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segunda-feira, fevereiro 04, 2013

Álvaro, sempre engraçado




É cómica a forma como o Álvaro nos tenta convencer, que foi dele a ideia de nomear Franquelim Alves para o governo.

Vai uma aposta de como o Álvaro não sabia quem era Franquelim Alves, antes de alguém* lhe ter dito que ele tinha de ser nomeado?

É por estes, e outros fretes, que o Álvaro se vai aguentando no governo.

* (será que esse alguém trabalha em Belém?)

domingo, fevereiro 03, 2013

Estamos entregues

Dizer que estamos entregues aos bichos, é um insulto ao mundo animal.

Estamos pior.

Estamos entregues aos Relvas e aos Franquelim Alves.



sábado, fevereiro 25, 2012

O BPN parece aquele buraco que nunca se consegue tapar

Estado tem de emprestar mais 300 milhões para vender o BPN

Há um ano estimava-se o dinheiro que o Estado, directa ou indirectamente, tinha enfiado no buraco sem fundo do BPN em mais de 5 mil milhões de euros (3% do PIB).

Já vamos nos 6 mil. Vamos tentar chegar aos 7 mil?

E que raio de privatização é esta, em que gastamos ainda mais dinheiro?

Fechem aquilo!

quarta-feira, agosto 03, 2011

O BPN foi uma escola

Toda a gente diz que o BPN é um caso de polícia, que teve uma gestão criminosa, e que foi a maior tragédia das finanças portuguesas.

Mas o BPN parece também ter sido uma escola.

Afinal o ex-presidente do conselho superior da SLN, que reunia os principais accionistas do BPN, de seu nome Rui Machete, foi nomeado pelo Governo PSD/CDS presidente da assembleia-geral da Caixa Geral de Depósitos.

E Pedro Rebelo de Sousa, ex-presidente do conselho fiscal do BPN, foi nomeado pelo Governo administrador da CGD.

O BPN deve ter sido uma escola muito boa...



sexta-feira, maio 29, 2009

Completamente Inadmissível

São inadmissíveis as considerações de Vital Moreira em relação ao caso BPN, proferidas ontem. Além de usar uma investigação em curso para uma acção de campanha, alarga o espectro da acusação a todo um partido e esquece-se de algo vital: Dias Loureiro está, segundo as últimas notícias, a ser investigado. Só! Neste país, embora não seja algo muito comum nas conversas de café, a presunção de inocência é um direito valioso.
Não é preciso ser ligado às leis para o saber.
Não é preciso ser professor catedrático para o saber.
Não é preciso ser constitucionalista para o saber.

Espero que quando a altura chegar, os outros partidos estejam à altura. Vital Moreira não esteve.

(Também publicado no Eleições 2009/Público)

terça-feira, fevereiro 17, 2009

Demissão de Manuel Dias Loureiro do Conselho de Estado Petition

Demissão de Manuel Dias Loureiro do Conselho de Estado Petition

"To: Dias Loureiro
1. Manuel Dias Loureiro é, por indicação do Presidente da República, membro do Conselho de Estado.
2. Enquanto administrador do Banco Português de Negócios (BPN) viu o seu nome envolvido em diversas irregularidades. Dessas irregularidades resultaram problemas graves para aquela instituição bancária que levaram à intervenção do Estado, com graves prejuízos para erário público. A intervenção da Caixa Geral de Depósitos para salvar o BPN será suportada pelo dinheiro dos contribuintes.
3. Ouvido em Comissão Parlamentar de Inquérito, o ex-administrador e actual conselheiro de Estado desmentiu o vice-governador do Banco de Portugal sobre uma conversa por eles tida, dando assim a entender que este estaria a mentir aos portugueses.
4. Na mesma Comissão Parlamentar de Inquérito, o conselheiro Manuel Dias Loureiro mentiu, como comprovam documentos entretanto tornados públicos, sobre o seu envolvimento num negócio da Sociedade Lusa de Negócios em Porto Rico.

Tendo em conta
1. Que o Conselho de Estado é um órgão de soberania não electivo que deve merecer toda a dignidade institucional e deve estar, pelas importâncias funções que pode desempenhar em momentos de crise, acima de qualquer suspeita;
2. Que o conselheiro Manuel Dias Loureiro tem assento naquele órgão por indicação do Chefe de Estado, e não por inerência, e que todos os seus comportamentos põem em causa o bom-nome do Conselho de Estado, da Presidência da República e do País;
3. Que mentir a uma Comissão de Inquérito Parlamentar é um acto de enorme gravidade cívica, legal, política e institucional, ainda mais inaceitável quando vindo de um conselheiro de Estado;
4. Que permanência do conselheiro Manuel Dias Loureiro naquele órgão lhe garante imunidade;

Os cidadãos portugueses abaixo-assinados apelam ao ainda conselheiro Manuel Dias Loureiro que, a bem do bom-nome daquele órgão de soberania e da democracia e dando um sinal claro de que não vê o seu cargo como forma de protecção e que quer o cabal esclarecimento de todos os factos, se demita do Conselho de Estado.

E que, caso este teime em não o fazer, o Presidente da República, que o indicou para o cargo, deixe claro que este conselheiro de Estado já não conta com a sua confiança. "



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