And the dreamers? Ah, the dreamers! They were and they are the true realists, we owe them the best ideas and the foundations of modern Europe(...). The first President of that Commission, Walter Hallstein, a German, said: "The abolition of the nation is the European idea!" - a phrase that dare today's President of the Commission, nor the current German Chancellor would speak out. And yet: this is the truth. Ulrike Guérot & Robert Menasse
sexta-feira, novembro 11, 2011
quinta-feira, novembro 10, 2011
Observação ao Secretário-Geral do PS
Passar a vida a usar a expressão "o PS tudo fará", em relação à apresentação de propostas que visam minorar o Orçamento da Miséria, raia o insulto da inteligência dos ouvintes, ou espectadores, quando se sabe que o PS se irá abster neste Orçamento. (Ou será que já quer votar a favor???).
Continuemos no caminho da "abstenção violenta mas construtiva", que já vemos o que nos acontece.
quarta-feira, novembro 09, 2011
António Costa no caminho certo para a sua reeleição
Até que enfim que António Costa começou a fazer algo pela sua reeleição.
terça-feira, novembro 08, 2011
António Costa: Sempre na cruzada de tornar a sua reeleição mais difícil
"o presidente da Câmara Municipal de Lisboa espera poder receber em breve o Benfica no Paços do Concelho, tal como aconteceu após a conquista do campeonato nacional no final da época 2009/2010.«Espero que tenha sido um ensaio para várias recepções nos Paços do Concelho. Esta era uma boa época para voltar a receber o Benfica», expressou António Costa, entrevistado pelo canal televisivo do clube da Luz."
Quando é que António Costa pede desculpa por estas declarações infelizes?
Pergunta à liderança nacional do Partido Socialista
Se o PS já anunciou a sua abstenção "violenta mas construtiva"* ao Orçamento de Estado, qual é o incentivo do Governo em assumir uma posíção de diálogo?
*(se alguém souber o que significa esta expressão mirabolante, por favor que o diga publicamente.)
E ainda dizem que os mercados são racionais
As taxas de juro das obrigações italianas a 10 anos, ultrapassaram hoje as das Filipinas e da Indonésia.
Neste momento, ou o BCE começa, rapidamente, a imprimir moeda como se não existisse amanhã, ou o Euro, e a UE, estão tramados.
Esqueçam o FEEF e Eurobonds. Já ninguém acredita neles.
Neste altura, na minha opinião, existe uma elevada probabilidade de saída da Grécia do Euro, que poderia desencadear um processo em cadeia, que levaria a uma saída forçada de mais 4 ou 5 países da moeda única.
Para nos irmos preparando...
segunda-feira, novembro 07, 2011
Gostava de ter dito isto
Daniel Oliveira
sábado, novembro 05, 2011
Eu queria continuar a apoiar António José Seguro!
Pois... Eu sou do tempo em que no PS havia discussão política. Também passei pelo tempo em que o PS seguia o seu líder sem qualquer tipo de discussão, tempos esses normalmente associados a períodos no poder.
Agora abriu-se um novo ciclo. Neste novo ciclo existe um período para discussão política, existe um período para decisões dos órgãos competentes e, soube-se agora, existe um periodo para continuar a discussão e a divisão após a decisão dos órgãos competentes.
Escrevo isto no seguimento da capa do jornal Expresso, hoje, em que António José Seguro informa que queria votar a favor do Orçamento de Estado 2012. Sou, porventura, daqueles que balançava entre a abstenção e o voto contra. Achei, inclusive, que a abstenção na votação na generalidade abriria espaço para a apresentação de propostas para minorar o fortíssimo ataque à classe média com especial incidência nos funcionários públicos e pensionistas. Também fui da opinião, como disse anteriormente, que há coisas mais graves e mais penalizadoras para a sociedade portuguesa no orçamento de estado do que este corte. Nunca, em tempo algum, ponderei a hipótese de votar favoravelmente após a tristemente histórica declaração ao país de Pedro Passos Coelho.sexta-feira, novembro 04, 2011
Mais razões porque o PS deveria ter votado contra o OE
(e essa do "facilmente" alteráveis é priceless, :) )
Sem especular, mas falando a sério...
Coisas que me chateiam
Essa do PS não voltar as costas a Portugal tem muito que se lhe diga...
Suponho que isso servirá de consolo
1) aos funcionários públicos
2) aos pensionistas
3) aos trabalhadores e empresários da restauração
4) a todas as restantes empresas que irão fechar, e seus trabalhadores, que irão para o desemprego, por causa do agravar brutal da recessão, resultado exclusivo deste orçamento miserável, cujo único objectivo é a miséria de todos nós
A esses, o PS não se importa de virar as costas.
Quem será esse "Portugal" a quem o PS não vira as costas?
Não tentando explicar, apenas especulando...
1) Há quem diga que o referendo foi apenas uma manobra, brilhante diga-se, de política interna de Papandreou para obrigar a oposição a apoiar as medidas de austeridade que terá de pôr em prática. Se vai resultar, veremos pelo evoluir da situação política grega, que muda de hora para hora.
2) Há também a versão mais tenebrosa que indica que o directório Merkosy ordenou que o referendo não se realizasse sob pena de corte imediato de financiamento externo, e expulsão imediata da UE.
3) Seja 1) uma brilhante jogada política interna, ou a cedência a uma chantagem monstruosa por parte daqueles que se comportam cada vez mais como ditadores da Europa, o efeito é o mesmo:
A Democracia saiu derrotada na Grécia.
Há passos que nunca se podem voltar atrás...


