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sábado, janeiro 25, 2014

Vai ser giro, vai.

A capitulação ideológica de François Hollande foi um duri golpe para o PES (Partido Socialista Europeu), na sua lógica de uma campanha europeia cada vez mais integrada.

Isso levanta problemas à putativa estratégia do PS para as Europeias, que terá ainda que lidar com o Livre de Rui Tavares, e o Manifesto 3D, além da campanha de Marinho Pinto.

E qual o impacto de Martin Schultz, o novo Messias no Rato?

Veremos.



segunda-feira, janeiro 20, 2014

Marcelices

Marcelo, o comentador, diz que Passos o exclui de ser candidato presidencial em 2016.

Ficamos assim a saber que Marcelo, o candidato presidencial, está cada vez mais perto de ser candidato.



terça-feira, novembro 12, 2013

Machete

Ele quer ser demitido? Está a ser agente de uma estratégia idiota? Ou simplesmente está chéché?

Alguma vez saberemos?

Duvido.



quarta-feira, janeiro 16, 2013

Quem mata pela espada

Parece haver grande consternação nas hostes da direita, pelo facto de a oposição estar a utilizar as mesmas armas para lutar contra este (des)governo, que derrubaram o governo anterior. 

Nunca identificados explicitamente, claro, mas os berros histéricos de "nunca apresentam alternativas", "só fazem ataques pessoais", e a mais deliciosa "estão a atacar a legitimidade do governo em governar", o que traz um sorriso aos lábios de quem defendeu o governo anterior, fazem lembrar tempos idos. É como se fosse um universo paralelo, em quem atacou agora defende, e quem defendeu, agora ataca. 

Nem todos entram neste jogo, e nota-se em muitos dos apoiantes de Sócrates, um certo desconforto, e nalguns casos desprezo, por esta inversão de papéis. Associado a críticas à actual direcção do PS, parece haver um anseio por uma oposição mais "séria", alicerçada em conteúdos mais intelctuais, e não tanto na forma, ou em termos ditos "populistas". 

Infelizmente, tenho muitas dúvidas de que isso irá acontecer. A política é, talvez, a mais humana de todas as actividades humanas. E das mais impiedosas. Em poucas palavras, o sucesso passado é o principal motivador das estratégias políticas do presente.

Ao terem derrubado o governo anterior utilizando estes métodos, a direita demonstrou que esta é uma estratégia que resulta. Só "anjinhos" não utilizam estratégias que resultam. E na política, não há "anjinhos". Como os apoiantes deste governo demonstraram tão bem. 

Quem mata pela espada, morre pela espada. 

segunda-feira, dezembro 05, 2011

I Know What You Did Last Summer

Ao visitar alguns blogues dessa blogosfera tuga, e em resultado do ataque efectuado ontem ao site do PS, lembrei-me (vá-se lá saber porquê) deste filme:

terça-feira, outubro 18, 2011

O mundo mudou

Há muitos socialsitas que advogam a memória para defender o voto no Orçamento de Estado 2011. Uns para não se votar desfavoravelmente, outros para efectivar esse voto contra.

Mas a verdade é que muitos descobriram a sua costela bloquista (alguns navegando da direita para a esquerda do partido).

A esses, relembro que da última vez que o Bloco foi Bloco, um governo caiu. E aqueles que substituiram esse governo estão a efectuar o maior ataque à classe média e classe trabalhadora do país, pós 25 de Abril.

Como diria um ex-Primeiro-Ministro: "O mundo mudou!"

Miguel Sousa Tavares comenta OE 2012

terça-feira, setembro 27, 2011

Devido a quê?

Já começa a cansar referir estas pequenas coisas: Afinal existe uma conjuntura internacional - nomenclatura usada actualmente para não dizerem crise internacional como dizia o outro - que prejudica o país e que obrigará Portugal a uma recessão mais profunda do que a inicialmente prevista.
Depois de se ter criticado durante dois anos o anterior governo pela crise do país, afirmando categoricamente que a crise era portuguesa e não internacional, vêm agora afirmar que "as pessoas em Portugal não vêem o que se passa no dia a dia lá fora"?
Depois de se ter criticado durante dois anos o anterior governo pela crise do país, afirmando categoricamente que a crise era portuguesa e não internacional, vêm agora afirmar que "as pessoas em Portugal não vêem o que se passa no dia a dia lá fora"?

A pergunta que se impõe é: Até há três meses atrás vocês estavam em que grupo de pessoas? No grupo de pessoas que "não vêem o que se passa no dia a dia lá fora" ou simplesmente nos mentirosos?

segunda-feira, setembro 26, 2011

Proposta do PSFaul para os transportes públicos

A proposta do PS Faul prevê que a Carris, o Metropolitano de Lisboa e as linhas da CP de Cascais, Sintra e Azambuja sejam concentradas num único operador, ao qual se deverão juntar as empresas municipais de estacionamento.
“A titularidade desta nova empresa deverá passar para a autoridade metropolitana de transportes”, entidade que passaria a ser governada pelos municípios.

