And the dreamers? Ah, the dreamers! They were and they are the true realists, we owe them the best ideas and the foundations of modern Europe(...). The first President of that Commission, Walter Hallstein, a German, said: "The abolition of the nation is the European idea!" - a phrase that dare today's President of the Commission, nor the current German Chancellor would speak out. And yet: this is the truth. Ulrike Guérot & Robert Menasse
sábado, junho 09, 2007
Carla Bruni
Carla Bruni continua a ser um caso sério. Deixo um teaser. Já pomos mais.
sexta-feira, junho 08, 2007
REDE G8
O Público Decide
O IPRI-UNL organiza, em parceria com a Livraria Almedina, mais um ciclo de debates «O Público decide», com o objectivo de promover a discussão pública sobre temas da actualidade internacional.
Em cada iniciativa de «O Público Decide» estarão frente a frente duas equipas. O principal objectivo é a apresentação dos mais variados argumentos, de defesa ou oposição, face à moção em discussão.
O IPRI-UNL convida-o a inscrever-se para a formação de uma equipa a participar no debate. Só terá que nos enviar uma curta nota biográfica e uma síntese com as ideias que pretende defender.
Próxima moção:
26 de Junho19h00
Os Valores Democráticos Não Podem Impedir a Cimeira UE – África.
quinta-feira, junho 07, 2007
Lisboa Cool e Informada

Bem-vindos ao primeiro Oeiras Alive. Vamos ter um regresso: Pearl Jam, uma reunião: Smashing Pumpkins e duas primeiras vezes: White Stripes e Beastie Boys (Atenção que os Beastie Boys vêm em dose dupla. Dia 11 concerto instrumental na Aula Magna). Estes são os pratos fortes deste novo festival. Mas há muito mais. Buraka Som Sistema, Wraygunn e Vicious Five e um terceiro que é uma autêntica obra de arte. O espaço ReciclArte, que irá estar em permanente mutação com as intervenções artísticas que lá vão passar durante todo o festival. O Oeiras Alive quer ser um festival com mensagem ecológica. Para isso nada melhor que estar ali juntinho ao Tejo. / Carlos Ramos
Passeio Marítimo de Algés
QUANDO
Dias 8, 9 e 10, a partir das 18h
QUANTO
3 dias – 90€, 1 dia - 45€

Exposição Cinema em Cartaz
A Cordoaria Nacional abre as portas à sétima arte. Uma espécie de viagem no tempo, cujo destino são os primórdios da indústria cinematográfica. Perfazem cerca de 60 cartazes de cinema, que reavivam na memória os primeiros filmes estrangeiros exibidos em Portugal. Verdadeiras relíquias de luz e cor, oriundas da Europa e dos E.U.A, que o cenógrafo Joaquim António Viegas reuniu. “Les Miserables” e “Quo Vadis” são algumas das preciosidades vivas, em papel. Um cenário que pinta as primeiras pisadas de grandes cinéfilos, inventores de realidades estranhas. Retrata ludicamente o fenómeno que moveu legiões do sossego do lar para o turbilhão de histórias do grande ecrã. / Rita Andrade
Cordoaria Nacional Avenida da Índia213 642 909
QUANDO
Até 24 de Junho, ter. a sex. 10h-19h. Sab. e dom. 14h-19h
QUANTO
Gratuito

Uma loja cheia de objectos irresistíveis, de peças originais e únicas, a começar pelos candeeiros e a acabar nos bonecos Voodoo, tão giros que nem sabemos qual escolher (o preço permite comprar muitos). Kátia Gonçalves lançou a sua marca o ano passado no Mundo Mix, a Katsastrophic, e desde aí não tem parado de produzir os seus acessórios de decoração, das almofadas de licra super confortáveis aos candeeiros feitos de materiais surpreendentes. Escolheu o Bairro Alto para a Urban Fusion, um espaço que junta a sua marca e outras. Foi buscar objectos de designers ingleses premiados (da Inner Most, por exemplo), t-shirts da Scam, sacos feitos de tecido de kimono vintage. Para quem anda à procura de um presente original, aqui tem vários. / Blindim
Rua da Rosa, 14F960120340
QUANDO
Terça a sábado, das 12h às 20h
QUANTO
Bastante acessível

