And the dreamers? Ah, the dreamers! They were and they are the true realists, we owe them the best ideas and the foundations of modern Europe(...). The first President of that Commission, Walter Hallstein, a German, said: "The abolition of the nation is the European idea!" - a phrase that dare today's President of the Commission, nor the current German Chancellor would speak out. And yet: this is the truth. Ulrike Guérot & Robert Menasse
segunda-feira, março 12, 2012
quinta-feira, setembro 15, 2011
Um grande azar
Mas como nós não temos ricos, só trabalhadores, não podemos ter medidas destas, como a vizinha Espanha, que contribuíriam com receitas extraordinárias para o estado sem penalizar as classes mais baixas e o consumo (que dizem ser o motor da economia)
sexta-feira, novembro 12, 2010
A Ler: Teoria dos jogos
Qual o sentido dos governos Francês e Alemão cozinharem uma solução institucional que, daqui a três anos, implicaria custos efectivos para os seus próprios bancos? Nenhum sentido: apesar das aparências, a declaração de Deauville foi feita para ter efeitos imediatos. Anunciando uma realidade a três anos, Alemães e os Franceses alteraram o presente e criaram as condições para forçar, hoje, os devedores a recorrer ao fundo que já existe e que não implica qualquer reestruturação da dívida. Ou seja, não há aqui qualquer intenção de punir os credores, antes pelo contrário. Num certo e perverso sentido, o comportamento dos mercados nas duas últimas semanas foi inteiramente desejado pelo eixo Franco-Alemão.
Joião Galamba (Via Jugular.)
segunda-feira, outubro 18, 2010
Isto está bonito, está
Angela Merkel afirmou, no passado sábado, que o modelo de uma Alemanha multicultural falhou. O problema da imigração, depois da publicação do panfleto Sarrazin [um provocador racista demitido do Bundesbank], fracturou a sociedade alemã.Presentemente, Merkel considera que o projecto de co-habitação multicultural foi derrotado pelo peso da cultura muçulmana [emigrantes]. lemondeEmbora continuando a afirmar que a Alemanha continua aberta ao Mundo, Merkel, acrescentou: ‘Nós não temos necessidade de uma imigração que pese sobre o nosso sistema social’.Merkel não sentiu necessidade de diferenciar co-habitação e integração. Em plena saída da crise a Alemanha levanta problemas muito próximos da xenofobia sob a pressão da Direita [que faz um aproveitamento hipócrita da crise].A deriva de Merkel não anda muito distante da querela identitária manipulada por Nicolas Sarkozy, em França.(Via PONTE EUROPA.)
P.S. - Ler Também:
Antes que seja tarde de mais:
Dentro da CDU a chanceler enfrenta cada vez maiores pressões para adoptar uma linha política mais dura na imigração, sobretudo nas franjas que não revelam predisposição a se adaptarem à sociedade alemã. E as declarações por ela feitas sábado à noite estão a ser vistas como uma tentativa de apaziguar aqueles que lhe criticam inaptidão para lidar com mão mais forte com os problemas da imigração no país.
(Via O Insurgente.)
quarta-feira, novembro 26, 2008
A caminho do precipício?
terça-feira, março 18, 2008
segunda-feira, maio 07, 2007
quarta-feira, maio 02, 2007
Dia decisivo
O debate de logo à noite é, portanto, decisivo para cativar os indecisos. E são muitos.
Atrevo-me a arriscar: quem ganhar o debate de hoje ganha as eleições.
Obviamente, muitas leituras podem ser feitas, e deverão ser feitas depois da contenda. Cada lado puxará pelo seu candidato; a não ser, claro está, que um candidato se apresente nitidamente fraco ou cometa um lapso na entrevista. Uma aposta, seguramente, que qualquer um dos dois vai tentar provocar.
A não perder!
segunda-feira, abril 23, 2007
França

sexta-feira, abril 20, 2007
França
Última sondagem útil.A acompanhar nas Margens de Erro (Portugal) e na Margem de Erro (Brasil).
Não me parece que haverá surpresa.
Sego-Sarko à segunda. E aí voltamos a falar...
terça-feira, abril 17, 2007
França

Sarko + Sego.

Bayrou + Le Pen
Retirado, claro, do Pedro Magalhães. Para ver melhor, clique na imagem.
Ler também Pedro Magalhães França in Margem de Erro de 16 de Abril 2007.
segunda-feira, abril 16, 2007
A Europa e a França
quarta-feira, abril 04, 2007
França
quinta-feira, março 29, 2007
França
Update 2.
São fantásticas as combinações, quer entre candidatos quer entre temas. Que auxilio informativo interessante, dinamico e suficientemente atractivo. Uma ideia para os nossos próximos actos eleitorais? Evolução Bayrou
[1] Rogério Carapinha, António Vinagre e Joaquim Couto, Partidos Políticos. Ponto por ponto, Jornal do Fundão, Queluz de Baixo, 1974.
[2] F. Pereira de Moura, A. Proença Varão, A. Borges Coelho, Avelino Rodrigues, Daniel Sampaio e Carlos Caldeira, Esclarecer o eleitor. Inquérito aos partidos políticos, Fernando Ribeiro de Mello/edições Afrodite, s.l., 1975. Inquérito elaborado por Francisco Pereira de Moura, António Proença Varão, António Borges Coelho, Avelino Rodrigues, Daniel Sampaio e Carlos Caldeira e contando com a colaboração de Jorge Sampaio, Marcelo Rebelo de Sousa, Mário Sottomayor Cardia, Villaverde Cabral e Fernando Ribeiro de Mello. É um grupo de inquiridores bastante heterogéneo, cobrindo grande parte do espectro político da época (do MES ao PPD, do PCP ao MDP/CDE, passando pelo PS.
[3] Albertino Antunes, Alexandre Manuel, António Amorim, Fernando Cascais, Mário Bacalhau, A opção do voto, Queluz de Baixo, s.e., s.d. [1975].
sexta-feira, março 09, 2007
França

O terceiro homem veio para ficar, e tudo está em tudo nesta mesa de poker que são as eleições francesas. Parece-me, no entanto, que o alcance político das mesmas está muito à quem do desejado, ocupando o assunto muito pouco espaço comunicativo. Ao nível da televisão ou da imprensa escrita, por exemplo, mas mesmo na blogosfera não se vê - ou pelo menos eu não vejo - muita reflexão e debate sobre as eleições francesas. Espere-se pelas americanas, vai ser uma loucura.
Há algo, no entanto, em que estas eleições tem-se destacado: no uso da internet. Esta é a ferramenta mais e melhor utilizada como veiculo de comunicação política. Veja-se, e compara-se com os sites institucionais dos partidos portugueses. Estamos, talvez com a excepção do BE (e a desculpa do PS ser o partido de governo e logo poder ser só institucional), a milhas de distância do que se faz lá fora.





