No Corta-Fitas, João Távora fala sobre António Reis, que vai fazer o acompanhamento histórico de uma mini-série produzida pela RTP para emitir nos dias que marcam os cem anos da implantação da República em Portugal.
E diz João Távora sobre a questão: "O Professor António Reis Grão-Mestre do Grande Oriente Lusitano e eminente socialista foi o escolhido para dar chancela “científica” à mini-série de ficção histórica da RTP a emitir em Outubro por ocasião do centenário da implantação da República. A afinal o centenário é um tacho e a república um banquete entre amigos. Uma bestialidade que mete nojo."
Sem entrar em considerações sobre as opções de regime do Távora, cliquei no link que ele dá como referência. A seguir transcrevo a biografia de António Reis, retirado do mesmo sítio de onde o Távora retirou:
"Biografia social e política
Dirigente do movimento estudantil, tornou-se militante activo da Oposição Democrática ao regime salazarista pelo que foi presseguido pelas suas actividades.
Foi co-fundador do Partido Socialista e redactor da Revista Seara Nova de 1969 a 1974, mais tarde foi Director-Adjunto da Revista de Reflexão e Crítica Finisterra.
Como oficial miliciano, participou na preparação e execução da operação militar que pôs termo à Ditadura em 25 de Abril de 1974, tendo integrado o destacamento da Escola Prática de Administração Militar que ocupou os estúdios da RTP, onde regressou em 1985 agora como Director-Adjunto de Programas Culturais cargo que exerceu durante dois anos.
Antes disso foi membro do Conselho de Imprensa entre 1980 e 1982 e posteriormente á sua passagem pela RTP foi membro e da Alta Autoridade para a Comunicação Social entre 1990 e 1994.
Integra actualmente o comité de especialistas escolhido pelo Parlamento Europeu para orientar a criação da futura Casa da História Europeia.[2]
Biografia académica
Licenciado em Filosofia pela Universidade de Friburgo (Suíça).
Doutorado em História especialidade História Cultural e das Mentalidades Contemporâneas pela Faculdade de Ciências Sociais e Humanas da Universidade Nova de Lisboa, com uma dissertação intitulada Raúl Proença – Biografia de um Intelectual Político Republicano.[3]
Professor Auxiliar da Faculdade de Ciências Sociais e Humanas da Universidade Nova de Lisboa.
Responsável pelo Seminário de História Cultural e das Mentalidades do Mestrado de História Contemporânea (secção século XX).[3]
Presidente do Instituto de História Contemporânea da Faculdade de Ciências Sociais e Humanas da Universidade Nova de Lisboa, de 1993 a 1995.[3]
Vice-Presidente do Instituto de História Contemporânea da Faculdade de Ciências Sociais e Humanas da Universidade Nova de Lisboa."
A seguir vêm as Funções políticas, Funções maçónicas e a Obra Públicada. Como se pode ver António Reis tem o perfil correcto para prestar o acompanhamento científico que a mini-série requer. Mas isso não interessa nada para o Távora. O problema é um maçon e socialista prestar esse acompanhamento. Talvez devesse ser Paulo Teixeira Pinto, identificado com a Opus Dei e reconhecido Monarquico.
E diz João Távora sobre a questão: "O Professor António Reis Grão-Mestre do Grande Oriente Lusitano e eminente socialista foi o escolhido para dar chancela “científica” à mini-série de ficção histórica da RTP a emitir em Outubro por ocasião do centenário da implantação da República. A afinal o centenário é um tacho e a república um banquete entre amigos. Uma bestialidade que mete nojo."
Sem entrar em considerações sobre as opções de regime do Távora, cliquei no link que ele dá como referência. A seguir transcrevo a biografia de António Reis, retirado do mesmo sítio de onde o Távora retirou:
"Biografia social e política
Dirigente do movimento estudantil, tornou-se militante activo da Oposição Democrática ao regime salazarista pelo que foi presseguido pelas suas actividades.
Foi co-fundador do Partido Socialista e redactor da Revista Seara Nova de 1969 a 1974, mais tarde foi Director-Adjunto da Revista de Reflexão e Crítica Finisterra.
Como oficial miliciano, participou na preparação e execução da operação militar que pôs termo à Ditadura em 25 de Abril de 1974, tendo integrado o destacamento da Escola Prática de Administração Militar que ocupou os estúdios da RTP, onde regressou em 1985 agora como Director-Adjunto de Programas Culturais cargo que exerceu durante dois anos.
Antes disso foi membro do Conselho de Imprensa entre 1980 e 1982 e posteriormente á sua passagem pela RTP foi membro e da Alta Autoridade para a Comunicação Social entre 1990 e 1994.
Integra actualmente o comité de especialistas escolhido pelo Parlamento Europeu para orientar a criação da futura Casa da História Europeia.[2]
Biografia académica
Licenciado em Filosofia pela Universidade de Friburgo (Suíça).
Doutorado em História especialidade História Cultural e das Mentalidades Contemporâneas pela Faculdade de Ciências Sociais e Humanas da Universidade Nova de Lisboa, com uma dissertação intitulada Raúl Proença – Biografia de um Intelectual Político Republicano.[3]
Professor Auxiliar da Faculdade de Ciências Sociais e Humanas da Universidade Nova de Lisboa.
Responsável pelo Seminário de História Cultural e das Mentalidades do Mestrado de História Contemporânea (secção século XX).[3]
Presidente do Instituto de História Contemporânea da Faculdade de Ciências Sociais e Humanas da Universidade Nova de Lisboa, de 1993 a 1995.[3]
Vice-Presidente do Instituto de História Contemporânea da Faculdade de Ciências Sociais e Humanas da Universidade Nova de Lisboa."
A seguir vêm as Funções políticas, Funções maçónicas e a Obra Públicada. Como se pode ver António Reis tem o perfil correcto para prestar o acompanhamento científico que a mini-série requer. Mas isso não interessa nada para o Távora. O problema é um maçon e socialista prestar esse acompanhamento. Talvez devesse ser Paulo Teixeira Pinto, identificado com a Opus Dei e reconhecido Monarquico.