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quinta-feira, outubro 29, 2009

PS CPC Oeiras rejeita quaisquer acordos políticos com Isaltino

Ontem foi noite de Comissão Política em Oeiras. A primeira desde os dois últimos actos eleitorais, que dominaram a discussão política, nomeadamente o último. A análise dos resultados eleitorais, que valeram ao PS uma subida de votação e de mandatos em todos os órgãos, com especial destaque para a vitória da freguesia da Cruz-Quebrada, pelo Paulo Freitas do Amaral, ocuparam as cerca de 5 (cinco) horas que a reunião demorou, bem como o que fazer no mandato que agora começa.

E se a discussão sobre os resultados eleitorais foi extremamente interessante, pois houve desde quem defendesse que o PS teve uma "estrondosa derrota" a que se regozijasse pela "fantástica vitória", o sentimento geral era de que se havia invertido o ciclo descendente do PS no concelho que nos afirmámos como a alternativa clara ao IOMAF (Isaltino, Oeiras Mais à Frente) e a maior força partidária do concelho, o que realmente me deixou realmente feliz com a reunião de ontem foi a moção apresentada pelo Presidente da Comissão Politica Concelhia, em nome do secretariado.

Esta moção rejeita qualquer acordo político com o IOMAF, assumindo assim o PS o papel que os eleitores claramente demonstraram em urna querer para o PS, liderando a oposição e ser a principal força alternativa àqueles que, mais uma vez, detêm o poder.

A moção aprovada ontem (já hoje, por volta das 01h30m) após considerações várias conclui assim:

"(...) a Comissão Política Concelhia de Oeiras do Partido Socialista delibera, como orientação política, em consonância com os compromissos políticos fundamentais da nossa candidatura, confirmar a sua posição como principal força alternativa em Oeiras e rejeitar quaisquer acordos políticos com o movimento independente «Isaltino, Oeiras mais à frente»,, incluindo assunção de pelouros na vereação, assembleia municipal, executivos das juntas, ou a nomeação de qualquer militante do PS para administrações de empresas municipais, intermunicipais, associações, fundações ou empresas participadas, assim como qualquer função de confiança política do executivo camarário."


Esta moção foi APROVADA POR UNANIMIDADE E ACLAMAÇÃO.

terça-feira, abril 08, 2008

Dos Estatutos do Partido Socialista

Artigo 116º

(Da igualdade de direitos)

(...)
- Com vista à realização do objectivo referido no nº 1, os órgãos partidários, bem como as listas de candidaturas plurinominais para e por eles propostas, devem garantir uma representação não inferior a 33% de militantes de qualquer dos sexos, salvo condições excepcionais de incumprimento como tal caracterizadas pela Comissão Nacional.

(...)

Alguém me sabe dizer, segundo os estatutos do Partido Socialista, se há órgãos que não precisam de respeitar esta norma estatutária e porquê? Foi uma dúvida que me ficou desta noite...

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