Mais uma excelente medida de Passos Coelho, esta de ter a primeira administração da Caixa Geral de Depósitos completamente governamentalizada.
É muito mais fácil criar consensos e concórdia..
Obrigado Passos.
A propósito, quem eram aqueles que diziam que o modelo Chairman/CEO ia resultar desta vez na CGD, por causa das pessoas envolvidas? Pois...
And the dreamers? Ah, the dreamers! They were and they are the true realists, we owe them the best ideas and the foundations of modern Europe(...). The first President of that Commission, Walter Hallstein, a German, said: "The abolition of the nation is the European idea!" - a phrase that dare today's President of the Commission, nor the current German Chancellor would speak out. And yet: this is the truth. Ulrike Guérot & Robert Menasse
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sábado, setembro 17, 2011
quinta-feira, novembro 12, 2009
O Assalto à CGD
Pelas reacções de certas (blogo) esferas mais à direita sobre este texto, pode-se presumir que começou o Assalto à CGD.
A tentativa será que um cada vez maior número de pessoas se habitue à ideia. Se um dia conseguirem os seus intentos, está-se mesmo a ver que uma das primeiras medidas que a banca (genericamente) tomará é taxar as operações de multibanco.
Haverá uma previsivelmente contestação nessa altura. "Eles" puxarão da cassete e dirão que o multibanco tem custos e que é da mais elementar justiça que os mesmos sejam imputados aos clientes.
Sim, porque penso que ninguém duvida que "o último bastião" contra essa medida da banca é a CGD não estar disposta a fazê-lo, pois não?
Se um dia a CGD for privatizada, esse último bastião cairá, e depois veremos a concorrência na banca seguir os exemplos das gasolineiras ou das empresas de comunicações e todos os bancos criarem a dita taxa (arrisco mesmo dizer que ao mesmo preço em todos os bancos).
É o chamado mercado auto-regulado!
Haverá uma previsivelmente contestação nessa altura. "Eles" puxarão da cassete e dirão que o multibanco tem custos e que é da mais elementar justiça que os mesmos sejam imputados aos clientes.
Sim, porque penso que ninguém duvida que "o último bastião" contra essa medida da banca é a CGD não estar disposta a fazê-lo, pois não?
Se um dia a CGD for privatizada, esse último bastião cairá, e depois veremos a concorrência na banca seguir os exemplos das gasolineiras ou das empresas de comunicações e todos os bancos criarem a dita taxa (arrisco mesmo dizer que ao mesmo preço em todos os bancos).
É o chamado mercado auto-regulado!
terça-feira, janeiro 08, 2008
Estranho país este...
- Onde, de repente, muita gente percebia há muito que algo estava errado no BCP, embora não tivessem dito nada a ninguém;
- Onde militantes do PSD acusam de partidarização de uim banco privado, quando um dos cabeça de lista foi ministro de um governo PSD;
- Onde o canal televisivo fundado pelo militante número um do PSD constantemente ataca uma das listas candidatas ao BCP, naquilo que pode ser interpretado como um apoio velado à outra lista, a tal encabeçada por um ex-ministro de um governo PSD;
- Onde uma eleição de um conselho de administração de uma empresa privada, por maior que esta seja, seja tema de discussão pública, como se nós, clientes ou não, tivessemos voto na matéria e precisássemos de ser esclarecidos para podermos votar em consciência;
Estranho, muito estranho... E eu pergunto: A quem interessa toda esta guerra? E respondo (na minha opinião):
- Ao PSD, que assim pode ter no seu controlo os dois maiores bancos portugueses (mas isto, se calhar, não é controlo partidário da banca)
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