Assim sendo, é fácil concluir que 71% da população acredita que é melhor ter um Presidente em vez de um rei. Estamos, portanto, com o sistema correcto.
Agora comemoremos o 5 de Outubro no dia correcto!
And the dreamers? Ah, the dreamers! They were and they are the true realists, we owe them the best ideas and the foundations of modern Europe(...). The first President of that Commission, Walter Hallstein, a German, said: "The abolition of the nation is the European idea!" - a phrase that dare today's President of the Commission, nor the current German Chancellor would speak out. And yet: this is the truth. Ulrike Guérot & Robert Menasse
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domingo, dezembro 04, 2011
quarta-feira, novembro 16, 2011
Eu confio em Miguel Relvas para salvar o 5 de Outubro!

A razão está no Diário de Notícias de Sábado passado.
sexta-feira, julho 23, 2010
Questões de pormenor
No Corta-Fitas, João Távora fala sobre António Reis, que vai fazer o acompanhamento histórico de uma mini-série produzida pela RTP para emitir nos dias que marcam os cem anos da implantação da República em Portugal.
E diz João Távora sobre a questão: "O Professor António Reis Grão-Mestre do Grande Oriente Lusitano e eminente socialista foi o escolhido para dar chancela “científica” à mini-série de ficção histórica da RTP a emitir em Outubro por ocasião do centenário da implantação da República. A afinal o centenário é um tacho e a república um banquete entre amigos. Uma bestialidade que mete nojo."
Sem entrar em considerações sobre as opções de regime do Távora, cliquei no link que ele dá como referência. A seguir transcrevo a biografia de António Reis, retirado do mesmo sítio de onde o Távora retirou:
"Biografia social e política
Dirigente do movimento estudantil, tornou-se militante activo da Oposição Democrática ao regime salazarista pelo que foi presseguido pelas suas actividades.
Foi co-fundador do Partido Socialista e redactor da Revista Seara Nova de 1969 a 1974, mais tarde foi Director-Adjunto da Revista de Reflexão e Crítica Finisterra.
Como oficial miliciano, participou na preparação e execução da operação militar que pôs termo à Ditadura em 25 de Abril de 1974, tendo integrado o destacamento da Escola Prática de Administração Militar que ocupou os estúdios da RTP, onde regressou em 1985 agora como Director-Adjunto de Programas Culturais cargo que exerceu durante dois anos.
Antes disso foi membro do Conselho de Imprensa entre 1980 e 1982 e posteriormente á sua passagem pela RTP foi membro e da Alta Autoridade para a Comunicação Social entre 1990 e 1994.
Integra actualmente o comité de especialistas escolhido pelo Parlamento Europeu para orientar a criação da futura Casa da História Europeia.[2]
Biografia académica
Licenciado em Filosofia pela Universidade de Friburgo (Suíça).
Doutorado em História especialidade História Cultural e das Mentalidades Contemporâneas pela Faculdade de Ciências Sociais e Humanas da Universidade Nova de Lisboa, com uma dissertação intitulada Raúl Proença – Biografia de um Intelectual Político Republicano.[3]
Professor Auxiliar da Faculdade de Ciências Sociais e Humanas da Universidade Nova de Lisboa.
Responsável pelo Seminário de História Cultural e das Mentalidades do Mestrado de História Contemporânea (secção século XX).[3]
Presidente do Instituto de História Contemporânea da Faculdade de Ciências Sociais e Humanas da Universidade Nova de Lisboa, de 1993 a 1995.[3]
Vice-Presidente do Instituto de História Contemporânea da Faculdade de Ciências Sociais e Humanas da Universidade Nova de Lisboa."
A seguir vêm as Funções políticas, Funções maçónicas e a Obra Públicada. Como se pode ver António Reis tem o perfil correcto para prestar o acompanhamento científico que a mini-série requer. Mas isso não interessa nada para o Távora. O problema é um maçon e socialista prestar esse acompanhamento. Talvez devesse ser Paulo Teixeira Pinto, identificado com a Opus Dei e reconhecido Monarquico.
E diz João Távora sobre a questão: "O Professor António Reis Grão-Mestre do Grande Oriente Lusitano e eminente socialista foi o escolhido para dar chancela “científica” à mini-série de ficção histórica da RTP a emitir em Outubro por ocasião do centenário da implantação da República. A afinal o centenário é um tacho e a república um banquete entre amigos. Uma bestialidade que mete nojo."
Sem entrar em considerações sobre as opções de regime do Távora, cliquei no link que ele dá como referência. A seguir transcrevo a biografia de António Reis, retirado do mesmo sítio de onde o Távora retirou:
"Biografia social e política
Dirigente do movimento estudantil, tornou-se militante activo da Oposição Democrática ao regime salazarista pelo que foi presseguido pelas suas actividades.
Foi co-fundador do Partido Socialista e redactor da Revista Seara Nova de 1969 a 1974, mais tarde foi Director-Adjunto da Revista de Reflexão e Crítica Finisterra.
Como oficial miliciano, participou na preparação e execução da operação militar que pôs termo à Ditadura em 25 de Abril de 1974, tendo integrado o destacamento da Escola Prática de Administração Militar que ocupou os estúdios da RTP, onde regressou em 1985 agora como Director-Adjunto de Programas Culturais cargo que exerceu durante dois anos.
Antes disso foi membro do Conselho de Imprensa entre 1980 e 1982 e posteriormente á sua passagem pela RTP foi membro e da Alta Autoridade para a Comunicação Social entre 1990 e 1994.
Integra actualmente o comité de especialistas escolhido pelo Parlamento Europeu para orientar a criação da futura Casa da História Europeia.[2]
Biografia académica
Licenciado em Filosofia pela Universidade de Friburgo (Suíça).
Doutorado em História especialidade História Cultural e das Mentalidades Contemporâneas pela Faculdade de Ciências Sociais e Humanas da Universidade Nova de Lisboa, com uma dissertação intitulada Raúl Proença – Biografia de um Intelectual Político Republicano.[3]
Professor Auxiliar da Faculdade de Ciências Sociais e Humanas da Universidade Nova de Lisboa.
Responsável pelo Seminário de História Cultural e das Mentalidades do Mestrado de História Contemporânea (secção século XX).[3]
Presidente do Instituto de História Contemporânea da Faculdade de Ciências Sociais e Humanas da Universidade Nova de Lisboa, de 1993 a 1995.[3]
Vice-Presidente do Instituto de História Contemporânea da Faculdade de Ciências Sociais e Humanas da Universidade Nova de Lisboa."
A seguir vêm as Funções políticas, Funções maçónicas e a Obra Públicada. Como se pode ver António Reis tem o perfil correcto para prestar o acompanhamento científico que a mini-série requer. Mas isso não interessa nada para o Távora. O problema é um maçon e socialista prestar esse acompanhamento. Talvez devesse ser Paulo Teixeira Pinto, identificado com a Opus Dei e reconhecido Monarquico.
quinta-feira, outubro 08, 2009
Mudam-se os tempos, mudam-se… os culpados
Se esta notícia fosse à duas semanas atrás, a verdade não doía à República. A verdade doía a Sócrates. Mas como dia 27 já lá vai…
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