Pode ver toda a comunicaçao da conferência de imprensa aqui.

sábado, julho 23, 2011

Sobre os "independentes"

Não existem independentes em política. Existem apenas aqueles que estão connosco, e aqueles que estão contra nós.

Os "independentes" são aqueles que não têm coragem suficiente para afirmar, com clareza, que estão connosco, ou contra nós.



sábado, fevereiro 19, 2011

A moção

Sinceramente, não percebi todo este barulho à volta da moção de censura do Bloco de Esquerda. Muitos falam da questão da responsabilidade. Para mim, este é um argumento patético. O Bloco tem os seus eleitos no parlamento mediante um programa e são essas as ideias que deve defender. Além disso, desde quando é que o normal funcionamento da democracia é irresponsabilidade? A apresentação de moções de censura faz parte das regras da democracia. Os mercados não gostam? Onde estão esses mercados nas regras da democracia? A ditadura dos mercados, a ditadura da agências de ratings é que nunca vi inscritas nas regras da democracia. E não usei a palavra ditadura por acaso.

Este desistir da governação que se vê por toda a Europa para se sossobrarem às opiniões das agências e/ou mercados é muito mais preocupante e irresponsável do que a moção do Bloco de Esquerda, mas essa situação não parece incomodar muito os arautos da responsabilidade.

Em relação à moção, não concordei com a apresentação da mesma. Uma moção de censura deve ter um objectivo político. Para o País ou, mais mesquinha e comumente, para o próprio partido.
Parece-me, pois, que esta moção não serve nenhum dos objectivos. Se a moção passar o resultado das eleições que viriam poriam no poder a direita "mais à direita" que Portugal já conheceu, pelo que a solução defendida para o País pelo Bloco ficaria mais longe de acontecer. Do ponto de vista dos benefícios para o partido, permitiria ao PS fazer uma campanha a atacar mais à esquerda, depois de uma governação com poucos indícios disso, vitimizando-se pela moção apresentada. Retiraria, certamente, votos ao Bloco - que não tem um eleitorado assim tão solidificado como, por exemplo, o PCP (e, por analogia, a CDU) - quer pela vitimização, quer pelo fenomeno do voto útil, numa eleição em que somente o PS poderia evitar que este PSD, o mais à direita de sempre, chegasse ao governo.

Vai chumbar, pela direita, e esse chumbo foi anunciado antes da apresentação do texto da moção. Mais um exemplo da qualidade da oposição.

quarta-feira, janeiro 12, 2011

... Hoje é o dia

Há dias assim. Dias em que estamos mesmo com a convicção de tomarmos uma decisão típica de pacote de açucar (de café Nicola, passe a possibilidade).

Foi com esta convicção que João Miranda acordou hoje: "Um dia ainda vou citar Paul Krugman. Hoje é o dia!"

domingo, fevereiro 07, 2010

O 4º poder.

Desde as eleições legislativas do passado de dia 27 de Setembro, que se assiste neste país ao maior ataque alguma vez visto em democracia aos emanados desse acto. Muita gente não aceitou e ainda hoje continua sem aceitar os resultados dessa eleição. Já na noite eleitoral em questão começámos a ouvir que o PS tinha sido o grande derrotado. Como se o partido que é o mais votado e que voltará a constituir governo possa, em alguma análise, ser o grande derrotado da noite.

Se bem se lembram, nessa noite, houve quem sofresse da síndrome PCP: transformar as derrotas em vitórias. O PCP (na sua vertente coligação denominada de CDU) aproveitando o facto de ter tido mais um deputado que na anterior legislatura, e desleixando tudo o resto. O PSD, porque o PS perdeu a maioria absoluta.

Como vencedores dessa noite emergiram, na realidade, dois partidos: CDS-PP e BE. Estes, sim, venceram em toda a linha. Aumentaram a sua votação, o número de deputados, cumpriram os objectivos a que se propuseram e subiram na “classificação eleitoral”, se bem que no final da noite o BE tenha ficado com o amargo de boca de ter ficado aquém das expectativas.
Num sentimento misto, o PS: Ganhava a eleição, iria constituir governo, mas perdera de forma retumbante a maioria absoluta.

