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segunda-feira, outubro 10, 2011

PTP: Partido do Coelho

O cabeça-de-lista eleito do PTP à Assembleia Regional da Madeira, nas eleiçōes de ontem, foi como todos sabemos José Manuel Coelho.

A número 3 da lista, também eleita, foi Raquel da Conceição Vieira Coelho. Filha de José Manuel Coelho.



Ironias Madeirenses

Os dois grandes vencedores das eleiçōes de ontem na Madeira, chamam-se ambos José Manuel:

José Manuel Rodrigues do CDS/Madeira

José Manuel Coelho do PTP (também conhecido como o partido do Coelho).


segunda-feira, setembro 19, 2011

Nós somos a Grécia

Eu não sei se já passou pela cabeça dos "iluminados" aqui do burgo, mas a confirmar-se a notícia de que o Presidente da República, e a Procuradoria-Geral da República, sabiam há pelo menos dois meses que a Madeira tinha falsificado as contas, Portugal será igual à Grécia.
Ou seja, autoridades nacionais terão conspirado para ocultar do Banco de Portugal, do INE, e da UE, o real estado das contas públicas nacionais.
Num país decente, a confirmarem-se estas notícias, já teríamos demissões ao mais alto nível.
Mais grave que isto, é díficil de imaginar...

sábado, setembro 17, 2011

Para pagarmos a dívida oculta de Alberto João Jardim...

Temos um cardápio interessante:

a) cortar a outra metade do subsídio de Natal

b) aumentar a taxa máxima do IVA para 25%

c) passar a taxa intermédia do IVA (13%) e alguns bens da taxa reduzida (6%) para a taxa máxima

Digam lá que não é um gosto pagarmos a reeleição de Alberto João Jardim?

Obrigado Passos. A tua reacção firme a este crime, é uma inspiração para todos nós.

sábado, agosto 06, 2011

Jota Selvagem

Via Expresso, viemos a saber que o líder da JSD-Madeira, José Pedro Pereira, foi identificado pela PSP por ter urinado em cima de um carro da polícia, após desacatos à porta de uma discoteca no Funchal.

A deputada da JSD que fez chamadas falsas para o 112 está bem acompanhada...


terça-feira, novembro 13, 2007

Absurdo

Portugal vive uma ditadura, segundo Gabriel Drumond, deputado do PSD/Madeira. Isto, claro, em contraponto à democracia pujante que graça em todo o arquipélago!

quarta-feira, julho 25, 2007

Em 2007 como se fosse 1982.

Ficou famoso o poema lido por Natália Correia a João Morgado após este último ter dito que a função sexual servia unicamente para a procriação. Estávamos em 1982, 8 anos após a revolução, num país culturalmente e intelectualmente extremamente atrasado.

Após este debate parlamentar (que conduziu à promulgação da então lei da I.V.G. que permitia à mulher abortar em caso de violação, perigo de vida e malformação do feto) muita coisa mudou neste país: Aderimos à (então) CEE, revolucionamos os meios de comunicação, abatemos as fronteiras com os outros países da UE, fizemos a Expo 98, aderimos ao Euro, batalhámos nas instâncias internacionais pela auto-determinação do povo de Timor-Leste, organizámos o Euro 2004, comandámos (e comandamos) os destinos da Europa com a Agenda de Lisboa, tornámo-nos um país receptor de imigrantes, temos a presidência da Comissão Europeia... enfim, tudo mudou no nosso país!

Tudo? Não!

Assim como existe, na criação de Albert Uderzo e René Goscinny, uma aldeia de irredutiveis gauleses, também existe um pedaço de terra (felizmente para nós, continentais, e infelizmente para alguns dos habitantes desse mesmo pedaço de terra, rodeado de água por todos os lados) neste país que continua irredutível às transformações efectuadas e que insiste em se manter atrasado em tudo o que lhe for possível, excepto na arte de angariar fundos ao país continental que tão rapidamente e em toda e qualquer situação repudia. Até hoje, embora o Chávez da Madeira sempre tenha quebrado as barreiras do razoável, nunca se tinha assistido a tamanha confrontação a uma decisão das leis da república. Ao discutir a questão da aplicabilidade da IVG naquela parcela do território nacional, e escudado numa autonomia que faz por esquecer que é isso mesmo, uma autonomia e não uma independência, o líder da maioria reinante mandou a sua corte atacar a aplicabilidade da lei do país, e estes fizeram-no através da agora tristemente famosa Rafaela Fernandes. Perante o silêncio das estruturas partidárias de Lisboa, certamente mais interessadas em saber a quem mandar as referências multibanco para pagamento das quotas do que em pôr termo a esta desfaçatez (situação que, como é sabido, faz escola para aqueles lados), o PSD Madeira diz e faz o que bem quer e lhe apetece, como quer e lhe apetece, ofendendo quem bem quer e lhe apetece, e minorando os direitos de quem quer e lhe apetece.

Como a mais Alta Autoridade do país prefere não comentar e assobiar para o lado, característica tão conhecida dessa personagem mas que andava esquecida, continuamos a assistir aos dislates do aspirante a ditador e de sus muchachos, impávidos e serenos, enquanto que outros sofrem do por ter nascido num pedaço de terra errado, e que por azar (deles) se encontra rodeado de água por todos os lados...

[as frases]

"o aborto não será, com certeza, a primeira decisão de uma mulher porque é contra-natura. A função das mulheres é, precisamente, a da procriação"

"Até à data qualquer mulher (madeirense) que tinha de tomar essa decisão (abortar) não deixava de a tomar... tomava as suas providências e fazia-o lá fora"

segunda-feira, abril 23, 2007

Demência

A demência no seu mais puro estado. Mas se o povo vota nele, é porque não ambiciona melhor. E se não ambiciona melhor, que fique com o que tem.

quinta-feira, fevereiro 22, 2007

Alberto João Contorcionista

Alberto João Jardim fez mais um número de contorcionista. Agora afirma que não quer fazer "Guerra a Lisboa", depois de o andar a fazer nos últimos meses. A seguir e caso tenha uma maioria absoluta, ameaça ir falar com “os governos da UE - e a Assembleia Legislativa da Madeira pode dirigir-se a qualquer governo” por estes “estarem a falar com um executivo que em Portugal começa por não respeitar os direitos das suas populações” posicionando-se assim como principal defensor do estado democrático (logo ele!)

Mas o mais curioso, e número maior no contorcionismoa, são os comentários sobre o "Sr. Silva". Depois de atacar o Sr. Silva à cerca de 2 anos e meio, vem agora dizer (sobre a sua relação com o "Sr. Silva") «Enganam-se. Somos amigos há muitos anos e ainda há poucos dias tive a ocasião de lhe dizer que, passe-se o que se passar, a amizade e a lealdade são dois valores inalteráveis». Está tudo aqui.

Alberto João Jardim no seu melhor, indubitavelmente.

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