Loja Glam Hotel
A Kolovrat Concept Store, espaço da designer Lidjia Kolovrat, tem agora um novo nome. Chama-se Glam Hotel e vai albergar muitos artistas, todos eles com peças produzidas especialmente para este projecto. O espírito da intervenção, que será efémera, é uma continuação do ambiente proposto por Kolovrat na colecção desenhada para este Verão. E os artistas de momento são: Mºa José Oliveira, artista plástico, com instalção e jóias; Ana Moreira, estudante de Belas Artes, com joias em papel; Katrin Sinniger, artista e joalheira; Hugo Madureira, joalheiro, colares com colagem de materiais vintage; Rita Faustino, joalharia em crochet e malha de metal; Jaime Garcia, coleccionador e galerista, com móveis design dinamarquês vintage; White Tent, projecto dos criadores de moda, Ei Ei Kyaw, Pedro Noronha e Evi Tabakova (colecção PV Senhora). Este projecto é dinâmico, nos próximos meses mais artistas vão passar ali. / Blindim
ONDE
Rua do Salitre, 169213874536
QUANDO
2ª a 6ª 11h - 19h. Sáb. 14h30m - 18h30m
QUANTO
Valores variados
ORGULHO LGBT 2007
Marchas do Orgulho 2007 (Lisboa e Porto)
Arraial Pride (Lx)
Porto Pride
Participação no Bloque Alternativo (Europride - Madrid)
ORGULHO LGBT 2007
quarta-feira, junho 06, 2007
33
Destas datas uma característica comum: em todas elas se lutava pela Liberdade. Pela liberdade do totalitarismo (Dia D, libertação de Roma), pela liberdade de existir (Israel), pela Liberdade de expressão (Tiananmem), pela Liberdade de poder sonhar por um mundo melhor (Robert Kennedy). Enfim, as datas valem que valem. São apenas oportunidades de recordação e memória.
Afinal havia outro...