No entanto, os maiores derrotados foram todos os comentadores que pululam pela nossa imprensa, e os meios de comunicação que já desde o meio do mandato anterior demonstram claramente que terem uma agenda política passa pelo derrube do governo (não é por acaso que há quem comente que se quer ganhar a vida a fazer comentários tem de dizer mal do governo).
Ora, após os resultados o que vimos neste cantinho à beira mar plantado? Passámos um primeiro período a ouvir comentadores políticos a explicar-nos como o PS tinha sido o único e grande derrotado dessas eleições. Notícias que levantam suspeitas sobre o governo mas que pouco ou nada concretizam. Teorias da conspiração sobre a fortíssima ofensiva anti-democrática promovida por membros do governo e um escalar do ruído oposicionista baseado na difamação e no levantamento de suspeitas sem nada para consubstanciar. Chegamos assim ao fim dos primeiros cem dias de governo e, no meio disto tudo, um grande punhado de nada do lado da oposição baseado em muito barulho e pouca acção, e um clima que conduz a descredibilização de Portugal em todos os quadrantes políticos e económicos internacionais.

Neste momento, assiste-se em Portugal a uma ofensiva que já não olha a nada para derrubar o governo eleito à menos de cinco meses. Olhamos para as notícias que saem, e facilmente constatamos que os ataques mais ferozes que assistimos, a um governo, estão em marcha. Ao pé disto, o Jornal das Sextas da TVI, quando era efectuado pela ex-deputada do CDS/PP, é uma brincadeira de crianças. Tudo serve para minar a confiança nas instituições públicas. É curioso ver os comentadores políticos atacarem a ineficácia das nossas instituições e propagarem para quem os quiser ouvir/ler (ou para quem lhes pagar os comentários) que muitas das funções do estado deveriam ser entregues aos privados, e posteriormente ouvi-los/lê-los a tecerem considerações sobre a falta de confiança do povo português nas instituições políticas.

Perante o estatuto sagrado de jornalistas e comentadores, personagens mais ou menos obscuras que ninguém ou pouca gente conhece, e que certamente ninguém elege, podem dizer o que quiserem, atacando e maldizendo quem quiserem, dando estampa a conversas privadas em que, como se sabe, se tem menos cuidado com as palavras do que quando se está a falar em público, e quando se tecem considerações sobre essas personagens obscuras que ninguém ou pouca gente conhece, e que certamente ninguém elege, é um atentado à liberdade.

Algo está errado neste país. O povo falou à menos de cinco meses e por duas vezes em menos de um mês, deu duas vitórias (uma agridoce) ao PS. Estes senhores, que têm um meio privilegiado de comunicação, fazem e dizem o que bem querem e lhes apetece, ao arrepio da vontade expressa do povo.

P.S. – Prefiro, sobre este aspecto, a ideia americana de imprensa. É pública a tendência editorial dos órgãos de comunicação social. Não vivem na hipocrisia da isenção que não existe em nenhum órgão de comunicação social portuguesa.

terça-feira, setembro 01, 2009

O discurso político em Portugal desilude. Esquiva-se com agilidade ao debate sério e construtivo. É demasiado ad hominem e personificado, corriqueiro mesmo.

A caça ao voto tudo parece permitir, mesmo dizer verdades hoje que ontem acusávamos de serem mentiras.

Esquecemos com demasiada facilidade qual o desígnio que nos impele a querer participar nos processos da política, a ser decisores e a ter a oportunidade de contribuir para a melhoria da vida das pessoas. Ser cidadão-eleito, membro do governo ou autarca é - ou devia ser - um acto nobre de humilde recato. "Servir o Estado e os Outros", era o lema dos que sentiam o apelo colectivo de querer participar na gestão da Res Publica. Servir os outros, e não os próprios, era condição virginal de uma Administração competente e altruísta, que pretende apoiar a construção de uma sociedade próspera e solidária, onde todos os cidadãos tenham direito a um conjunto de oportunidades que lhes permita a procura da sua felicidade individual.

Já não sei em que página da História estes conceitos se perderam, mas hoje abundam os casos dos seus contrários. Os velhos almanaques das virtudes republicanas saíram com demasiada facilidade das prateleiras das bibliotecas dos agentes do poder, sendo substituídos por conceitos ‘pret a porter' de desgaste rápido e de consumo imediato.

No campo das ideias, um bom governo não tem de ter cor partidária. É composto por um conjunto eleito de Bons Homens, sábios ungidos de virtudes cívicas, que tratam - com recursos ilimitados - de assegurar a felicidade da sua comunidade. No mundo real a escassez de recursos implica que governar significa fazer escolhas - muitas vezes baseadas em ideologias -, desenhar futuros e traçar rumos.

Como frequentemente nos recordavam os pais fundadores da República Americana, nenhum homem devia ter a responsabilidade última da gestão dos assuntos públicos, por esta ser manifestamente superior às suas capacidades. Governar nunca foi, assim, um acto só; e por isso é tão importante seleccionar quem nos rodeia, em quem depositamos a nossa confiança, e quem escolhemos para apresentar aos eleitores e ao país. Portugal tem hoje uma sociedade qualificada e bem informada que sabe apreciar as opções políticas que lhe são oferecidas. Sabe que estamos longe do mundo das ideias e dos virtuosismos clássicos. É exigente consigo e reivindica qualidade dos seus governantes. Na República ideal os políticos têm vergonha do mau candidato e os princípios suplantam o amiguismo e a partidarite. Na nossa República requentamos políticos gastos e tudo é aceite. Com toda a tranquilidade.
[publicado no Diário Económico]

quarta-feira, agosto 12, 2009

A falência do discurso da direita.

