4 por cento".
Mas a perspectiva do órgão de comunicação social que dá a notícia em relação ao governo é diferente. De um lado (na notícia pequena) ficamos com a clara sensação, principalmente se não lermos o corpo da notícia, que a economia entrou em clara desacelaração. Do outro (na notícia grande) ficamos com a ideia de que a economia manteve o rumo do restante ano.
Assim sendo, e uma vez que ambas as notícias, no seu corpo, são identicas, qual o órgão de comunicação social que está correcto? E qual seria a forma de dar um título completamente isento? Seria possível?
terça-feira, fevereiro 02, 2010
Mário Crespo
terça-feira, julho 07, 2009
Todos Iguais?
terça-feira, maio 26, 2009
Será?
sexta-feira, novembro 21, 2008
Inocente até prova em contrário
sexta-feira, agosto 22, 2008
quinta-feira, outubro 11, 2007
A ler...
Mesmo nos pequenos projectos, a verdade é que, num mercado reduzido como o português, a direita consegue o mínimo dos mínimos para ter investidores. Muitas vezes o investimento é pouco para quem o dá mas tudo para quem o recebe. O mecenato ideológico é uma realidade que demonstra que há no mundo do dinheiro mais mundo que o dinheiro.