Pois a ERC fez as contas a 145 programas. Dos 753 participantes contabilizados, 260 eram filiados em partidos políticos. Destes, 38,8% eram do PSD, 33,8% do PS, 13,8% do CDS, 7,3% do PCP, 5% do BE e 1,2% do MRPP.
Tendo em conta os dados, quer o PSD quer o PCP não podem ter alguma razão de queixa, muito pelo contrário. Afinal havia outro dominador do espaço de debate proporcionado pelo «Prós e Contras». E esse outro é o PSD, ironicamente quem potenciou o estudo. O CDS e o MRPP também acabam por ser muito bem tratados, com especial destaque para o partido de Paulo Portas.
Agora, gostava era se saber as «tendências» dos convidados sem cartão partidário. Estes, claramente maioritários em relação ao painel de intervenientes, é que são verdadeiramente decisivos porque, ao se apresentarem como independentes, muitas vezes não fazem mais que propagar discursos encomendados por este ou aquele com o óbvio sentido de influenciar a opinião pública (e publicada). E não me refiro apenas a interesses partidários, mas também a interesses económicos.
O resultado da investigação pode ser visto, na íntegra, aqui. (mais comentários sobre os resultados podem ser vistos no Arrastão, do Daniel Oliveira e no Tiago Barbosa Ribeiro)
Premonições
Esta foi uma previsão feita por escrito por Bill Gates, em 1987, a pedido da revista Omni [link aqui].
Bill Gates, Chairman of the Board, Microsoft Corporation
The processing of digital information is improving very quickly. In ten years you'll have 30 to 40 times as much computational power, and you'll be able to manipulate the images and sounds that you now receive just passively from TV -- you'll insert yourself into a game or even change the outcome according to your wishes. So in 20 years your ability to get information will be expanded exponentially.
Take one example: You're sitting at home. You'll have a variety of image libraries that will contain, say, all the world's best art. You'll also have very cheap, flat panel-display devices throughout your house that will provide resolution so good that viewing a projection will be like looking at the original oil painting. It will be that realistic.
In 20 years, the Information Age will be here, absolutely. The dream of having the world database at your fingertips will have become a reality. You'll even be able to call up a video show and place yourself in it. Today, if you want to create an image on a screen -- a beach with the sun and waves -- you've got to take a picture of it. But in 20 years you'll literally construct your own images and scenes. You will have stored very high-level representations of what the sun looks like or how the wind blows. If you want a certain movie star to be sitting on a beach, kind of being lazy, believe me, you'll be able to do that. People are already doing these things.
Also we will have serious voice recognition. I expect to wake up and say, "Show me some nice Da Vinci stuff," and my ceiling, a high-resolution display, will show me what I want to see -- or call up any sort of music or video. The world will be online, and we'll be able to simulate just about anything. Let's say you want to go out to a racetrack. When you wake up you'll say, "Hey rent me one of those formula cars in Daytona," and with some local controls, a little steering wheel you pull out of your drawer, you'll be able to get the image and feel like you're driving the car.
There's a scary question to all of this: How necessary will it be to go to real places or do real things? I mean, in 20 years we will synthesize reality. We'll do it super-realistically and in real time. The machine will check its database and think of some stories you might tell, songs you might sing, jokes you might not have heard before. Today we simply synthesize flight simulation.
A lot of things are going to vanish from our lives. There will be a machine that keys off of physiological traits, whether it's voiceprint or fingerprint; so credit cards and checks -- pretty flimsy deals anyway -- have got to go. I hope passive entertainment will disappear. People want to get involved. It will really start to change the quality of entertainment because it will be so individualized. If you like Bill Cosby, then there will be a digital description of Cosby, his mannerisms and appearance, and you will build your own show from that.
People will like the idea that the machine really knows them and that the machine can create experiences formed around the events in their lives to fulfill their particular needs and interests. But there's a danger, too. It will be easy to feel worthless or overwhelmed by the amount of data. So what we'll have to do is make sure the machine can tailor the data to the individual.
Probably all this progress will be pretty disruptive stuff. We'll really find out what the human brain can do, but we'll have serious problems about the purpose of it all. We're going to find out how curious we are and how much stimulation we can take. There have been experiments in which a monkey can choose to ingest cocaine and the monkey keeps on pushing that button until he dies. Well, we are going to create some pretty intense experiences through synthesized video-audio. Do you think you'll reach a point of satisfaction when you no longer have to try something new or make something better? Life is really going to change; your ability to access satisfying experiences will be so large.
Take the change in movies in the last few years. Just a few years ago, you had to find out where the movie was playing, then go to a certain neighborhood and stand in line to see the movie. Now you can go two blocks and find 10,000 titles. You feel inadequate. It's going to be intimidating.
Twenty years ago I was ten years old. We already had color TV. I didn't have theories about what the world might be like. But in the next 20 years you won't be able to extrapolate the rate of progress from any previous pattern or curve because the new chips, these local intelligences that can process information, will cause a warp in what it's possible to do. The leap will be unique. I can't think of any equivalent phenomenon in history.
The next innovation, Sensavision, will be like a Walkman attached to your forehead. You won't actually have your head wired because infrared wires will send signals to you. In 2007 Mick Jagger will be on stage, and when Mick feels heat, you'll feel heat. If a spray of water hits Tina [Turner] on the back, you'll feel that, or you'll switch to the stands and smell what people are smoking.
terça-feira, junho 05, 2007
Divulgação
Professor Doutor Philippe Schmitter, Instituto Universitário Europeu de Florença
Sexta-feira 8 de Junho, pelas 18h00
“Second Thoughts on Democratizing the EU”
Relator: Dr. Jorge Sampaio (Antigo Presidente da República e Alto Representante das nações Unidas para Aliança das Civilizações)
Coordenadores: Luís de Sousa & Catherine Moury
Apoios: FCT, British Council e Fundação Calouste Gulbenkian
Auditório Afonso de Barros (Ala Autónoma) – ISCTE
Avenida das Forças Armadas, 1649-026 Lisboa
e-mail: ana.ferreira@iscte.pt
Fórum Europa 2007 Cartaz
segunda-feira, junho 04, 2007
Divulgação
"Povo, Massas, Públicos": definições e debates.
Embuste
Limites
Quando pensávamos que tudo já estava feito e todas as formulas tentadas, quando as últimas versões de realitiy shows tinham sido muito más (ver a Bela e o Mestre), lá descobriram uma nova forma de intrusão e exposição da vida privada.
A última versão expõe a própria vida. Uma mulher (penso que é uma mulher), com uma doença terminal, «tem um rim para dar». Há 3 concorrentes, que imagino sejam compatíveis, para o «prémio final». A ideia é, no mínimo, atroz, e eleva a discussão sobre a liberdade de expressão a patamares dificilmente previsíveis há um par de anos atrás. Qual é o próximo passo? Uma execução em directo? Um programa feito na death row, com 3 condenados à morte, e é dado ao publico a decisão da morte final? Se ele é enforcado, se é a cadeira eléctrica, agulha ou gás? (todos processos utilizados hoje pelos EUA).
Devemos ficar à espera que sejam apenas as audiências a determinar os limites da decência e da ética? Não devemos, como sociedade organizada, regular a apresentação de alguns comportamentos? Não é isso que fazemos com o sexo? Porque não faze-lo com a vida? Ou o mundo demo-liberal a isso implica? A que tudo seja possível e aceite na capa da liberdade individual - conceito da filosofia política clássica– e da mudança de canal – conceito da filosofia política contemporânea.
Deverá ser tudo possível? Onde devemos traçar a linha? Onde devemos, sociedade contemporânea, intervir?
Lisboa.
1. Parece que António Costa é o único candidato com possibilidades de gerir a CML no biénio 2007-2009. Resta saber com que equipa de vereadores.
2. Parace haver uma acesa disputa para o segundo lugar, com Negrão, Carmona e Roseta tecnicamente empatados.
3. Como já referiu o Pedro, parece que o efeito Roseta se sente mais em Sá Fernandes e em Ruben de Carvalho.
4. O CDS parece não existir.