A ilegalidade marialvista recentemente cometida – e assumida – pelo 31 da Armada demonstra de forma exemplar a falência do discurso político da direita em Portugal.
De facto, já nos tínhamos apercebido da falência do Jamais, projecto que nunca conseguiu arrancar e que se colou demasiado à partidarite ferreirista; e da falta de coerência no discurso de exigência que por vezes pinta as intervenções de MFL (apresentar uma lista com arguidos é mesmo demais). Também já tínhamos visto que parte da estratégia de combate político da direita passa por uma fuga ao debate e por uma evasão constante à apresentação de propostas concretas e de programas de governação.
Já tínhamos percebido que o momento criado por Paulo Rangel nas eleições europeias tinha-se esfumado; que parte do grupo activo que animou o Papa Mayzena fora limpo do Jamais; e que o PSD – e a direita – estava a perder em toda a linha do combate político. Assim, e perante este cenário, havia que desviar as atenções, procurar quebrar o momento que o PS atravessa e criar novo foco de ruído. E o que foi inventado? Uma entrevista marcante com MFL? Não. A apresentação do programa do PSD? Não. O afastamento das listas de António Preto e de Helena Lopes da Costa? Também não. O melhor que se arranjou para desviar as atenções da formação das listas do PSD, da falta de programa da Manuela Ferreira Leite, foi uma ilegalidadezita marialva.
Assim, depois de a direita ter desistido do debate político, e mesmo blogosférico, assistimos agora – e com algum desplante – ao patrocino pelo desrespeito pelos símbolos das instituições da República, à pratica de roubo, e à glorificação da tontaria como elemento central do discurso e do combate político. Bem sei que tudo vale para captar a atenção da comunicação social; bem sei que há partidos que julgam que a política se faz ocupando tempos de telejornais, dando entrevistas ou procurando a graça fácil. Mas, sinceramente, muito mais era de esperar duma área política que quer governar o país, e de um conjunto de rapazes que – por vezes – se querem passar por gente séria.
«São tontos», podem alguns dizer, numa linguagem desculpabilizadora. Então que como tontos sejam tratados. E deixem as coisas sérias para quem acha que o País merece respeito. (e inclusive que deixam a direita séria não ser confundida com um bando de bombos encapuzados.

[via SIMpleX]

domingo, agosto 02, 2009

Algumas contas antes de alguns refrescos

A recente sondagem da Marktest (com dados recolhidos telefonicamente entre 23 e 26 de Julho, e com um universo de 811 respostas válidas - dados daqui) apresentou os seguintes resultados:

PS: 35,5%
PSD: 34,2%
BE: 14,3%
CDU: 7,4%
CDS-PP: 4,4%
OBN: 4,2%

Algumas observações:

1. Tudo está em disputa. Nem PS nem PSD conseguem se destacar um do outro.
2. BE destaca-se como terceiro partido no plano parlamentar português.
3. Os cenários pós-eleitorais resumem-se a três:
3.1. Governo minoritário monopartidário (PS ou PSD)
3.2. Bloco Central (PS + PSD = 70%)
3.3. Coligação maioritária à esquerda PS - BE (PS + BE = 50%)
4. Está afastada a hipótese de um governo de coligação maioritário à direita.

Claro que as sondagens valem o que valem. Eu estou inclusive convencido que a velha táctica utilizada por militantes ou simpatizantes do PC em não responderem a sondagens (ou responderem que votam noutros partidos) se alargou ao CDS. É este, aliás, o combate político de ambos: vencerem as sondagens.
Sobre o BE, parece genuíno confirmar a dinâmica de crescimento que já patentearam nas últimas eleições europeias (e que levaram o Rui Tavares ao PE). Mas, recordemo-nos, também nessas eleições o BE aparecia nas sondagens com estes scores, baixando depois para os 10%.
PS e PSD deixam tudo em aberto para a rentree. Resta saber que efeito o verão terá (será uma silly season convencional ou um verão quente?) e ver quem se apresentará em melhor forma.
Por outro lado, julgo claro que está afastada a hipótese de uma coligação à direita, enquanto que outra se apresenta como uma interessante alternativa (PS + BE). Com estes cenários, não acredito que a política vá a banhos, nesta época balnear.
[via SIMpleX]

Mission accomplished

A Joana Amaral Dias já conseguiu os seus propósitos: que se voltasse a falar dela.
(via SIMpleX)

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