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terça-feira, novembro 15, 2011

Defender a estupidificação


Quando pretendem que não existam debates no único meio, por ser público, que pode ser questionado o alinhamento dos intervenientes, o que estes senhores pretendem é deixar na mãos dos privados a selecção de temas e de pessoas para debater estes temas, permitindo assim que certos grupos económicos decidam o que se deve debater e que ideias devemos debater.

Dito isto, e lendo o que pretendem para a RTP Internacional teria de passar à ofensa pura e gratuita. E a vida não está para gratuitidades!

terça-feira, novembro 08, 2011

E ainda dizem que os mercados são racionais

As taxas de juro das obrigações italianas a 10 anos, ultrapassaram hoje as das Filipinas e da Indonésia.

Neste momento, ou o BCE começa, rapidamente, a imprimir moeda como se não existisse amanhã, ou o Euro, e a UE, estão tramados.

Esqueçam o FEEF e Eurobonds. Já ninguém acredita neles.

Neste altura, na minha opinião, existe uma elevada probabilidade de saída da Grécia do Euro, que poderia desencadear um processo em cadeia, que levaria a uma saída forçada de mais 4 ou 5 países da moeda única.

Para nos irmos preparando...

sexta-feira, novembro 04, 2011

Coisas que me chateiam

Anda toda a gente preocupada e a discutir o corte salarial, de pensões e o aumento de impostos e as suas terríveis consequências.

Tudo situações que poderão ser 'facilmente' alteradas com um governo diferente, sem grande dificuldade.

Mas a destruíção do Ensino Público, a diminuíção do nível de acesso à saúde e as privatizações - para nomear somente três que me vêm facilmente à cabeça - ninguém discute. E estas, ou são definitivas (como as privatizações) ou têm um custo brutal voltar aos níveis actuais.

Que dizer de um país que acha 'normal' um governo promover o fim dos programas e-escolas e e-escolinhas ao mesmo tempo que anda a promover a bandeira maior deste programa - o Magalhães - no México?

sexta-feira, outubro 28, 2011

A má fé de Passos Coelho

Muitos países europeus em vez de 14 pagam 12 [vencimentos]. Pode vir a acontecer ou não em Portugal. Não excluo que isso possa vir a acontecer.”
Esta afirmação de Passos Coelho está impregnada de má fé! Porque Passos Coelho sabe perfeitamente que os contratos efectuados nesses países é feito pelo valor anual, o que torna irrelevante, em sede de IRS, se pagam em 12 ou 14 vezes!

Ao dizer que "muitos países europeus em vez de 14 pagam 12" Passos Coelho pretende, mais uma vez, manipular a opinião pública.

Mas, tentando dar novamente uma ajuda ao (des)Governo de Portugal, sugiro que Passos Coelho proponha aos trabalhadores da função pública que aceitem o pagamento de 12 meses de vencimentos com o respectivo aumento do valor anual para os valores praticados por esses "muitos países europeus".


terça-feira, outubro 25, 2011

Uma mentira contada muitas vezes...

O Super Álvaro gosta de contar coisas. Já era assim no seu blogue, e continua assim como ministro(?). Agora afirma que "sem alteração aos feriados haveria nove pontes com impacto em 2012".

Primeiro gostava que o Super Álvaro me explicasse que conceito é esse de Ponte.
Eu, se quiser aproveitar um feriado de uma terça-feira ou uma quinta-feira tenho de usar um dia de férias.

Claro que agora é-me impossibilitado, com esta medida do Super Álvaro, de gozar esse dia: já não vou poder tirar essa segunda ou sexta-feira. Terei de tirar a terça ou a quinta - que seria a data dos feriados - em vez da segunda ou sexta que tirei, por exemplo, este ano.

E são estes senhores doutores!

terça-feira, outubro 18, 2011

O mundo mudou

Há muitos socialsitas que advogam a memória para defender o voto no Orçamento de Estado 2011. Uns para não se votar desfavoravelmente, outros para efectivar esse voto contra.

Mas a verdade é que muitos descobriram a sua costela bloquista (alguns navegando da direita para a esquerda do partido).

A esses, relembro que da última vez que o Bloco foi Bloco, um governo caiu. E aqueles que substituiram esse governo estão a efectuar o maior ataque à classe média e classe trabalhadora do país, pós 25 de Abril.

Como diria um ex-Primeiro-Ministro: "O mundo mudou!"

terça-feira, setembro 27, 2011

Devido a quê?

Já começa a cansar referir estas pequenas coisas: Afinal existe uma conjuntura internacional - nomenclatura usada actualmente para não dizerem crise internacional como dizia o outro - que prejudica o país e que obrigará Portugal a uma recessão mais profunda do que a inicialmente prevista.
Depois de se ter criticado durante dois anos o anterior governo pela crise do país, afirmando categoricamente que a crise era portuguesa e não internacional, vêm agora afirmar que "as pessoas em Portugal não vêem o que se passa no dia a dia lá fora"?
Depois de se ter criticado durante dois anos o anterior governo pela crise do país, afirmando categoricamente que a crise era portuguesa e não internacional, vêm agora afirmar que "as pessoas em Portugal não vêem o que se passa no dia a dia lá fora"?

A pergunta que se impõe é: Até há três meses atrás vocês estavam em que grupo de pessoas? No grupo de pessoas que "não vêem o que se passa no dia a dia lá fora" ou simplesmente nos mentirosos?

À atenção do Primeiro-Ministro


Como, independentemente da oposição que se possa fazer às políticas deste governo, todos queremos o melhor para Portugal, achamos que devemos chamar a atenção para as declarações de um conhecido incendiário social deste país, não vá 'o diabo tecê-las':


domingo, setembro 25, 2011

quinta-feira, setembro 15, 2011

Um grande azar

Este povo tem azar. Com uma crise internacional (desde fim de Junho) e nós sem ricos neste país. Se tivessemos ricos poderiamos chegar à mesma conclusão que Warren Buffett ou os franceses ricos.

Mas como nós não temos ricos, só trabalhadores, não podemos ter medidas destas, como a vizinha Espanha, que contribuíriam com receitas extraordinárias para o estado sem penalizar as classes mais baixas e o consumo (que dizem ser o motor da economia)

quarta-feira, setembro 07, 2011

A agricultura em grande destaque


Um dia até conseguiremos ver medidas referentes às pastas do ministério de Assunção Cristas. Não percamos a esperança: Esse dia há-de chegar!

Madeira representa 98% da dívida administrativa das ilhas

Fica aqui o copy/paste com o respectivo link para a notícia do jornal Sol:
Segundo a Direcção Geral do Orçamento, as regiões autónomas surgem no terceiro lugar da tabela de devedores, com pagamentos em atraso no montante de 634 milhões de euros. O Governo Regional dos Açores vem agora sublinhar que 98,5% deste valor é da responsabilidade da Madeira.



Do valor total em dívida (634 milhões de euros), apenas 1,5%, ou seja, 10,9 milhões, se refere à dívida nos Açores, esclarece em comunicado o Governo daquela região autónoma.


O Governo sublinha que os Açores têm «uma dívida administrativa insignificante» que, em termos absolutos, representa apenas 0,0025 da dívida do país e é «65 vezes inferior à da Madeira».


No esclarecimento, é ainda sublinhado que, como confirma o relatório da Direcção Geral do Orçamento, o prazo médio de pagamentos pela Administração Regional nos Açores é de 21 dias, enquanto na Madeira este prazo situa-se nos 189 dias.




segunda-feira, julho 25, 2011

A propósito de um "A Propósito"...

Diz a Helena Matos, a justificar o seu pensamento liberal e aproveitando para atacar as palavras de António José Seguro, que:
Faz-se esquecida a Helena. Faz-se esquecida que as mulheres a dias fazem-nos porque sabem que quando chegar a altura, terão direito à reforma como aqueles que descontaram para tal! O que não convém à Helena lembrar é que se assim não fosse, as mulheres a dias exigiriam descontar.

O problema não é pagar impostos (pelo menos para mim). É haver quem não os pague.

quarta-feira, junho 15, 2011

A falta de cultura democrática

Segundo o Carlos Abreu Amorim, o facto de haver votos que podem ter sido alterados ou adulterados, numa eleição, não é importante.

A democracia, para estes senhores, chateia...

quarta-feira, março 30, 2011

terça-feira, janeiro 18, 2011

Quem tem boca vai a Pequim e às Arábias

Muito se tem falado que o nosso governo anda a "mendigar" para que outros países comprem a nossa dívida pública. Essas notícias, posts, tweets e afins, ditos pelo "mainstream do costume", parecem afirmar que tal estratégia é um erro, ou é uma humilhação, ou, vade retro, uma abominação à luz dos "Mercados" (!!!).

Para mim, acho que o governo está a ser esperto.

Também, no tempo das Descobertas, fomos atrás das especiarias para sermos nós a trazé-las para a Europa, em vez de serem outros a lucrar com isso.

Quem tem boca vai a Roma. Somos um país de desenrascados. Quando é para resolver uma situação bicuda, em que outros desistem ou tentam soluções ditas clássicas e formais, um português arranja maneira de se safar. Pode não ser ortodoxo, pode até não funcionar, mas numa situação desesperada, é sempre arriscado apostar contra um português.

A Europa não nos ajuda? Há muito dinheiro na China, no Brasil e nas Arábias. Ir à procura dele é uma das coisas mais espertas que podemos fazer.

O que quererão em troca? Bem, não há almoços grátis, mas também não temos alternativa.

É da vida.

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